PF abre inquérito para apurar os R$ 102 mil em poder de assessor de Covas

A Polícia Federal abriu inquérito para investigar a origem de dinheiro flagrado, no sábado (27), em posse de um colaborador do deputado estadual Bruno Covas (PSDB-SP), que disputa mandato para a Câmara dos Deputados.

covas

O radialista Mário Welber, suplente de vereador em São José do Rio Preto (SP), foi interceptado no aeroporto de Congonhas, na capital paulista, carregando R$ 102 mil em dinheiro e um envelope com 16 cheques e um cartão da campanha do neto do ex-governador de São Paulo Mário Covas. Os valores foram identificados na passagem dele pelo aparelho de raio X.

O caso foi noticiado nesta quinta-feira (2) pelo jornal “O Estado de S. Paulo”. Segundo a publicação, ao ser flagrado, o suplente não explicou a procedência do dinheiro. Ele não foi preso.

Segundo a assessoria de Bruno Covas, o deputado não tem nenhuma relação com o dinheiro apreendido com Mario Welber e diz que o colaborador só fazia uma gentileza para a campanha:

“Os cheques se destinavam a pagamentos de prestadores de serviço da região de Rio Preto, estavam contabilizados e dentro da prestação de contas da campanha. Mario Welber estava em São Paulo para compromissos particulares e, a pedido do contador da campanha, aproveitou a passagem para encontra-lo e levar os cheques para o coordenador local, uma vez que voltaria naquele mesmo dia para Rio Preto. De acordo com o advogado, Mario Welber prestou os esclarecimentos necessários e se prontificou a esclarecer quaisquer que sejam as informações necessárias. Diante do extravio, os cheques serão cancelados. Todo e qualquer cheque emitido por uma campanha é regular e está contabilizado na  prestação de contas”, informou a assessoria de Bruno Covas.

Radialista e suplente de vereador do PSDB em São José do Rio Preto, Mário Welber informa no Facebook que trabalha na Secretaria de Estado do Meio Ambiente de São Paulo.

Fonte: Folha de S.Paulo

Delegado da PF revela ao Diário sobre prisões efetuadas na região ontem

A Polícia Federal realizou ontem, nesta terça-feira (15), uma operação de combate ao tráfico internacional de drogas. Foram cumpridos 43 mandados de prisão preventiva e 52 de busca e apreensão nos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Paraná. Segundo a PF, 200 policiais participam da Operação ‘Escorpião’ em cumprimento à decisão da 2ª Vara Federal de Araraquara (SP), que também determinou o bloqueio de valores depositados em diversas contas bancárias.

delegado

Olímpia chegou a ser citada em reportagens nacionais, inclusive da Globo.com (G1), dando conta de que ‘três pessoas’ de Olímpia teriam sido presas, o que tem gerado, até o momento, intensa discussão e até ‘bolsa de apostas’ de quem seriam esses três personagens ‘peixes grandes’ do tráfico, inclusive internacional, alvo da operação da PF.

O delegado responsável pela operação da Polícia Federal de Araraquara (SP), Alexandre Custódio Neto, atendeu na tarde de hoje, quarta (16), o Diário de Olímpia.Com e esclareceu: “Ninguém de Olímpia foi preso, nem era o nosso alvo, porque estamos nos concentrando, por ora, nos líderes das organizações criminosas, no núcleo do tráfico, inclusive internacional, e Olímpia foi citada na entrevista coletiva como uma das cidades que recebem a droga, que distribuem, onde há bocas de fumo, mas não houve sequer uma prisão ou apreensão em Olímpia, ontem”.

Iniciada em fevereiro de 2013, a investigação já resultou na prisão de 28 pessoas e apreensão de 380 quilos de cocaína, 130 quilos de maconha, 500 pontos de LSD, quatro armas de fogo, 28 veículos e R$ 100 mil. À época, os entorpecentes apreendidas chegaram ao país pelas regiões de fronteira de Foz do Iguaçu (PR), Ponta Porã (MS), Corumbá (MS) e Cáceres (MT).

Os integrantes das organizações criminosas investigadas atuavam na região de Araraquara e Ribeirão Preto, onde comercializavam drogas trazidas da Bolívia e Paraguai em carros e caminhões. O material era adquirido por traficantes de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul e, parte da carga, também se destinava ao estado de Minas Gerais, de acordo com a PF.

“Estamos trabalhando com grandes organizações criminosas, queremos os líderes, para porque não temos condições de atuar em frentes menores, obviamente surgiram diversos nomes, até espontaneamente, de pessoas que financiam, que distribuem, que oferecem logística às drogas, mas não de Olímpia, citei a cidade porque, a exemplo de outras, igualmente citadas, fazem parte da rota dessa distribuição, mas não das lideranças que, por ora, estamos preocupados”, disse o delegado ao Diário.

PF de Ribeirão Preto apreende cigarros e 49 quilos de cocaína

A Polícia Federal de Ribeirão Preto deflagrou nesta quarta-feira (7), às 6h, nas cidades de Franca, Nuporanga e São Joaquim da Barra, a “Operação Campo Belo”, que teve por objetivo combater os crimes de contrabando e descaminho.

PF-Ribeirao

Uma pessoa foi presa em flagrante na cidade de São Joaquim da Barra, por estar na posse de 26 caixas de cigarro oriundos do Paraguai. Também foram apreendidos R$ 81.000,00 e um veículo, os quais estavam na posse da referida pessoa.

O preso será indiciado pelo crime de contrabando, cuja pena é de 1 a 4 anos de reclusão.

49 QUILOS DE COCAÍNA

A PF de Ribeirão Preto apreendeu ontem, terça-feira (6), por volta das 16h, 49 quilos de cocaína. Três pessoas foram presas. Com os presos foram encontrados uma pistola calibre 9mm, de uso restrito das forças de segurança, e dois veículos, os quais eram usados pelos criminosos na logística do tráfico.

A droga vinha do Mato Grosso do Sul. Parte dela era vendida a consumidores em Ribeirão Preto e região e parte era revendida a outros Estados.

Estima-se que a quadrilha movimentava cerca de R$ 50 mil por semana com a venda do entorpecente.

Os presos serão indiciados por tráfico de drogas e associação ao tráfico, cujas penas somadas podem atingir 25 anos de reclusão. Responderão também pelo delito de posse de arma de fogo de uso restrito, cuja pena é de 3 a 6 anos de reclusão.

Mais cinco dias de prisão para suspeitos da Operação Fratelli

A Justiça de Fernandópolis (SP) prorrogou nesta sexta-feira (12) por mais cinco dias a prisão dos suspeitos detidos na operação Fratelli, que deflagrou um esquema de fraudes em licitações em quase 80 prefeituras do noroeste paulista e outras regiões de São Paulo. O prazo para prorrogar terminaria neste sábado (13). Segundo as investigações, todos estão envolvidos no esquema de fraude em licitações.

presos

Os 12 empresários e um servidor público foram presos na última terça-feira (9). A ação conjunta do Ministério Público Estadual e Federal e Polícia Federal cumpriu mais de 150 mandados de busca e apreensão no noroeste paulista e outras cidades do estado. Na mira das promotorias e da polícia, donos de uma empreiteira de Votuporanga (SP), suspeitos de comandar fraudes em licitações em pelo menos 80 prefeituras.

Segundo as investigações, eles teriam várias empresas no nome de laranjas para poder manipular as concorrências públicas, concorrendo entre si. O total de contratos fechados passariam de R$ 1 bilhão. Várias pessoas, entre elas ex-prefeitos, foram levadas para prestar depoimento no Ministério Público e depois liberadas.

Técnicos da Procuradoria Geral de justiça estão avaliando o material apreendido durante a operação para encontrar mais indícios e outras provas que possam levar a outros envolvidos no esquema fraudulento, que para os promotores era muito bem montado.

Os 13 presos durante a operação estão no CDP, Centro de Detenção Provisória de Rio Preto, e parte deles já foi ouvida pelos promotores do caso.

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), comandado pelo promotor de Justiça João Santa Terra, ouviu três acusados e três testemunhas até o momento. Todos os acusados permaneceram em silêncio. “Nós temos uma ideia de qual seja a acusação pelo que saiu na imprensa. Mas eles só deverão se manifestar depois de saber do que são acusados”, disse o advogado de três dos 13 presos na operação, Guilherme San Juan Araújo.

“Diante das péssimas condições do local no qual foram encarcerados, a intenção da defesa foi tão somente solicitar que eles fossem transferidos para um local minimamente digno, que atendesse aos preceitos constitucionais e legais, bem como que fossem respeitados os tratados internacionais de que o Brasil é signatário”, afirmou.

Araújo, defensor dos presos Valdovir Gonçalves, Humberto Tonani Neto e Jair Émerson da Silva, disse ainda que estuda se vai tomar alguma medida contra o uso indevido de algemas durante a remoção de presos da Capital para Rio Preto. “Não havia necessidade nenhuma disso”, criticou. (G1 e Diarioweb)

Gaeco, Polícia Federal e MPF denunciam “a organização criminosa que desviava recursos públicos”

A Polícia Federal, o Ministério Público Federal e o Ministério Público do Estado de São Paulo realizaram a partir da madrugada desta terça-feira (9), conforme divulgado neste Diário, uma ação conjunta com o objetivo de desarticular uma organização criminosa que desviava recursos públicos por meio de fraudes em licitações, basicamente dos Ministérios da Cidade e do Turismo. Ao todo, foram cumpridos 13 mandados de prisão, 16 mandados de condução coercitiva e 160 mandados de busca e apreensão, expedidos pela Justiça Federal em Jales (SP) e pela Justiça Estadual em Fernandópolis (SP).

Na entrevista coletiva, estiveram presentes o delegado da polícia federal em Jales, Cristiano de Pádua Silva; promotor do GAECO João Santa Terra Júnior; e Thiago Lacerda Nobre, procurador da República do Ministério Público Federal.

DSC_8496

Em entrevista coletiva à imprensa no auditório da Associação do Ministério Público do Estado, em Rio Preto, onde o Diário participou, às 14h, apurou-se que, desde 2007, um grupo de empreiteiras do ramo de pavimentação asfáltica estaria manipulando licitações publicas em municípios do interior de São Paulo, simulando competição entre si, com o objetivo de superfaturar as obras. Os contratos suspeitos foram firmados com cerca de 80 prefeituras municipais e superam R$ 1 bilhão de reais. Os valores desviados serão totalizados até a conclusão das apurações.

DSC_8487

Há indícios de que servidores e agentes públicos facilitaram a atuação da organização criminosa para desviar recursos municipais, estaduais e federais, como, por exemplo, da Caixa Econômica Federal (Caixa). Durante a investigação, foi constatado o pagamento de R$ 70 mil em espécie, destinado ao pagamento de propina a servidores municipais.

barbatira

DSC_8507

A Polícia Federal executou mandados de busca e apreensão, prisão e condução coercitiva dos suspeitos. Alem disso, o Ministério Publico do Estado de São Paulo, com apoio da Policia Militar, cumpriu os mandados de busca relativos às prefeituras, inclusive em Olímpia e algumas cidades da comarca, como Embauba, Severínia e Cajobi.

A ação de hoje é fruto da convergência de trabalhos do MP-SP, da PF e do MPF, que se iniciaram e se desenvolveram paralelamente a partir 2008. Como foram identificadas conexões entre as apurações, a Justiça autorizou o compartilhamento das provas. Assim, todos os mandados estão sendo cumpridos simultaneamente para otimizar os recursos e dar maior eficiência aos trabalhos desenvolvidos.

De acordo com o balanço apresentado pelo delegado Cristiano da Pádua Silva, da Polícia Federal em Jales (SP), pelo promotor de Justiça, João Santa Terra, e pelo procurador da República em Jales, Thiago Lacerda Nobre, foram cumpridos 160 mandados de busca e apreensão, expedidos pela Justiça Federal em Jales e pela Justiça Estadual em Fernandópolis (SP). Foram acumuladas mais de 20 mil folhas de documentos de licitações e convênios com fortes indícios de irregularidades. Ao todo foram investigadas 78 cidades no noroeste paulista.

Além disso, foram apreendidos R$ 250 mil em casas de empresários e ex-prefeitos que estariam envolvidos no esquema, além de 20 armas, algumas até de uso restrito. No total, 13 pessoas foram detidas preventivamente, dentre elas empresários, ex-prefeitos e funcionários públicos.

veículo-apreendido-Votuporanga

Participaram da operação 70 Promotores de Justiça, 250 Policiais Federais, mais de 100 servidores do Ministério Público e cerca de 250 policiais militares.

IMG-20130409-WA0001

Os investigados responderão, na medida de suas participações, pelos crimes de fraude à licitação, desvio de verbas publicas, corrupção ativa e passiva e formação de quadrilha.

DSC00076

DSC00082

A Justiça deve ajuizar nos próximos dias as ações criminais e de improbidades administrativas contra os acusados. As pessoas que estão detidas devem seguir presas por cinco dias, o que pode ser prorrogado pelo mesmo período, tudo para não atrapalhar as investigações. "Ninguém foi preterido, o que foi deixado para um segundo momento foram as buscas em algumas empresas. Várias outras empresas serão investigadas. Nós apenas escolhemos quais empresas seriam importantes para a investigação neste momento", afirma o promotor.

As empresas que faziam parte do grupo, segundo as investigações, começaram o esquema por volta do ano de 2008 e participaram de licitações, em que juntas, dariam cerca de R$ 1 bilhão em obras. De acordo com o procurador da República, o cérebro das ações do grupo era no município de Votuporanga, mas atingia cidades de todo o noroeste paulista e outras regiões do Estado de São Paulo. "Há alguns meses atrás percebemos que a quadrilha começava a lançar seus tentáculos para regiões do Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e, possivelmente, até Goiás", afirma o procurador.

Secretário de Assuntos Jurídicos garante: “A ação do GAECO e Polícia Federal não nos atinge”

“Estamos tranquilos, essa operação conjunta ocorrida na manhã de hoje na Prefeitura de Olímpia não nos atinge, não haverá nenhum problema quanto aos nossos procedimentos licitatórios, já que agimos sempre com extrema lisura”, disse o secretário de Assuntos Jurídicos da Prefeitura Edilson De Nadai, em entrevista coletiva à imprensa, logo após a intervenção do GAECO e Polícia Federal a partir das 6h, estendendo-se até por volta do meio-dia (leia detalhes da operação em outra matéria deste Diário).

2013-04-09-12.28.47

Para o secretário, foi uma operação tranquila. “Disponibilizamos todo material solicitado. Foram três computadores, da contabilidade, financeiro e licitação, e documentos licitatórios de empresas que estão sendo investigadas, que têm contrato com a Prefeitura de Olímpia”, disse.

Questionado se, por parte da prefeitura local, haveria alguma preocupação com os documentos apreendidos, o secretário rebateu: “Nada de extraordinário, pois as contas e processos licitatórios, de 2009 e 2010, já foram analisados e aprovados pelo Tribunal de Contas e Câmara Municipal. Referente ao ano de 2011 já recebemos parecer favorável, faltando apenas o crivo positivo dos vereadores. Sempre que temos dúvidas quanto a lisura de um processo submetemos a analise do MP local, então creio que não teremos problemas”, disse o advogado.

2013-04-09-12.22.44

Edilson disse que “entende o trabalho do promotor e do GAECO” e confirma que a Prefeitura de Olímpia “agiu de acordo com esperado e dentro das normas”.

Ele explicou que a razão de Olímpia integrar a lista das cidades onde  operação se desenvolveu, “é porque temos alguns contratos com essas empresas investigadas, entre elas a DEMOP Participações, de Votuporanga, e outras sete empresas”.

barbatira

Outras cidades da Comarca também receberam intervenções dessa ação conjunta, dentre elas Cajobi, Severínia, Guaraci, Embaúba e Altair.

PF apreende 450 quilos de crack, a maior do ano, em estrada vicinal de Olímpia

Chico Siqueira / Especial — Agentes da Polícia Federal (PF) de São José do Rio Preto fez nesta quinta-feira (20) a maior apreensão de crack do ano,  450 quilos, que foram deixados por um avião numa estrada vicinal de Olímpia. A droga estava na carroceria de uma caminhonete Toyota Hilux, dividida em tijolos guardados dentro de um saco de arroz boliviano com a inscrição: “Santa Cruz de La Sierra”.

crack

Segundo a PF, com a venda do crack, os traficantes deveriam faturar cerca de R$ 17 milhões. Além da caminhonete, um Pálio e um Peugeot 307 foram apreendidos. Os três motoristas foram indiciados por tráfico.

A maneira como a droga foi recebida chamou a atenção dos agentes. Os traficantes se vestiram de amarelinho, com coletes e capacetes. Fingindo ser operários da empreiteira que faz obras nas rodovias da região, eles usaram bandeiras e cavalete para interditar o trecho da estrada vicinal onde o avião desceu, num acesso à rodovia Assis Chateaubriand (SP-425), na zona rural entre os municípios de Olímpia e Guapiaçu.

Os agentes não conseguiram interceptar o avião, que deixou a droga e levantou voo, mas apreenderam a caminhonete e os dois carros. Ao vistoriar a caminhonete, acharam a droga.

PF prende investigador da Civil e quatro pessoas em pista clandestina de Barretos

A Polícia Federal em Ribeirão Preto formalizou na data de ontem a prisão em flagrante de um Investigador de Polícia Civil residente em Ribeirão Preto e outras quatro pessoas por terem sido flagradas aguardando o pouso de uma aeronave em uma pista clandestina no município de Barretos, em operação realizada pela Polícia Rodoviária Federal, FAB e Receita Federal.

pf

Os suspeitos tentaram fugir, mas foram perseguidos pela PRF com um helicóptero e, em razão de ter sacado de uma arma, o policial civil teve seu veículo alvejado e estilhaços da munição lhe atingiram, sendo então, preso e socorrido ao Pronto Socorro.

A aeronave tentou retornar ao Paraguai, mas caiu próximo a fronteira. Piloto e acompanhante foram presos na Polícia Federal em Guaíra/PR. No interior da aeronave foi constatada a existência de farta mercadoria descaminhada.

Os autuados negaram participação nos fatos, mas responderão pelos crimes de contrabando e descaminho e formação de quadrilha, cujas penas previstas são de 2 a 8 anos e de 2 a 6 anos, de reclusão, respectivamente.

O policial civil encontra-se ainda internado e os demais presos foram encaminhados ao Centro de Detenção Provisória de Ribeirão Preto, onde permanecerão à disposição da Justiça. (PF)

Passaporte passará a ser emitido no Plaza Shopping de Rio Preto, informa a PF

O serviço de emissão de passaportes da Polícia Federal, em Rio Preto, passará a ser realizado em novo local a partir do próximo dia 15. O documento será feito na alameda de serviços do Plaza Avenida Shopping.

O objetivo da mudança, segundo a polícia, é melhorar as condições de atendimento ao público. A inauguração está marcada para as 11 horas do dia 15 e vai contar com a presença do superintendente da Polícia Federal em São Paulo, Roberto Ciciliati Troncon Filho. Leia mais…

Delegado regional do Ministério do Trabalho é exonerado após prisão em Rio Preto. Em Olímpia, apenas documentos apreendidos

Uma operação da Polícia Federal ontem, quinta-feira (24), na região, prendeu o delegado regional do Ministério do Trabalho em Rio Preto, Robério Caffagni. Em Olímpia, roberio_caffagniconforme apurou este Portal, apenas houve apreensão de documentos, extratos bancários e computadores no Boullevard Shopping, mas a identidade dos envolvidos ainda é mantida sob sigilo pela PF e não se informa, também, se outros locais da cidade foram alvo da operação.

Segundo o portal ‘G1’, o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, determinou a exoneração de Robério Caffagni. Segundo o ministério, um inquérito administrativo está sendo aberto para investigação das acusações e o servidor será punido caso sejam comprovadas as acusações. Leia mais…

Polícia Federal realiza megaoperação na região e cumpre mandados de busca em Olímpia

Dezoito mandados de prisão e 45 de busca e apreensão estão sendo cumpridos desde a manhã desta quinta-feira (24), em Rio Preto e região, inclusive em Olímpia, com policiais fortemente armados no Boullevard Shopping. A PF ainda confirmará ao Blog se houve prisão em Olímpia, pelo menos apreensão de documentos houve.

O objetivo da operação Tamburutaca é desmantelar um esquema de pagamento de propina envolvendo o Ministério do Trabalho. Foram envolvidos 200 policiais com mandados de busca e apreensão e prisões em 14 cidades. Leia mais…

PF NÃO ENCONTRA PROVAS CONTRA CIRO E O LIBERTA APÓS 88 DIAS EM SP. ADVOGADOS ESTUDAM REPARAÇÃO

DSC013412 EXCLUSIVO – Oitenta e oito dias na prisão da Polícia Federal, em São Paulo, foram ocupados por um olimpiense que, afinal de contas, a Justiça Federal atestou que “por ora, não há indícios da participação de Ciro Marcondes Plaza, no crime investigado”. O proprietário do Exagerado Lanches, de Olímpia, preso em 17 de outubro do ano passado, através de mandado de prisão temporária, pela Polícia Federal, obteve liberdade plena, chegando em sua casa às 2h da madrugada desta quinta (17).

”Foi um grande equívoco”, explicou, na tarde de hoje, o advogado Raphael Zolla de Rezende, de Ribeirão Preto (SP), que integra um escritório de advogados que defendeu o comerciante olimpiense, a ZFRC.

Continuar lendo PF NÃO ENCONTRA PROVAS CONTRA CIRO E O LIBERTA APÓS 88 DIAS EM SP. ADVOGADOS ESTUDAM REPARAÇÃO

Ciro Marcondes é citado no ‘Jornal da Globo’ e no ‘Diário da Região’ como auxiliar na logística da distribuição de drogas da quadrilha

DSC07034O comerciante Ciro Marcondes Plaza, de Olímpia, continua sendo citado em reportagens, inclusive de alcance nacional e internacional, como o ‘Jornal da Globo’, e na edição deste domingo do Diário da Região, terceiro maior jornal do interior de São Paulo, como um dos membros de quadrilha de tráfico internacional de drogas.

esquemadrogqa

“Na região, a droga era colocada em caminhões por Antonio de Souza, 46 anos, Alex Gonçalves da Silva, 30, ambos de Rio Preto, e Ciro Marcondes Lourenço Plaza, 32 anos, de Olímpia. E seguia até um galpão da quadrilha em Arujá, cidade próxima da Capital, onde era refinada. A maior parte era exportada para a Europa a US$ 40 mil o quilo – diferença de 1.900% em relação ao preço de compra”, citam os repórteres Allan de Abreu e Rita Magalhães, na reportagem publicada hoje no Diário da Região: “Quadrilha chefiada por rio-pretense lucrava R$ 35 mi”. Leia mais…

PF não revela detalhes de cada preso na Operação Deserto, só que todos foram transferidos para São Paulo. Família se cala

Todos presos temporários na Operação Deserto, da Polícia Federal, deflagrada na madrugada de ontem (quinta, 17), na região de Rio Preto, incluindo o comerciante Ciro Marcondes Plaza, foram transferidos para a capital paulista. Somente esta foi a informação passada na superintendência da PF, tanto em Rio Preto quanto em São Paulo.

O Portal tentou por várias vezes falar com a esposa do comerciante de lanches, Juliana Marcondes, sobre a situação do marido, preso na operação que investiga o tráfico internacional de drogas, mas, por duas vezes, atendeu e disse que não poderia falar ao celular, e nas outras, simplesmente deixou cair na caixa postal. Leia e veja mais…

Comunidade torce para que Ciro seja liberado hoje e que tudo não tenha passado de mais uma ‘espetacularização’ da ação policial

DSC01341Boa parte da população de Olímpia reagiu, com certeza, negativamente à ação da da Polícia Federal prendendo, dentro de uma mega operação (intitulada “Deserto”) que visa desbaratar quadrilhas internacionais do tráfico de drogas, um comerciante acima de qualquer suspeita: Ciro Lourenço Marcondes Plaza. Foram 30 comentários em poucas horas, sem contar retuítes (Twitter) e repercussão no Facebook.

Espera-se que tudo não tenha passado que se convencionou chamar de “espetacularização” da ação policial, notadamente da Polícia Federal, em casos de maior repercussão, cercadas de mistério e de nomes de operações pomposos, como este, “Deserto”. E espera-se que nesta quinta, logo pela manhã, Ciro seja ouvido e, afinal, liberado. Leia mais…

Delegado da "Operação Deserto" diz que presos serão transferidos hoje para SP. Ciro ainda será ouvido amanhã, revela a mulher

delegaTodos os presos pela Polícia Federal, na “Operação Deserto”, nas primeiras horas desta quinta-feira negaram envolvimentos com o tráfico internacional de drogas, conforme é o objetivo principal da missão. Segundo a esposa Juliana, Ciro Lourenço Marcondes Plaza, de Olímpia, proprietário de uma lanchonete na cidade será ouvido somente nesta quinta (18), ás 8h. Veja reportagem da TV Tem agora há pouco no final dessa notícia.

Ainda nessa noite, todos serão transferidos para presídios da capital paulista. Eles, como Ciro, cumprem prisão temporária de 30 dias, podendo ser prorrogada por mais trinta e, até ser transformada em prisão preventiva, segundo declarou um investigador da PF para o Portal agora à noite. Leia e Assista mais…