9ª Semana Missionária: Paróquia São José, Tuti NI e Saúde se unem no combate ao câncer

A Paróquia de São José, de Olímpia, se prepara para a 9º Caminhada em Louvor a Padroeira do Brasil 2015, dia 12 de Outubro, que este ano vem com a parceria “Tuti do Bem” – ação solidária praticada pela Tuti Negócios Inteligentes, grupo olimpiense que administra do Tuti Resort, e apoio da Secretaria de Saúde da cidade.

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Com o tema “Com a Mãe Aparecida, pela vida, no combate ao câncer”, a caminhada ocorre dentro da 9ª Semana Missionária que tem início dia 1º e segue até o dia 12 de outubro, Dia de Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil.

No primeiro dia de outubro, às 19h30, missa abre a Semana Missionária, na igreja-matriz de São José, em que serão abençoadas e enviadas as imagens de Nossa Senhora Aparecida que irão peregrinar pela cidade visitando as casas, os enfermos, os idosos, os estabelecimentos comerciais e as instituições.

No dia 10, às 10h, uma destas imagens chega ao Tuti Resort e permanece no local até às 16h para a visitação dos hóspedes de todo o Brasil.

Durante a semana, os agentes de saúde que atuam na UBS do jardim São José farão uma varredura localizando as mulheres da comunidade que ainda não fizeram exame de mama e o Papanicolau. Nos dias 13 e 14, estas mulheres realizarão estes exames preventivos, de forma gratuita, no ônibus (Unidade Móvel de Prevenção) do Hospital de Câncer de Barretos, que estará na cidade.

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Já a Caminhada em Louvor de Nossa Senhora Aparecida que acontece no dia 12, tem saída às 6h00, da comunidade Nossa Senhora de Fátima (Cohab III) e chegada na comunidade Nossa Senhora Aparecida, no bairro Bela Vista.

Após a caminhada de quatro quilômetros, será celebrada a missa de encerramento, na Capela Nossa Senhora Aparecida, no bairro Bela Vista. Após a missa, acontece tradicional quermesse em louvor à Padroeira do Brasil, até às 24h, com transporte gratuito de ida e volta, tanto no dia 10 quanto no dia 12.

Como forma de concretizar estas ações de fé, amor e caridade, a Semana vai arrecadar alimentos que serão distribuídos a famílias carentes.

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Confira a programação completa da peregrinação de Nossa Senhora Aparecida e participe desta celebração de fé, amor e caridade:

Dia 2: Unidade Básica de Saúde (São José) – 8h

Dia 3: Supermercado Dia – 8h

Dia 4: Celebração com Crianças – 10h

Dia 5: Comunidade Nossa Senhora de Fátima – 20h

Dia 6: Comunidade São José – 20h

Dia 7: Comunidade Nossa Senhora Guadalupe – 20h

Dia 8: Comunidade Santo Antonio – 20h

Dia 9: Comunidade Rurais – 20h

Dia 10: Tuti Resort – 8h / Celebração da Saúde – 16h

Dia 11: Igreja Matriz De São José – 19h

Dias 10 e 12: Quermesse no bairro Bela Vista (transporte gratuito ida e volta)

Paróquia São José recebe imagem peregrina da padroeira do Brasil

Nesta manhã de quinta-feira (24), a Paróquia de São José acolheu a imagem peregrina de Nossa Senhora Aparecida, que saiu da Igreja-Matriz de São João.

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“Agradecemos a Paróquia São João Batista que nos entregou a imagem. Seja bem-vinda ó Mãe querida de querida”, exaltou o pároco Ivanaldo Mendonça.

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A imagem percorreu as principais ruas da cidade, centenas de fiéis acenaram e pediram a Sua benção. Confira as fotos fornecidas pela Paróquia:

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Programação da imagem peregrina de Nossa Senhora Aparecida em Olímpia sábado e domingo

Neste sábado (26) e domingo (27), estará em Olímpia a imagem da Nossa senhora da Conceição Aparecida, em peregrinação a partir do sábado (26), às 6h, a partir da Paróquia São José, em carreata.

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“A peregrinação da imagem de Nossa Senhora da Conceição Aparecida na Diocese de Barretos, por ocasião da preparação à celebração dos 300 anos de sua aparição nas águas do Rio Paraíba desperta-nos grande alegria. Acolhemos entre nós a esposa do Espírito Santo, padroeiro da nossa Diocese, a Rainha e Padroeira do Brasil e da nossa Paróquia. Com este lema e o coração em festa, acolhemos nossa Mãe e Padroeira”, assinala o frei Fernando Aparecido dos Santos.

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A PROGRAMAÇÃO

 

26 de Setembro (sábado) – Chegada da Imagem na Paróquia

06h00 – Carreata, saindo da Paróquia São José

06h30 – Momento Mariano de acolhida na Matriz NSA

07h00 – Café comunitário na Praça

Momento de devoção das pastorais e do povo:

07h00 –Batismo, Alimento

08h00 – Apostolado

09h00 – Catequese

10h00 – Past. Família, Terço dos Homens

11h00 – Pastoral da Criança,

12h00 – Saída em carreata para a Comunidade São Benedito (buscar)

14h00 – Saída em carreata para o Convento São Boaventura (buscar)

15h00 – Saída em carreata para a Comunidade São Francisco (buscar)

17h00 – Saída em carreata para a Comunidade Sta. Luzia (buscar)

18h30 – Saída em carreata para a Comunidade Imaculada Conceição (levar)

20h30 – Saída em carreata para o Convento da Irmãs (pernoite) (levar)

27 de Setembro (domingo) – Despedida da Imagem

07h00 – Saída em carreata para a Comunidade Sto. Expedito (buscar)

08h30 – Saída em carreata para a Comunidade Sto. Antônio (levar)

10h00 – Saída em carreata para a Comunidade Sta. Clara (levar)

11h30 – Saída em carreata para a Matriz NSA (levar)

12h00 – Grupo de Oração e Past. Sobriedade, Past. Saúde

13h00 – SAV, Liturgia, Coroinhas e Acólitos e PJ

14h00 – Ministros, ECC, Dízimo, OFS

15h00 – Saída em carreata para a Comunidade Perpétuo Socorro (buscar)

16h30 – Saída em carreata para o Salão Paroquial Salão Paroquial (ECC 2ª Etapa)

18h30 – Saída em procissão com a Família ECC até a Matriz.

19h00 – Missa de Encerramento da Visita da Imagem Peregrina de Nossa Senhora Aparecida em nossa Paróquia.

Ousemos fazer o bem

selo-ivanaldo2Por Ivanaldo Mendonça — Num dia de sábado, na sinagoga, lugar de encontro para a oração, Ele cura aquele que o Evangelho Segundo Marcos chama de homem da mão seca. No sábado, dia sagrado, não era permitido fazer nada. Todos acompanham, atentamente, acusativamente a ação de Jesus que pergunta: “É permitido no sábado fazer o bem ou o mal? Salvar uma vida ou deixá-la morrer?” Diante do silêncio, Ele olha com tristeza, porque eram duros de coração. Realiza a cura. Os mestres do povo tramam como haveriam de matá-Lo.

Prefiro caracterizar a cura do homem como sinal ao invés de milagre. O entendimento imediato de milagre desperta a sensação de coisa de outro mundo, mágica. Sinal, segundo o evangelista João, é algo real e concreto que objetiva transmitir uma mensagem para além da aparência. O semáforo nos auxilia na compreensão: cada cor, cada sinal, transmite-nos uma mensagem, um ensinamento.

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A verdade que a ação de Jesus quer transmitir ultrapassa a cura em si. Ele propõe refletir acerca da prática do bem e de o quanto deixamo-nos escravizar pelas convenções pessoais, grupais, sociais e religiosas, quando estas submetem a dignidade humana ao crivo de leis que têm por objetivo agradar grupos que, acima de tudo, querem perpetuar-se no poder. Jesus não desmerece ou diminui o valor da religião, enquanto instrumento que aproxima o coração do homem do coração de Deus. Ele questiona sim, a prática deturpada e corrupta da religião.

A dureza dos corações não foi razão para que Jesus deixasse de agir. Tantas vezes deixamos de cumprir nossa missão, fazer a diferença para melhor na vida de alguém, justificando-nos através da dureza dos corações. Não ajudo porque muita gente ali não presta; não fui porque o fulano estava lá; não participo por culpa deste ou daquele… O mais profundo ensinamento desta passagem é: a dureza do coração de quem quer que seja não é razão suficiente para deixarmos de fazer o bem.

Tantas vezes, escondemo-nos, covardemente, atrás da dureza dos corações dos outros.

E o homem da mão seca? A ele se comparam tantos, também nós, quando precisamos que alguém ouse ultrapassar os limites da lei escravizante, quebrar o protocolo, para nos curar: um abraço, um sorriso, um conselho, uma advertência, a presença silenciosa, tantas vezes, é tudo o que precisamos para que nosso coração seja liberto da secura, aspereza e rigidez que machucam profundamente. Não poderia ser depois. Tinha que ser naquele dia, naquele lugar, naquela hora. Deixar para depois, pode não fazer a diferença para quem tem condições de ajudar, mas faz toda a diferença para quem precisa de ajuda. Ousemos fazer o bem, sempre!

Ivanaldo Mendonça, Padre, Pós-graduado em Psicologia, [email protected]

Ser surpreendente

Por Ivanaldo Mendonça — Em sua cidade de origem Ele não pode realizar nenhum milagre. A passagem bíblica, registrada no Evangelho Segundo Marcos, referindo-se à rejeição de Jesus por seus parentes e amigos, cunhou a expressão: “Um profeta só não é estimado em sua pátria”, popularmente traduzida como “santo de casa não faz milagre”. Os parentes e amigos de Jesus não reconheceram Nele a presença do Deus; mentes, corações e espíritos estavam fechados. Deus não invade, pede licença, submetendo-se à lei que Ele mesmo criou: o respeito à liberdade.

Embora admiradas com o que viam e ouviam: “De onde ele recebeu tudo isso? Como conseguiu tanta sabedoria? E esses grandes milagres que são realizados por suas mãos?”, optaram por aderir, unicamente, às referências físicas, materiais e parentais que envolvem a realidade jesushumana de Jesus: “Este homem não é o carpinteiro, filho de Maria e irmão de Tiago, de José, de Judas e de Simão? Suas irmãs não moram aqui conosco?”. Deixaram de ir além e alçar altos voos, contentando-se com o básico, o óbvio, o que todo mundo pensa, fala, sente e vê.

Mais que imaginamos esta realidade faz-se presente em nossas vidas. Escravos da mesmice, vícios e manias, dependentes de esquemas mentais, limitados por referências físicas, históricas, emocionais, institucionais, culturais e tantas outras, determinados a ser, absoluta e unicamente ‘assim’ ou ‘assado’, fechamo-nos á todas as outras possibilidades; optando por ‘só isso’ e/ou ‘só aquilo’, deixamos de ser ‘mais que isso’ e/ou ‘mais que aquilo’, sobretudo, para melhor.

Em relação às pessoas, corremos o risco de aprisioná-las em nossos modelos mentais, preconceitos, vícios e manias pessoais, familiares, institucionais e sociais. Expressões do tipo: “Fulano? Eu o conheço, ele é assim…”, “Nem tente falar com ele…”; “Aquele não tem jeito…” tentam, a todo custo, impedir que o outro nos surpreenda, assim como fizeram os parentes e amigos de Jesus. Bastamo-nos às nossas referências, compreensões, experiências, maximizando-as e tornando-as leis irrevogáveis em relação aos outros, sabotando iniciativas de mudança e superação.

Não permitamos que os limites de nossas auto-referências tornem-se obstáculos! Não imponhamos os limites de nossas auto-referencias aos outros! Não acolhamos tentativas de sabotagem à nossa caminhada. Ser surpreendente significa escandalizar, positivamente, antes de tudo a si próprio, permitindo-se ser, cada dia, melhor. Ser surpreendente significa escandalizar-se, positivamente, com atitudes surpreendentes do outro. Sejamos surpreendentes!

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Ivanaldo Mendonça, Padre, Pós-graduado em Psicologia, [email protected]

Pregação, louvor e muito ‘rap gospel’ no 7º Abala Olímpia, no Thermas ontem

O evento musical gospel Abala Olímpia, em sua sétima edição, foi realizado na noite de ontem, quarta-feira (9), no salão social do Thermas dos Laranjais, ficando completamente lotado de pessoas de todas as idades, principalmente jovens que foram curtir a principal atração da noite, o Pregador ‘rapper’ Luo, considerado um dos maiores nomes da música gospel, conhecido internacionalmente, com a sua banda Apocalipse 16.

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O Abala Olímpia foi idealizado por Marcos Santos, antes mesmo de ser vereador e segundo secretário da Mesa, no atual mandato, pelo PSC, e organizado por seu assessor, Henrique Morais, com o respaldo do Conselho de Pastores de Olímpia.

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Outra atração, além das bandas locais, foi o cantor e pastor Vinicius Daniel Zulato, 30 anos, de Belo Horizonte (MG), líder de jovens da Igreja Batista Lagoinha-BH e apresentador do culto Cristo Vivo, que vai ao ar aos domingos na Rede Super (Canal 35).

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O secretário de Governo João Paulo Pitta Polisello, representando o prefeito Geninho Zuliani (DEM), e o presidente da Câmara Luiz Salata (PP), representaram as autoridades constituídas do município. No evento, também o pastor e vereador Leonardo Simões, líder do prefeito.

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O jovem pastor Vinicius Zulato fez uma pregação sobre o ‘verdadeiro amor’, e o pregador Luo encerrou a edição do Abala com a sua Banda Apocalipse 16. Luo, antes, porém, reuniu Salata, Marcos Santos, o maestro Ezequiel Gonçalves da Silva (Assembleia de Deus, Ministério Santos), e fotógrafos Leonardo Concon e Hélio Garcia, para uma oração em favor das autoridades e lideranças de Olímpia.

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Houve uma área de alimentação, com pipocas e, também, a presença do quiosque Açaí Beat.

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GALERIA DE FOTOS

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Hoje à noite em o 7º Abala Olímpia no Thermas dos Laranjais

A sétima edição do evento musical gospel, Abala Olímpia ocorre hoje à noite, no Thermas dos Laranjais.

Conta com a participação do cantor e pastor Vinícius Zulato, líder de jovens da Igreja Batista Lagoinha-BH e apresentador do culto Cristo Vivo, que vai ao ar aos domingos na Rede Super (Canal 35), e do pregador Luo, considerado um dos maiores nomes da música gospel, conhecido internacionalmente, com a sua banda Apocalipse 16.

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O Abala Olímpia será realizado no Clube Thermas dos Laranjais, a partir das 20h, pelo vereador Marco Santos (PSC), apoiado pelo Conselho de Pastores de Olímpia e prefeito Geninho Zuliani (DEM).

A edição também contará com a apresentação do Pregador Luo, considerado um dos maiores nomes da música gospel, conhecido internacionalmente, e sua banda Apocalipse 16.

Bíblia: Luz do Caminho

selo-ivanaldoPor Ivanaldo Mendonça — Ninguém ama aquilo que não conhece. Esta máxima aplica-se também às coisas sobre Deus e a fé. Conhecer é mais que saber ou ouvir falar, é mergulhar profundamente, experimentar, envolver-se por inteiro.

A palavra Bíblia significa livro. As Sagradas Escrituras é uma coleção composta por 73 livros. Poeticamente, narra a história de amor entre Deus e o Homem, Deus e o Povo. História que transcorre natural, real e concretamente. Deus fala ao homem na realidade em que vive (alegrias, tristezas, virtudes, conflitos, erros, acertos…); o homem responde a Deus, acolhendo ou rejeitando sua proposta de amor. A Bíblia tem status de Palavra de Deus porque seu único e maior objetivo é aproximar o coração do homem do coração de Deus, intimidade sem a qual, o homem não é plenamente feliz.

A Bíblia é redigida por homens e inspirada por Deus. Em relação à redação, foram diversos os seus escritores, porém, um só o seu autor: o próprio Deus. Ele serviu-se de homens, mulheres, jovens, velhos, mães, pais, reis, doutores, pastores, para escrever Sua Palavra. Estes redatores-escritores, disponibilizaram sua inteligência, conhecimento, sensibilidade, fantasias, reflexão, experiência de fé, deixando-se inspirar. Se a natureza inspira, a alegria inspira, a dor inspira, movendo-nos a partir do interior, Deus, muito mais, tem o poder de inspirar.

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A Bíblia é escrita à luz da fé para iluminar a fé. Nem todos os acontecimentos foram registrados, apenas os que marcaram, profundamente, a relação entre Deus e o Homem. Ela, a Bíblia, não se preocupa com datas, horários, biografias e outros detalhes. Seu objetivo é apresentar a ação de Deus na vida do homem; foi escrita à luz da fé para orientar e conduzir pessoas de fé; só pode ser assimilada à luz da fé. Estudiosos, cientistas, ateus, correntes filosóficas, religiões diversas, sociedades secretas leem, estudam e pesquisam-na sem sentimento de fé. Por isso, assimilam, apenas, o que está ao alcance de suas forças.

A Bíblia usa a linguagem, referências e elementos próprios do tempo em que os acontecimentos foram vividos e registrados. Assim também, escritos de outros gêneros, só podem ser compreendidos e interpretados corretamente quando contexto, linguagem e mentalidade são considerados, sem que isso, coloque em cheque a verdade e validade do seu conteúdo, da mensagem transmitida.

A Bíblia ilumina nossa vida. A Sagrada Escritura é um livro atemporal, sua mensagem é eterna.

Sábio quem, à luz da fé, permite-se iluminar por este farol que clareia, guia, corrige, alerta, aconselha, anima, resgata e orienta o homem no caminho do Senhor.

No próximo dia 30 celebramos o Dia da Bíblia. O mês de setembro é dedicado a promover e favorecer, a todas as pessoas, famílias, grupos e comunidades, maior contato e intimidade com a Palavra de Deus. Conhecer, amar, experienciar e testemunhar o que Dele aprendemos, é colaborar para que Sua Palavra torne-se, cada vez mais fecunda em nós e no mundo, através de nós. Celebre um abençoado mês da Bíblia!

 

Ivanaldo Mendonça, Padre, Pós-graduado em Psicologia, [email protected]

Lideranças religiosas se confraternizam em cerimônia no Tuti Resort

Católicos, espíritas, umbandistas, evangélicos e irmãs missionárias se reuniram, mais uma vez, em um culto Inter-religioso promovido pelo Tuti Resort, de Olímpia. Cada líder religioso teve a oportunidade de dirigir uma palavra para os presentes, e também aos colaboradores da Tuti Negócios Inteligentes (Tuti NI), em uma cerimônia presidida por padre Ivanaldo Mendonça, pároco da Igreja-Matriz de São José. Foi uma oportunidade de confraternização entre as denominações.

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O presidente da Tuti NI, Caia Piton, e esposa Iscilla, também gestores do Tuti Resort, receberam, além do padre Ivanaldo, os líderes Adevair Biaggioni (Cruzada Espírita), Cida Passarella (Centro de Umbanda Caboclo Sete Flechas), pastor Carlos (Igreja Ministério Avivamento Mundial) e as irmãs missionárias Dirce e Laura, da Congregação Missionária de Jesus Crucificado, com sede em Campinas (SP), mas que vieram de São José dos Campos (SP) especialmente para esse culto.

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Além dos colaboradores do hotel, estavam presentes o presidente da Câmara Luiz Salata (PP) e a sua irmã, Maria Alice, diretora voluntária da ABECAO (Associação Beneficente de Cultura e Assistência de Olímpia); Maria Cristina Simões, da Casa do Artesão; o comerciante Dejanir Cabral (Stop Lanches e Imobiliária Stop), entre outros convidados. Da imprensa, apenas o Diário de Olímpia, pontualmente no horário marcado, às 10h30.

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Não é a primeira vez que um culto ecumênico é realizado no complexo hoteleiro. E, desta vez, o motivo foi agradecer a Deus pela aquisição do Tuti Potiguar, o primeiro ‘hotel boutique’ da marca, às margens da BR-101 (Rodovia Governador Mário Covas), o eixo principal para as praias do Rio Grande do Norte, mais precisamente em São José do Mipibu, na Mata Atlântica, apenas 10 minutos da praia de Ponta Negra, a mais famosa praia urbana de Natal; 15 minutos de Genipabu, famosa pelos passeios de  buggy nas dunas; e a 30 minutos da praia de Pipa, a mais badalada e visitada do Estado.

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Cada um dos presentes à mesa pode dirigir uma palavra aos colaboradores e convidados à cerimônia, iniciando por padre Ivanaldo Mendonça, o presidente da Tuti NI Caia Piton, e demais lideranças religiosas.

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Por fim, padre Ivanaldo fez com que todos ficassem de pé, orassem o Pai-Nosso de mãos dados e, ao final, em sinal de respeito e amor pelo próximo, e ‘diferente’, beijassem as mãos da pessoa ao lado e se abraçassem. Foi um momento de emoção para muitas pessoas, inclusive para a gestora Iscilla Piton.

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Sobre vontade e necessidade

Por Ivanaldo Mendonça – Pais, mães, casais, educadores, empresários e líderes perguntam-se: onde foi que eu errei? Inconformismo, sentimento de culpa e incompetência, raiva, amargura, crise de pânico, depressão, estresse e prejuízo financeiro são alguns sintomas. A questão que mais leva pessoas a procurar ajuda psicológica, terapêutica, consultoria e orientação espiritual é seguida, na maioria das vezes, pelas afirmações: fiz tudo o que ele queria, dei tudo o que ele pedia.

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Quem assume a missão de coordenar-educar, não deve abrir mão do principio fundamental na arte de liderar pessoas: a capacidade de identificar e atender necessidades. Há um universo de diferença entre satisfazer vontades e satisfazer necessidades. Vontade é simplesmente um anseio, que não considera as conseqüências físicas ou psicológicas daquilo que se deseja. Necessidade é uma legítima exigência física ou psicológica para o bem-estar do ser humano.

Satisfazer vontades, de imediato, atrai aplausos e elogios, porém, a médio e longo prazo, traz prejuízos irreparáveis. Conforme mudam as vontades e não somos capazes de atendê-las, somos colocados em cheque, pressionados por dentro e por fora, obrigados a conviver com o próprio fracasso, expresso na derrotas dos que lideramos.

Identificar e satisfazer necessidades supõe, de imediato, capacidade para suportar críticas, perseguições e comparações, porém, a médio e longo prazo, obtemos saldo positivo: qualidade, organização eficácia e eficiência. A auto-realização dos que lideramos expressa nossa auto-realização.

Pessoas são diferentes, mas necessidades como amor, respeito, comprometimento e disciplina, são universais, cabem a qualquer pessoa, qualquer lugar e situação. As necessidades individuais exigem do líder flexibilidade, capacidade para identificar o nível das mesmas e desenvolver diferentes estilos de tratamento. Com a mudança das necessidades, mudam-se também as respostas, sem que se perca o propósito inicial, o que deve ser feito.

Investindo energia na satisfação das vontades de outros, muitos fracassam na vida pessoal, relacional, familiar, profissional e espiritual, condenados a carregar o pesado fardo do ‘onde foi que eu errei?’. Quem lidera para satisfazer vontades é escravo. Quem lidera para identificar e atender necessidades é livre.

Identificar e satisfazer necessidades é princípio básico na cartilha do líder servidor, aquele que é instrumento incentivador, criando condições para que as pessoas, tornando-se o melhor que podem ser, alcancem a excelência.

Ivanaldo Mendonça,Padre, Pós-graduado em Psicologia, [email protected]

Benditos os que sempre voltam

Por Ivanaldo Mendonça — A conhecida parábola do Filho Pródigo, registrada no Evangelho de Lucas, deveria ser chamada, parábola do Pai Misericordioso, porque, o amor e misericórdia do Pai é infinitamente maior que o erro do filho que, iludido, saiu de casa.

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Perdeu tudo: amigos, mulheres, dinheiro, beleza, músculos, o sentido da vida. Quis voltar, não pelo dinheiro, pois pensava não mais ser considerado herdeiro. Voltou, porque, em lugar algum, encontrou sentido verdadeiro, como o amor do Pai, o amor de Deus. O Pai? Foi correndo ao seu encontro, abraçou-o, cobriu-o de beijos, pediu que trouxessem roupas novas, sandálias, anel e convocou todos à festa.

De onde menos se esperava veio a surpresa: o irmão mais velho, todo certinho, que nunca se revoltara contra o pai, que trabalhava muito, ia a igreja, devolvia o dizimo segundo o costume, que se imaginava perfeito, inconformado, quis colocar limites ao amor do Pai, como que reivindicando: Este teu filho pecador, ladrão, assassino, drogado, prostituto, não pode mais ser amado, não pode mais ser acolhido.

Pobres filhos mais velhos! O do Evangelho e nós, quando a ele nos igualamos. Eles não entenderam nada. Continuam se achando perfeitos, excluindo, perseguindo os irmãos que voltam e os que se esforçam para acolhê-los.

Benditos os filhos que saíram. Não porque saíram, mas porque voltaram.

Malditos os filhos que nunca saíram fisicamente, mas sempre estiveram distantes, deixando-se tomar pelo ódio, rancor e injustiças. Malditos os que não são capazes de se alegrar porque o irmão voltou para a casa do Pai.

Benditos os filhos que sempre voltam. Benditos os pais, mães, crianças, adolescentes, jovens, idosos, que não se deixam dominar pelo ódio ou comparações e se esforçam para acolher. O critério para a salvação é “o quanto somos capazes de amar e perdoar”.

Bendito sejais, Pai Misericordioso, porque muito ou pouco distantes de sua casa, o Senhor é sempre capaz de dizer a cada um de nós, a cada filho que volta: “Meu filho, que bom que você voltou. Eu te amo. Fica comigo!”

 

 

Ivanaldo Mendonça, Padre, Pós-graduado em Psicologia, [email protected]

E os separados?

Por Ivanaldo Mendonça — No Evangelho Segundo Marcos (10, 2-16), Jesus manifesta-se expressamente contrário ao divórcio e ratifica o sagrado valor do matrimônio: “O que Deus uniu o homem não separe”. Considerando que o desejo de Deus é salvar toda pessoa e que a missão da Igreja é colaborar com Jesus na realização dessa obra, ultrapassemos o simplismo e o rigorismo.

Divorcio

Os homens e mulheres que, buscando ser verdadeiramente felizes, assumiram o matrimônio sob as bênçãos da Igreja e que, por razões às quais não nos cabe julgar, não se mantiveram fiéis ao compromisso firmado, tiveram sua maior alegria transformada em maior dor, jamais esquecida ou superada, por mais que se busque outras alternativas. Algumas considerações importantes no ajudam a refletir:

  • É inegável o valor sagrado do matrimônio e da família enquanto caminho que colabora para que o ser humano cresça integralmente;
  • O vinculo do matrimônio, para ser definitivamente estabelecido, supõe condições intrínsecas aos nubentes (noivos). Não cumpridas estas condições, mesmo que haja o rito, o matrimônio, em sua essência, não aconteceu. Se comprovado, através de procedimentos jurídicos eclesiásticos, o ato é declarado nulo pela Igreja e os envolvidos, estão livres para efetivarem uma união de forma válida;
  • A realidade da separação não diminui a dignidade humana ou cristã, nem exclui a ninguém da Igreja. Estabelecida a comunhão espiritual indissolúvel através do matrimônio, quebrar esta comunhão, estabelecendo outro vínculo, fere profundamente o compromisso de fé assumido, fere a comunhão, tornando inconciliável, inclusive, a Comunhão Eucarística.

Esta realidade propõe ao homem e mulher que assuma a condição na qual se encontra diante da fé que professa e da postura de vida que assume. Consciente da própria condição, o cristão católico que vive o drama da separação ou que contraiu outro vínculo, é convidado a lançar-se, confiante, nos braços do Pai e da Mãe-Igreja, buscando fazer, acima de tudo, a experiência do Seu amor pela via da misericórdia.

Ao final do referido Evangelho, Jesus expressa cuidado e atenção às crianças. A criança tem plena confiança no amor e bondade dos pais, sabendo e sentindo que, mesmo que erre, os pais não deixarão de amá-la. Deus Pai e a Mãe Igreja sabem que erramos, nos advertem, mas não nos confundem com os erros que cometemos.

Esta leitura permite-nos contemplar, com clareza, a ação amorosa de Deus, através de Jesus, assim como, a missão da Igreja, mãe espiritual de muitos filhos, dentre os quais, os que vivem o drama da separação e os envolvidos em tantas outras situações que exigem mais que um olhar criticista e condenatório, um olhar de amor e misericórdia.

 

Ivanaldo Mendonça, Padre, Pós-graduado em Psicologia, [email protected]

O Padre, este ‘balde humano’

Por Ivanaldo Mendonça — Após a missa o padre fora acometido com veemência. Alegava o queixante que a homilia fora especialmente dirigida a ele. Definindo-se como esclarecido, não leigo e capaz de ler as entre linhas, munido de verbetes, citações bibliográficas e notas de rodapé, acusava o Padre de hipocrisia. Considerando a vivência da fé de forma livre, responsável e madura, assim como a edificação espiritual do Corpo de Cristo, a Igreja, este fato sugere algumas considerações.

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Na Igreja, todo aquele que não pertence à hierarquia (bispo, padre e diáconos) é leigo. Aqui, o termo leigo não se aplica na forma positiva, por aquilo que é (sinônimo de desconhecimento e ignorância), mas por aquilo que não é. Não ser bispo, padre ou diácono, na Igreja, implica ser leigo. O conceito não exprime valoração, apenas especifica uma categoria, dentro da totalidade do Povo de Deus, a dos fiéis leigos. São eles, os leigos, absoluta maioria, homens e mulheres que se doam de forma alegre e generosa testemunhando o Evangelho para além das paredes da Igreja. O nobre homem, esclarecido na gramática, porém inábil em conceitos eclesiásticos, ao contrário do que afirmara, na Igreja é, categoricamente leigo. Batizado, dignamente investido do sacerdócio comum dos fieis que nos configura a Cristo sacerdote, profeta e pastor, deveria orgulhar-se disso. Ao apresentar-se como não-leigo inferiu que seus irmãos e irmãs de comunidade fossem inferiores a ele, ou seja, leigos no sentido positivo, de que nada entendem, ignorantes.

Acusar, julgar e condenar a quem quer que seja revestido de parcialidade e verdades pessoais revela impulsividade, além de limitação no entendimento. O ministro, ordenado, o padre, não é proprietário da Palavra que prega, mas simplesmente porta-voz. Deus, em Jesus Cristo, Verbo encarnado do Pai, vem ao nosso encontro na Palavra revelada e escrita, chamada Sagrada Escritura; é Ele o dono da Palavra. O ministro anuncia o ideal da fé, a vontade de Deus. É necessário ter clareza sobre aonde se quer chegar, mesmo que falte muito. A homilia (que significa ‘conversa familiar’) de forma clara e objetiva interpreta a Palavra aplicando-a aos tempos atuais. O Padre não anuncia ele mesmo, o que pensa, o que vive ou deixa de viver, muito embora deva esforçar-se, sobremaneira, para dar testemunho de fé, tampouco diz o que as pessoas devem ou não fazer. O ministro simplesmente apresenta a Palavra que proclamada, interpretada, acolhida e interiorizada, possui força interpeladora por Si própria no coração de cada membro da assembleia.

Alucinatório imaginar que o Padre, sufocado pelo volume de afazeres, tenha tempo suficiente para sondar a vida de cada fiel para mirar a cada um da assembleia. O ministro fala para uma única pessoa: a comunidade reunida e, falando a todos, fala a cada um de forma direta. A interpretação da Palavra contempla a realidade concreta da vida das pessoas, suas luzes e sombras. Apenas quando acolhida com o coração a Palavra encontra espaço para confirmar o que há de bom, aprimorar o que pode ser melhor e eliminar o que não presta.

Não vamos à Igreja para ouvir o que gostamos, mas o que precisamos. Focado intencionalmente nos limites do Padre, que não obstante a árdua missão é apenas um ser humano, ignora-se que a grande maioria das pessoas saem das celebrações abastecidas, dispostas a considerar o que foi proposto pela Palavra proclamada, interpretada, rezada e comungada. Quem vai ou deixa de ir à Igreja por causa do Padre, assina atestado de laicidade no sentido positivo (ignorância) e imaturidade espiritual. Quanto a ir à Igreja ‘só’ porque se gosta é pior ainda! Igreja não é estádio de futebol, sala de cinema ou clube social. Á Igreja não vamos porque gostamos, vamos porque dela necessitamos. Ela, nossa mãe espiritual, como toda verdadeira mãe, corre o risco de ser mal interpretada, mas não deixa de dizer ao filho, tanto o que ele gosta e merece quanto o que precisa ouvir. Quantos filhos e filhas agradecem à Mãe-Igreja por tudo que lhes transmite através de seus ministros e o quanto esta experiência é essencial ao seu crescimento. Esquecera-se também o nobre homem, como esquecem tantos outros, de que quando as cosias apertam é a um Padre que ele recorre, que pelas mãos de um homem de Deus recebe o perdão e sob sua orientação exerce o discernimento.

Estancada a hemorragia de palavras o homem emudeceu. O Padre calmamente disse-lhe: “Meu filho, quando precisares de um balde humano para acolher seus vômitos de angústia e dor, conte comigo. Isso também faz parte da minha missão”. A homilia dirigida à comunidade reunida interpelou aquele homem com profundidade, revelando a força transformadora da Palavra, que o vulcão entrou em erupção e, para suportar tamanha voracidade, com amor e misericórdia, sustentado pelo Cristo Bom Pastor, ninguém como o Padre, este balde humano.

 

 

 

Ivanaldo Mendonça, Padre, Pós-graduado em Psicologia, [email protected]

Paróquia São José realiza Missa dos Pais no Cemitério, domingo às 8h

Por ocasião do Dia dos Pais realiza-se no próximo domingo (9), Missa no Cemitério Municipal de Olímpia, às 8h.

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A tradicional celebração tem como objetivo ser, “através da expressão de fé e gratidão a Deus, um momento especial, no qual é celebrado o dom da vida de cada pai, aqueles que estão no céu e aqueles que estão na terra”, assinala o pároco Ivanaldo Mendonça.

“É uma forma simples, das pessoas se encontrarem, rezar e refletir sobre o valor da vida e, especialmente, sobre a mais importante missão dos Pais: ser reflexo do amor de Deus. O amor do nosso Pai Maior e o amor que o ser humano traz no coração aquece nossas vidas. A igreja celebra a vida dos pais que ainda cumprem sua missão na terra, e também a memória de todos aqueles que passaram pela terra e que junto de Deus intercedem por nós.”, acrescenta o padre.

A Paróquia São José convida todos a participar desta celebração.

Bispo não quer que fiéis caminhem pela igreja para se saudarem, entre outras proibições

O bispo diocesano de Barretos assinou Decreto Episcopal determinando maior rigor sobre a distribuição da ‘sagrada comunhão’ sob duas espécies, o ‘abraço da paz’ e acerca da atuação dos ‘ministros extraordinários da sagrada comunhão’ nas celebrações eucarísticas. O bispo também responde pelas paróquias de Olímpia.

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Dom Milton esclarece que, desde à sua chegada na Diocese, tem observado como esses ritos tem se desenvolvido em diversas paróquias e, assim, diz “ser importante chamar a atenção dos irmãos padres, dos ministros e fiéis” para o que a Igreja, de fato, determina nesses aspectos.

O bispo não quer, por exemplo, que o próprio fiel molhe a hóstia no cálice. Quanto ao rito da paz, não será permitido nenhum cântico e os fiéis deverão se cumprimentar sem deslocamentos pela igreja, assim como o celebrante não deverá abandonar o altar para cumprimentar alguém, por exemplo. E, aos fiéis, ainda, não será permitido, além do abraço fraternal, desejar cumprimentos especiais, como aniversário, páscoa, Natal entre outros. Por outro lado, não será permitido o padre delegar aos ministros a entrega das hóstias, porque eles colaboram e não substituem o ministro ordenado, no caso, o padre.

O DECRETO EM SUA ÍNTEGRA

Desde o início do meu ministério episcopal em nossa Diocese de Barretos, observando como são distribuídas as sagradas espécies do Corpo e do Sangue do Senhor, o Rito do Abraço da Paz e a participação dos Ministros Extraordinários da Sagrada Comunhão no Rito da Comunhão, creio ser importante chamar a atenção dos irmãos padres, dos ministros e fiéis para o que a Igreja determina em relação a estas matérias.

No uso das minhas faculdades, na qualidade de moderador da Sagrada Liturgia na diocese e “Pontífice responsável pelo culto divino da Igreja particular” (Diretório para o Ministério Episcopal dos Bispos, n. 145), considerando a importância desta matéria, determino que, a partir da presente data sejam observadas em todas as paróquias, nas respectivas Igrejas Matriz e Capelas (Comunidades), Casas Religiosas e Casas de Formação, as seguintes orientações:

1) SOBRE A SAGRADA COMUNHÃO SOB DUAS ESPÉCIES De acordo com o que determina a Instrução REDEMPTIONIS SACRAMENTUM sobre alguns aspectos que se deve observar e evitar acerca da Santíssima Eucaristia , no que tange à comunhão sob as duas espécies (cf. nn. 100-107), sublinho que:

  • Não seja permitido ao comungante molhar por si mesmo a hóstia no cálice, nem que receba na mão a hóstia molhada; ou seja, para a distribuição da comunhão eucarística é somente permitida a comunhão na boca (cf. n.104);

2) SOBRE O RITO DA PAZ De acordo com a Carta Circular da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, sobre o Significado Ritual do Dom da Paz na Missa, de 8 de junho de 2014, deve-se evitar nas celebrações eucarísticas alguns abusos:

  • A introdução de um “canto para a paz”, inexistente no Rito Romano: Significa que o canto da saudação da paz não existe e deve ser retirado das celebrações. Pode haver a saudação, mas sem o canto.
  • Os deslocamentos dos fiéis para trocar a paz: basta saudar as pessoas que estão próximas, sem se deslocar.
  • Que o sacerdote abandone o altar para dar a paz a alguns fiéis: o padre não deve se distanciar do altar durante o rito da paz.
  • Que em algumas circunstâncias, como a solenidade de Páscoa ou de Natal, ou Confirmação, o Matrimônio, as sagradas Ordens, as Profissões Religiosas ou as Exéquias, o dar-se a paz seja ocasião para felicitar ou expressar condolências entre os presentes: o rito da paz não é momento para dar “parabéns”, “feliz natal”, “feliz páscoa” ou qualquer outra saudação.

3) SOBRE O MINISTERIO EXTRAORDINÁRIO DA SACRADA COMUNHÃO EUCARÍSTICA

  • Será importante evidenciar que a função dos Ministros Extraordinários da Sagrada Comunhão Eucarística, nas celebrações eucarísticas, é sempre de colaboração, e não de substituição.
  • Daí, não é permitido que o ministro ordenado sente-se durante a comunhão eucarística deixando a distribuição da Sagrada Comunhão ao encargo dos ministros.
  • O primeiro a distribuir a Sagrada Comunhão é sempre o ministro ordenado, coadjuvado pelos ministros extraordinários da Sagrada Comunhão Eucarística; e não substituído por eles.
  • Quando há um maior número de ministros ordenados que os ministros extraordinários não desempenhem o seu ministério, dando àqueles que são ordenados a possibilidade de exercerem o seu ministério como lhes compete pelo sacramento da Ordem.

Esperando a compreensão e o acatamento destas determinações a partir da presente data, peço que sejam lidas aos fiéis nas missas do próximo final de semana.

Por favor, queiram providenciar cópias deste documento para os membros das Equipes de Celebração, os Ministros Extraordinários da Sagrada Comunhão Eucarística e àqueles cujas funções estão relacionadas com esta matéria.

A todos os que chegarem estas palavras invoco as bênçãos divinas e as luzes do Divino Espírito Santo, Padroeiro de nossa diocese.

Dado em Barretos, aos 04 de Agosto de 2015,

Memória Litúrgica de São João Maria Vianney, Patrono dos Párocos.

Dom Milton Kenan Júnior

Bispo de Barretos

Olímpia acolherá 350 jovens católicos para 3ª Semana Missionária

A 3ª Semana Missionária da Juventude da Diocese de Barretos tem nesta quinta-feira (23), a partir das 15h, em Olímpia. O credenciamento será realizado na Paróquia Nossa Senhora Aparecida. Até o momento, 350 jovens aproximadamente já haviam realizado as suas inscrições.

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Às 19h, os jovens seguem em caminhada até a igreja matriz da Paróquia São João Batista e às 19h30 participam da Eucaristia. Em seguida receberão as orientações gerais para a realização da missão.

A grande novidade deste ano, que tem como tema “Bem-aventurados os puros de coração, porque verão a Deus” (Mt 5,8), é que diversos padres do bispado de Barretos já confirmaram presença e na sexta-feira se juntarão aos jovens missionários e farão visitas aos enfermos durante todo o dia.

No sábado, depois da oração da Manhã, os jovens seguem em mais um dia de missão visitando residências anunciando a Boa Nova do Evangelho. Às 17h45, eles se concentrarão na igreja matriz da Paróquia São José para de lá seguirem em uma Caminhada Vocacional até a comunidade Nossa Senhora de Fátima, onde participarão de missa e uma Festa Julina.

Um arrastão da solidariedade está agendado para a manhã de domingo, a partir das 9h, e às 11h30 momento de partilha e Celebração de Envio.

Segundo o assessor diocesano do Setor Juventude, padre Emerson Silva, responsável pela organização da SM, este ano o número de participantes é maior e que os jovens estão sedentos de uma experiência missionária e com Deus. “É por isso que temos um número tão grande de jovens inscritos. Nós estávamos preparados para uns 250 participantes, e a minha expectativa é de que esses jovens, com sede e vontade de fazer uma experiência de Deus, e com coragem de anunciar a Palavra de Deus e de viver uma vida diferente, possam a partir dessa Semana Missionária, ter uma opção de vida distinta de tantas outras opções que a sociedade tem oferecido a eles. Vai ser um evento muito receptivo por parte das paróquias de Olímpia que abraçaram a SM e tenho certeza de que o efeito vai ser muito bom e produtivo em todas as paróquias. Vai ser um legado muito bom para os jovens missionários quanto para as comunidades da cidade de Olímpia”.

As edições anteriores da SM aconteceram em Barretos, em razão da Jornada Mundial da Juventude, e em Morro Agudo.