Domingo cedo tem ‘pedalada’ coletiva. Participação livre

A bela pedalada de domingo com os amigos, café da manhã, sarau e uma boa prosa – é o que promete o evento “Pedaluzo”, promovido pelo Circuito Coletivo Cafuzo Pensante, de Olímpia, para o próximo domingo (5).

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Essa pedalada tem o propósito de incentivar os iniciantes do pedal e trazer um trajeto simples onde os bikers profissionais também participam para ajudar os amigos novatos.

PROGRAMAÇÃO

08:00 — Concentração na Praça da Matriz.
Alongamento e Aquecimento.
08:30 — Inicio do Pedalada em um trajeto dentro da cidade (15 km).
09:30 — Chegada ao sindicato dos bancários.
Café da manhã — combo (lanche natural, suco e frutas)

Dicas para alimentação saudável pré e pós pedalada.
Sarau com musica boa e prosa com os amigos.

Afinal… “Quem anda de bicicleta, nunca mais esquece”, divulga o Cafuzo Pensante.

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Passeio do Fusca em Olímpia reúne admiradores e até prefeitos

Mais uma vez os integrantes do Amigos do Fusca,  liderados pelo empresário Nilton Flavio Santos, reuniram-se na Praça da Matriz de Olímpia para um passeio com suas máquinas. O encontro que é promovido pela Associação Amigos do Fusca  se deu neste domingo (01) onde participantes de toda a região compareceram ,  dentre eles os prefeitos:  Nil de Severínia e Geninho Zuliani de Olímpia.

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O evento reúne particularidades pouco observadas, porém de extrema relevância. Como o caso de casais que pela manhã passam pela praça de mãos dadas, relembrando seus tempos de namoro no fusquinha, colecionadores apaixonados por carros originais e absolutamente conservados, crianças que brincam em torno dos carros irreverentes e coloridos sempre expostos na ocasião, além do bate papo entre amigos de velha data, enfim uma grande sugestão para um passeio em família. Além é claro, a biografia do Fusca que atravessa gerações e nunca deixa de encantar.

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A carreata passou por vários pontos da cidade e teve sua finalização na Pousada Monte Carlo (www.montecarlopusada.com.br) , onde os integrantes foram recepcionados com um elegante café da manhã.

Para quem gosta do automóvel, lançado na década de 50 no Brasil, o encontro foi uma oportunidade de ver modelos únicos e conhecer histórias de um dos carros mais populares do país.

GALERIA DE FOTOS

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No dia do fusca, apaixonados pelo carro se encontram em Olímpia

Será realizado neste domingo (1º) um Passeio em comemoração ao Dia Nacional do Fusca, com saída ás 9h, da Praça da Matriz de Olímpia. Haverá um café da manhã na Pousada Monte Carlo. O evento é promovido pela Associação Amigos do Fusca de Olímpia.

Para quem gosta do automóvel, lançado na década de 50 no Brasil, o encontro é uma oportunidade de ver modelos únicos e conhecer histórias de um dos carros mais populares do país.

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Antes de ser nacional, o Fusca já estava nas ruas do País.  Ele chegou em 1950, depois de 11 anos de sucesso na Europa e de ter enfrentado com os “pés nas costas” os rigores da Segunda Guerra Mundial.

Apenas 30 unidades vieram na primeira leva, com o nome de Volkswagen Sedan.  Não traziam frisos ou cromados e eram praticamente idênticas aos Fuscas pioneiros saídos da fábrica em 1939, na Cidade KdF, batizada depois da Guerra de Wolfsburg.

O visual redondinho logo criou um contraste com os “banheirões” americanos vendidos no Brasil à época.  Assim, o Fusca foi conquistando o coração dos motoristas brasileiros. fusca

Com motor refrigerado a ar, manutenção barata e resistência mecânica fora do comum, o VW se incorporou ao cotidiano das ruas do País até começar e ser montado aqui em 1953, ainda com peças importadas.

A produção nacional, em 1959, marcou a estreia da primeira fábrica da Volks fora da Alemanha, em São Bernardo do Campo.  E assim foi até 1986, quando a trajetória do Fusca foi interrompida após mais de 3 milhões de unidades fabricadas.

Nessa primeira fase de produção – o carro voltou a ser feito em 1993 -, foram 27 anos, sendo 24 deles na liderança de vendas no País, mesmo tendo recebido atualizações mínimas.  Até porque seria um “crime” mudar radicalmente as formas atemporais do carrinho.

O Fusca foi criado por Ferdinand Porsche a pedido de Adolf Hitler.  O ditador alemão queria um “volkswagen”, carro do povo em alemão, para desfilar o poderio tecnológico do partido nazista por suas recém-inauguradas autobahns (autoestradas).

Entre as exigências de Hitler para o Fusca estavam a capacidade de levar dois adultos e três crianças, manter velocidade média de 100 km/h, consumir pouco e ter preço de motocicleta. 55-anos-fusca-brasileiro-1-670

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O retorno da produção do Fusca no País, em 1993, foi bancado pelo então presidente da República Itamar Franco, um fã assumido do modelo que não se conformava com seu fim.  A ideia de Itamar era muito similar à de Hitler: fabricar um carro popular que mostrasse que o Brasil estava crescendo economicamente. O carro, que ficou conhecido como Fusca Itamar, sairia de linha definitivamente em 1996.

A história do Fusca no Brasil tem uma particularidade: o retorno da fabricação em 1993, sete anos após sua paralisação, em 1986. A pedido do então presidente da República, Itamar Franco, o carro voltou a ser produzido, em uma versão movida exclusivamente a etanol, e parou de ser fabricado em 1996.

O primeiro banho de mar para 43 crianças da Escola Wilquem Manoel Neves

Alunos do ensino fundamental de Olímpia irão visitar, durante sete dias, a cidade de Santos, com sua beleza, praias e, em especial, o local onde estarão hospedados: A Casa da Vovó Anita, situada na Praia do Embaré, bem em frente ao mar. Com certeza, o primeiro banho de mar para elas será inesquecível.

A comitiva será de 43 crianças de até 12 anos, com sete funcionários – todos da Escola Estadual Wilquem Manoel Neves. O passeio compreenderá entre os dias 1º e 7 de Dezembro. O trabalho é da professora (que há poucos dias assumiu a direção da escola de Ribeiro dos Santos), Sandra Maria Pereira Bueno, e da diretora da escola Heloísa Maria Marchi.

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O empresário José Elias Morais (Zé das Pedras) contribuiu com R$ 500 para o lanche da volta, evitando que, sem a refeição oferecida pela Casa, pudessem encurtar ainda mais o passeio. “Esse é o mês do Papai Noel, eu faço esse trabalho voluntário há 25 anos, sem nenhum interesse, porque faz parte de meu íntimo e de promessa que fiz quando não podia dividir o pouco que tenho com os que nada tem, e tenho muito apreço pelos estudantes e por esse trabalho da escola Wilquem. Colaborar com esse passeio que irá acrescentar em cultura, conhecimento e lazer, não tem preço”, disse o empresário ao entregar o cheque para a diretora e coordenadoras do trabalho, na tarde de ontem, segunda (25).

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Ontem, inclusive, a escola passava orientações para os pais e responsáveis das crianças de como será o passeio, colocando-os a par de tudo. “A nossa missão aqui é fazer tudo às claras, nada é escondido, e os pais devem ficar a par de cada passo dado em nossos projetos”, disse a diretora Heloisa Marchi. As crianças terão cinco refeições diárias, além de passeios e, claro, para a maioria, o primeiro banho de mar.

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A CASA DA VOVÓ ANITA

Sim, a água do mar é salgada. Quem fica surpresa com isso é a criançada residente em cidades do Interior do Brasil, que em Santos tem seu primeiro contato com o mar. E existe até uma instituição criada para promover esse contato inicial entre as crianças e o mar: é a Casa da Vovó Anita, que aliás foi instalada de frente para a praia. Desde 1972, a entidade recebe grupos de crianças para uma temporada de duas semanas à beira do mar, num trabalho benemerente inédito no País.

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A Casa é dividida em dois amplos blocos. No primeiro bloco, no andar térreo está o salão nobre, secretaria com banheiros (feminino e masculino), tesouraria e arquivo, que funciona também como casa de som.

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No primeiro andar está instalado o auditório com 154 cadeiras do tipo escolar, palco, dois camarins e banheiros para artistas e público. Possui ainda um televisor colorido. No local podem, conforme as conveniências, fazer trabalhos escolares, assistir televisão ou fazer brincadeiras teatrais.

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No segundo andar fica o paraíso da molecada. Um salão com brinquedos de toda a espécie e biblioteca. No segundo bloco tem dois amplos refeitórios e cozinha industrial, dois pátios com banheiros, dependências para guardar alimentos e material de limpeza, na parte térrea. No primeiro andar fica a sala de costura, dois dormitórios com 52 camas cada e dois banheiros com sanitários e chuveiros de água quente e fria. Tem também dois quartos com 04 camas e banheiros privativos. Funciona também neste andar, uma lavanderia industrial para atender a demanda diária das roupas de cerca de 120 pessoas, além da roupa de uso nos dormitórios, cozinha etc.

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“Foram inauguradas as instalações em 15 de agosto de 1972 com a presença de familiares, várias autoridades e do Bispo Diocesano. As crianças do Instituto de Surdos-mudos Santa Terezinha de São Paulo foram os primeiros hóspedes que a Casa recebeu e, até a presente data, já gozaram de excelentes férias junto ao mar mais de quarenta mil crianças assistidas por cerca de 1200 entidades e 50.000 crianças, conforme consta em nossos registros”, assinala o site da instituição.