Agências do INSS estão em greve na região, inclusive em Olímpia

As agências do Sindicato dos Servidores Federais amanheceram em greve nesta terça-feira (7) em toda a região, inclusive em Olímpia, cujo telefone não atende e cai em fax.

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Os servidores federais decidiram em assembleia a paralização depois que as reivindicações não foram atendidas pelo Governo Federal e pelo Ministério da Previdência Social. Eles pedem um reajuste salarial de 27,5 % imediato, mas foram oferecidos pelo Governo apenas 21 % com aumento gradual durante os próximos quatro anos.

Além do reajuste, os servidores pedem também melhorias nas condições de trabalho e no atendimento à população.

Bancários encerram greve nesta terça-feira

Exatamente uma semana depois de seu início, a greve dos bancários chega ao fim hoje. A decisão foi tomada ontem em assembleia realizada na sede do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de Rio Preto e Região, onde os trabalhadores da classe aceitaram a sugestão da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf) de encerrar a greve.

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O Comando Nacional sinalizou para o encerramento da greve depois da última rodada de negociação entre os representantes dos trabalhadores e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), na sexta-feira à noite, quando a categoria recebeu a proposta de reajuste de 8,5% para o salário, um aumento real de 2,02%. A proposta anterior era de 7,35%. O aumento para o piso da categoria passou de 8% para 9%, além de um reajuste de 12,2% no vale refeição.

A Fenaban também propôs a compensação dos dias parados durante a greve, na forma de uma hora por dia no período de 15 de outubro a 31 de outubro, para quem trabalha seis horas, e uma hora por dia no período entre 15 de outubro e 7 de novembro, para quem trabalha oito horas. Segundo o presidente do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de Rio Preto e Região, Aparecido Roveroni, apesar de a proposta da Fenaban não ser o que a categoria pedia, o resultado foi satisfatório. “Conseguimos um bom resultado diante da atual situação econômica do País.”

Fonte: Diarioweb

GREVE! Bancos privados abrem a partir do meio-dia. Os estatais, só nos caixas eletrônicos

Os bancários de Olímpia aderiram um dia após à campanha nacional dos bancários iniciada ontem (30), e estão parcialmente em greve. Somente os bancos privados abrirão, pelo menos durante esta semana, do meio-dia às 15h. Os estatais, como Banco do Brasil e Caixa Federal, permanecem integralmente em greve, segundo esclareceu ao Diário, na manhã de hoje, o presidente da sub-sede do Sindicato dos Bancários de Rio Preto, em Olímpia, vereador Hilário Ruiz.

Os comerciantes se ressentem. Segundo Mário Mandarino, da Empório e Sabores, “nos 23 dias de greve do ano passado, no mesmo período, o meu movimento caiu 35%. Está tudo registrado. Infelizmente, a greve dos bancários nos traz muitos prejuízos, além de incômodos em diversos serviços”.

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Os bancários reivindicam 12,5% de reajuste, valorização do piso salarial, PLR maior, garantia de emprego, melhores condições de saúde e trabalho, com fim das metas abusivas e do assédio moral, mais segurança nas agências e igualdade de oportunidades.

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Filas de clientes já se posicionavam dentro das agências à espera da abertura ao meio dia (no caso dos bancos privados, como Itaú, Santander, Bradesco), ou para utilização dos caixas eletrônicos.

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“Sabemos que a greve é uma dor de cabeça para o usuário, pedimos a sua compreensão, mas é uma luta nacional, somente no Estado de São Paulo temos milhares de bancários afastados do trabalho por condições psicológicas adversas de trabalho, é muita pressão também, e a categoria é conhecida por sua união e pela insistência na obtenção do que considera justo para todos”, disse Hilário.

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O QUE ELES QUEREM

AS PRINCIPAIS REIVINDICAÇÕES DOS BANCÁRIOS
Reajuste salarial de 12,5%.
Piso Salarial de R$ 2.979,25
PLR: três salários mais parcela adicional de R$ 6.247.
14º salário.
Vales alimentação, refeição, cesta-alimentação, 13ª cesta e auxílio-creche/babá: R$ 724,00 ao mês para cada (salário mínimo nacional).
Gratificação de caixa: R$ 1.042,74.
Gratificação de função: 70% do salário do cargo efetivo.
Vale-cultura: R$ 112,50 para todos.
Fim das metas abusivas.
Combate ao assédio moral.
Isonomia de direitos para afastados por motivo de saúde.
Manutenção dos planos de saúde na aposentadoria.
Emprego: fim das demissões e da rotatividade, mais contratações, proibição às dispensas imotivadas como determina a Convenção 158 da OIT, aumento da inclusão bancária e combate às terceirizações.
Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) para todos os bancários.
Auxílio-educação: pagamento para graduação e pós.
Prevenção contra assaltos e sequestros: cumprimento da Lei 7.102/83 que exige plano de segurança em agências e PABs, garantindo pelo menos dois vigilantes durante todo o horário de funcionamento dos bancos; instalação de portas giratórias com detector de metais na entrada das áreas de autoatendimento das agências; biombos em frente aos caixas e fim da guarda das chaves de cofres e agências por bancários.
Igualdade de oportunidades para todos, pondo fim às discriminações nos salários e na ascensão profissional de mulheres, negros, gays, lésbicas, transexuais e pessoas com deficiência (PCDs).
A PROPOSTA DOS BANCOS REJEITADA PELOS BANCÁRIOS
Reajuste de 7,35% (0,94% de aumento real).
Piso portaria após 90 dias – 1.240,89 (8% ou 1,55% de aumento real).
Piso escritório após 90 dias – R$ 1.779,97 (1,55% acima da inflação).
Piso caixa/tesouraria após 90 dias – R$ 2.403,60 (salário mais gratificação mais outras verbas de caixa), significando 1,39% de aumento real).
PLR regra básica – 90% do salário mais R$ 1.818,51, limitado a R$ 9.755,42. Se o total ficar abaixo de 5% do lucro líquido, salta para 2,2 salários, com teto de R$ 21.461,91.
PLR parcela adicional – 2,2% do lucro líquido dividido linearmente para todos, limitado a R$ 3.637,02.

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Antecipação da PLR
Primeira parcela depositada até dez dias após assinatura da Convenção Coletiva e a segunda até 2 de março de 2015.
Regra básica – 54% do salário mais fixo de R$ 1.091,11, limitado a R$ 5.853,25 e ao teto de 12,8% do lucro líquido – o que ocorrer primeiro.
Parcela adicional – 2,2% do lucro líquido do primeiro semestre de 2014, limitado a R$ 1.818,51.
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Auxílio-refeição – R$ 24,88.
Auxílio-cesta alimentação e 13ª cesta – R$ 426,60.
Auxílio-creche/babá (filhos até 71 meses) – R$ 355,02.
Auxílio-creche/babá (filhos até 83 meses) – R$ 303,70.
Gratificação de compensador de cheques – R$ 137,97.
Requalificação profissional – R$ 1.214,00.
Auxílio-funeral – R$ 814,57.
Indenização por morte ou incapacidade decorrente de assalto – R$ 121.468,95.
Ajuda deslocamento noturno – R$ 85,03.
CALENDÁRIO
Setembro
30 – Início da greve nacional por tempo indeterminado
Outubro
2 – Manifestações em frente aos prédios do Banco Central, em defesa de um BC independente do mercado financeiro
Fonte: Contraf-CUT

Bancários ainda trabalham em Olímpia, mas não por muito tempo

Pelo menos em Olímpia, nesta terça-feira (30), ao contrário de Rio Preto e cidades da região, os bancários ainda não cruzaram os braços. Ainda. Mesmo assim, fique de olho, consumidor: greve de bancários, com agências bancárias fechadas, não exime o consumidor de adiar pagamentos. O alerta é da Fundação Procon-SP diante das costumeiras reclamações por conta de prazos perdidos. Os funcionários dos bancos decidiram na noite de ontem parar suas atividades a partir de hoje em Olímpia e em várias cidades da região. Existem alternativas para que o pagamento de contas seja realizado no prazo mesmo com a greve.

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Segundo o Procon, os consumidores devem entrar em contato com empresas e concessionárias de serviços e solicitar outras formas e locais para pagamento. A obrigação da empresa credora é de oferecer alternativas para que os pagamentos sejam efetuados. O pedido deve ser documentado por e-mail ou pelo número de protocolo. Entre as opções para pagamento de contas de consumo e tributos estão os caixas eletrônicos, que continuam funcionando normalmente; as casas lotéricas, espalhadas por toda a cidade; os supermercados; e agências dos Correios, que oferecem ao público a opção do Banco Postal – nestes três últimos, as empresas devem ter convênio firmado.

O Banco Postal permite a realização de praticamente todos os serviços oferecidos por bancos, como pagamento e recebimentos de contas, desde que possuam convênio com o Banco do Brasil, solicitação de cartões de crédito, saques, depósitos e até abertura de contas. De acordo com os Correios, qualquer pessoa pode realizar o pagamento de contas em dinheiro no Banco Postal com limite de recebimento de no máximo R$ 1,5 mil, para títulos do Banco do Brasil, e R$ 300, para títulos de outros bancos.

Também é possível pagar todas as suas contas sem sair da sua casa, pelo internet banking, ou até mesmo de qualquer lugar em que estiver, pelo celular. O presidente da Associação dos Profissionais e Empresas de Tecnologia da Informação (Apeti), Rafael Derrico, afirma que, apesar dos riscos existirem, o internet banking pode ser bem seguro com alguns cuidados. “É essencial utilizar um computador com um antivírus de qualidade.

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É importante também tomar cuidado com links e e-mails acessados desse computador, que podem instalar arquivos mal-intencionados na máquina. Além disso, os bancos, hoje em dia, sempre disponibilizam ferramentas próprias, que servem como guardiões para o acesso online”. No entanto, procurar a Fundação Procon-SP para registrar uma reclamação formal deve ser a última opção, afirma Alexandre Cavalheiro, coordenador do núcleo regional do Procon-SP em Rio Preto.

Proposta é baixa, diz sindicalista

Os últimos detalhes da greve foram decididos na noite de ontem em uma última assembleia realizada na sede do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de Rio Preto e Região. O presidente do sindicato em Rio Preto, Aparecido Roveroni, comentou a necessidade de a categoria se unir para conseguir melhores resultados na negociação com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban).

“Fomos chamados no sábado para mais uma reunião, mas, infelizmente, a proposta feita pela Federação foi muito baixa. Não sabemos até onde vão, mas vamos lutar para conseguir pelo menos um resultado semelhante à greve do ano passado”, disse. No ano passado, a greve terminou depois de 23 dias de duração, quando a Fenaban apresentou a proposta de reajuste dos salários de 8%, com ganho real de 1,82%.

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Os pisos iniciais dos bancários receberão uma correção de 8,5%. Descontada a inflação, a reposição chega a 2,29%. O pedido da categoria é de reajuste salarial de 12,5% e direito ao 14º salário, vale-alimentação, refeição, cesta alimentação, 13ª cesta e auxílio-creche/babá no valor de R$ 724 para cada um desses itens. Quanto à PLR, o pedido é de três salários mais parcela adicional de R$ 6.247.

Os bancários também querem gratificação de caixa de R$ 1.042,74, gratificação de função de 70% do salário do cargo efetivo e vale-cultura de R$ 112,50. Na última rodada de negociações, feita no sábado, a Fenaban ofereceu 7,35% (inflação dos últimos 12 meses, de setembro de 2013 a agosto de 2014, mais 0,94% de aumento real) e 8% para o piso (1,55% acima da inflação).

Fonte: Diarioweb

Bancários podem entrar em greve nesta terça, atrapalhando a rotina de todos

Os bancários fazem hoje (29) assembleia para organizar a paralisação da categoria, que deve começar amanhã (30). Foi o que informou o Comando Nacional dos Bancários, coordenado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf). Eles tiveram reajuste que cobriu a inflação e ainda reposição, mas estão insatisfeitos.

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A proposta apresentada pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), na tentativa de evitar uma greve, foi considerada “insuficiente, não somente do ponto de vista econômico, mas também porque ignora completamente as demais reivindicações da pauta de reivindicações da categoria”.

Entre as reivindicações dos bancários, estão reajuste salarial de 12,5%; piso salarial de R$ 2.979,25; 14º salário; participação nos lucros e resultados de três salários mais parcela adicional de R$ 6.247; vales alimentação e refeição, cesta alimentação, 13ª cesta e auxílio-creche/babá de R$ 724 ao mês.

Outras demandas são:  gratificação de caixa, no valor de R$ 1.042,74; gratificação de função equivalente a 70% do salário do cargo efetivo; e vale-cultura de R$ 112,50 para todos trabalhadores.

É sempre assim: bancários, insatisfeitos, podem entrar em greve dia 30

O Comando Nacional dos Bancários divulgou nota declarando considerar insuficientes as propostas de caráter econômico apresentadas pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) na última sexta-feira (19), na sétima rodada de negociações da Campanha Nacional, que incluem reajuste de 7% no salário (0,61% de aumento real), na PLR e nos auxílios refeição, alimentação e creche, além de 7,5% no piso (1,08% acima da inflação).

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O Comando Nacional dos Bancários aprovou um calendário de mobilização para pressionar os bancos a apresentarem novas propostas que atendam as expectativas da categoria, apontando para a deflagração de greve por tempo indeterminado a partir de 30 de setembro, com assembleias deliberativas nos sindicatos da categoria nos dias 25 e 29 desde mês.

O presidente do Sindicato dos Bancários de Barretos e região, Marco Antônio Pereira, declarou que “o índice de reajuste apresentado apesar de contemplar a reposição integral da inflação e aumento real de 0,61%, são muito insuficientes diante do lucro do sistema financeiro.

Além disso, a Fenaban não apresentou propostas para proteger o emprego, combater o assédio moral, metas abusivas e melhorar a segurança, que hoje são fundamentais para os bancários, clientes e usuários”, disse.

Fonte: Diário de Barretos

Professores e funcionários da USP, Unesp e Unicamp marcam paralisações na quarta-feira

Os professores e funcionários técnico-administrativos de USP, Unesp e Unicamp vão fazer uma paralisação na próxima quarta-feira (21). A decisão foi tomada após os reitores das três universidades anunciarem o congelamento dos salários em razão da crise financeira das entidades.

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De acordo com o Cruesp (Conselho dos Reitores da Universidades Estaduais Paulistas), ficaram vetados quaisquer reajustes porque os gastos com salários vêm comprometendo demasiadamente suas receitas. Na USP, 104,22% do orçamento é destinado para a folha de pagamento. Na Unicamp e na Unesp, os percentuais são de 96,52% e de 94,47%, respectivamente.

No mesmo dia da paralisação, está marcada uma nova reunião do Cruesp. Caso a decisão se mantenha, o Fórum da Seis – órgão criado para representar os servidores – proporá uma greve geral por tempo indeterminado.

Segundo os funcionários, Unicamp e Unesp estavam dispostas a fazer o reajuste, mas foram convencidas pela USP do contrário. A Adusp (Associação dos Docentes da USP) e o Sintusp (Sindicato dos Trabalhadores da USP) requerem reajuste de 9,78% – 3% de defasagens acumuladas mais inflação dos últimos 12 meses. Argumentam que o rendimento das reservas mantidas pela universidade é suficiente para realizar os pagamentos. “Todos vão ter uma surpresa. Faremos uma greve forte se não mudarem de posição”, disse Magno de Carvalho, um dos diretores do Sintusp.

O reitor da USP Marco Antônio Zago descarta, porém, usar mais uma parte das reservas para cobrir salários. Em carta enviada para a comunidade, Zago afirmou que elas servem para “se defender de eventual crescimento no gasto com aposentadorias, com o pagamento de demandas judiciais, bem como em investimentos de grande monta”. Em 2012, a quantia acumulada era de 3,23 bilhões de reais; em 2013, baixou para 2,56 bilhões de reais e em abril deste ano passou para 2,31 bilhões de reais. “No ritmo em que as coisas vinham acontecendo, essa reserva tinha data certa para acabar”, concluiu.

Fonte: Abril

Após 23 dias de tormento, usuário encontra bancos abertos a partir de hoje

Bancários de Olímpia, assim como em todo o Estado paulista, voltaram a trabalhar normalmente na manhã desta segunda-feira (14), depois de 23 dias em greve. A decisão foi definida em uma assembleia realizada na última sexta-feira (11). Para o usuário, foi um tormento a greve, prejudicando o interesse coletivo em muitas situações em que o caixa eletrônico ou bankline (internet) não poderiam resolver.

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A categoria reivindicava reajuste nos salários, recomposição da inflação de 2012 e aumento real, que juntos somavam mais de 23%, mas a Febraban, Federação Brasileira dos Bancos oferecia 6%.

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Depois de muita negociação e assembleias, os funcionários aceitaram a proposta da federação que ofereceu um aumento final de 8,5% no piso da categoria e mais 8% nos demais benefícios.

Mais de 85% das agências do noroeste paulista aderiram à greve.

Bancários cruzam os braços a partir desta quinta. Saiba minimizar prejuízos

A partir de quinta-feira (19) os bancários iniciam paralisação nacional, com prazo indeterminado. A greve já havia sido aprovada no dia 12 de setembro, e, como não foram apresentadas novas propostas dos bancos às reivindicações dos trabalhadores, a paralisação foi confirmada para amanhã.

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Segundo o Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, que tem 2.835 agências bancárias em sua base, a adesão não será de 100% no primeiro dia. Como ocorreu em anos anteriores, ela deve crescer gradualmente. Ainda hoje, a partir das 19 horas, haverá uma assembleia com os trabalhadores com o objetivo de organizar a paralisação na Capital.

Os bancários reivindicam, principalmente, reajuste salarial de 11,93% – sendo 5% de aumento real, maior participação sobre lucros e resultados e “fim das metas abusivas” – exigências de mínimo de venda de produtos do banco por seus funcionários.

Ainda, pedem um piso salarial de R$ 2.860,21, valor calculado pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) como sendo o mínimo para que o trabalhador possa pagar suas despesas básicas e de sua família.

Por sua vez, a proposta dos bancos é 6,1% de reajuste salarial, mantendo a mesma fórmula de participação nos lucros.

COMO ENFRENTAR A GREVE

A paralisação não isenta o consumidor de pagar suas contas dentro do prazo estipulado pelo credor.

Para evitar eventuais encargos, como multas e juros pelo não pagamento da dívida em dia, a primeira atitude é ligar para a agência na qual possui conta para saber se ela aderiu à greve. Caso tenha aderido, procure saber se outra agência está operando.

Na impossibilidade de utilizar uma agência bancária, a solução é procurar, o quanto antes, o credor e solicitar outra opção de local para efetuar o pagamento, como internet, sede da empresa, casas lotéricas, código de barras para pagamento nos caixas eletrônicos, e outros.

Lembrando que a greve não afeta o funcionamento dos caixas eletrônicos das instituições financeiras.

De acordo com o Procon-SP, diante de um cenário de greve, as empresas são obrigadas a oferecer outro local de pagamento. Se o fornecedor se recusar a disponibilizar uma alternativa, o cliente deve documentar sua tentativa e registrar uma reclamação junto ao Procon.

COMPROVANTES

O cliente deve guardar os comprovantes, tanto os que indicam que ele buscou o credor para solicitar outra forma de pagamento, quando os comprovantes de pagamento feitos por outros canais, como internet e telefone.

“No caso da internet, o comprovante pode ser impresso. Pelo telefone, o consumidor deve anotar o número do protocolo”, diz o Idec (Instituto Nacional de Defesa do Consumidor).

ÁGUA, LUZ E TELEFONE

As contas de serviços públicos como água, luz e telefone não precisam necessariamente ser pagas nas agências bancárias. É possível quitar em casas lotéricas e em alguns supermercados.

CONTAS EM ATRASO

Para quem tem conta como luz, água, telefone, gás em atraso, a orientação é fazer o pagamento normalmente pelos canais alternativos do banco (internet, telefone, corresponde bancário).

As próprias concessionárias de serviço público costumam inserir os juros e as multas na conta do mês seguinte.

No caso dos títulos de cobrança –condomínio, escola, academia, financiamentos– a orientação da Febraban (Federação Brasileira de Bancos) é pedir ao cedente do título um novo boleto já com os valores atualizados ou fazer o pagamento pelo Débito Direto Autorizado (DDA).

O DDA é um serviço de apresentação eletrônica de boletos bancários, que permite ao cliente realizar o pagamento de boletos eletronicamente.

Caso o boleto seja do próprio banco e a agência estiver fechada, o pagamento pode ser feito no site do banco. Lá, é possível solicitar nova via de boleto em atraso, mesmo para pessoas que não são correntistas.

Basta acessar o serviço de atualização de boleto, na página inicial do banco emissor do título de cobrança. Em seguida inserir a numeração do código de barras do boleto, o site irá gerar um novo boleto para pagamento.

Com o boleto atualizado, é possível pagá-lo pelos canais alternativos do banco.

 

Caixas Eletrônicos

  • Pagar contas: pagamento de contas (não vencidas); agendamento de pagamentos e DOC; Pagamento e de cartão de crédito.
  • Saques e depósitos: Saques / retirada de folha de cheque; depósitos em dinheiro ou cheque; consulta e retirada de saldo/extrato; transferências; saques de benefícios sociais (INSS, PIS/Abono Salarial, FGTS, etc.
  • Outros serviços: bloqueio de cartão; empréstimo pessoal (CDC); resgate de investimento e solicitação de débito automático.

Correspondentes

São os supermercados, casas lotéricas e postos dos Correios e, em Olímpia, as Casas Bahia (Bradesco) e algumas padarias.

  • Pagar contas: água; luz; telefone –com ou sem fatura; tributos municipais e estaduais; boletos de bancos; carnês; INSS / GPS; FGTS-GRF / GRRF / GRDE (com código de barras) e Contribuição sindical (em dinheiro).
  • Sacar dinheiro e benefícios: bolsa família; INSS; FGTS; Seguro desemprego; PIS; com cartão magnético – limitado à R$ 1000,00 ou três transações diárias.
  • Depositar: em conta corrente ou em conta poupança. Operação limitada à R$ 1.000 ou em até três transações por dia.
  • Outros serviços: Consulta de saldos e extratos de contas correntes e poupanças; fazer Declaração Anual de Isento (Imposto de Renda); entrega de propostas de cartão de crédito, conta corrente, cheque especial e empréstimo por consignação para aposentados, pensionistas do INSS, empregados de empresas conveniadas e recarga de celular pré-pago.

Internet banking

  • Consultas: saldo; extrato; lançamentos futuros; extrato de compras com Cartões de Débito; informe de rendimentos; investimento; poupança; aplicações e transações agendadas.
  • Pagamentos: DDA (Débito Direto Autorizado); agendamento de pagamento de contas (água, luz, telefone e gás); bloqueio de cobrança; DARF / DARF Simples; DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional); GFIP – FGTS; GPS – INSS; IPVA; DPVAT; IPTU/ISS; GRCS; ISS; licenciamento de veículos; e recarga de celular.
  • Transferências: entre outros bancos; TED e DOC eletrônico.
  • Outros Serviços: solicitação e desbloqueio de talão de cheques; solicitação, consulta e cancelamento de débito automático; empréstimos e outros.

Banco por telefone

  • Pagamentos: pagamento de boleto a vencer da mesma instituição e de outras, pagamento de conta de consumo (água, luz, telefone, gás) e pagamento de imposto e taxas.
  • Consultas: consulta de saldo, fatura do cartão de crédito, entre outros.

Correios de Olímpia funcionam normalmente. Já em Rio Preto, a greve continua

Cerca de 80 funcionários dos Correios de São José do Rio Preto (SP) promoveram uma assembleia na manhã desta quarta-feira (18), em frente à Central dos Correios da cidade. De acordo com o Secretário Geral do Sindicato, Sérgio Pimenta, a ação adere à greve da categoria que acontece em todo o Estado.

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Após a reunião, os carteiros decidiram permanecer paralisados até sexta-feira (18), quando acontece outro encontro. Dos quase 600 carteiros da região noroeste paulista, 100 estão em greve. Destes, 80 são de Rio Preto.

Em Olímpia, nenhum funcionário cruzou os braços. O trabalho, tanto de recebimento de correspondências, Sedex e encomendas, quanto de entrega, apesar de algum atraso, está sendo feito regularmente, segundo apurou o Diário na manhã de hoje.

EM RIO PRETO

Apesar da greve, as entregas de correspondências estão sendo feitas, porém com poucos funcionários.

De acordo com os grevistas, eles pedem um reajuste de 7,13%, com base na inflação, mais 15% de ganho real, além de um adicional de R$ 200. Eles reivindicaram ainda, contra a privatização do plano de saúde. A empresa oferece 8% de aumento sobre os salários e 6,27% sobre os benefícios, além de um abono de R$ 650 no final do ano.

Em nota, a assessoria de imprensa dos Correios informa que o vice-presidente do TST, Ministro Antônio José de Barros Levenhagen, encerrou a reunião após as partes, Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios, Telégrafos e Similares (Fentect) e a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafo (ECT), não chegarem a um entendimento devido à “resistência da federação de trabalhadores”. Por isso, a paralisação deve continuar. (Com G1)

Correios cruzam os braços e os bancários a partir de quinta-feira

Os funcionários dos Correios começaram uma greve, por tempo indeterminado, na noite de quarta-feira (11). Além de São Paulo, aderiram à paralisação os Estados do Rio de Janeiro, Tocantins, Rio Grande do Norte, Rondônia, Rio Grande do Sul, Pernambuco, além das regiões do interior paulista, como Sorocaba, Bauru, São José dos Campos e São José do Rio Preto.

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Os servidores, que têm data-base este mês, não aceitaram a proposta da empresa de aumento de 5,27%, abaixo da inflação anual, de 6,27%, medida pelo IPCA (Índice de Preços do Consumidor Amplo), como explica o presidente do Sintect-RJ (Sindicato das Empresas de Correios e Telégrafos do Rio), Marcos Sant’Aguida.

— Os 5,27% de aumento que os Correios apresentaram está bem abaixo da inflação. A inflação é direito, e nós queremos o aumento real do salário. Na reunião [terça-feira (10)], nós falamos que caso a empresa não apresentasse uma nova proposta, nós iríamos entrar em greve.

BANCÁRIOS

Os bancários do Estado de São Paulo decidiram em assembleia na noite desta quinta-feira (12), rejeitar a proposta apresentada pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) de reajuste de 6,01% para a categoria, que tem data-base neste mês e marcar uma greve para a próxima quinta-feira (19) por tempo indeterminado.

Os bancários reivindicam 11,93% de aumento, sendo 6,93% referente a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e 5% de ganho real, além das cláusulas sociais.

O presidente da subsede do Sindicato dos Bancários, em Olímpia, vereador Hilário Ruiz (PT), confirmou que a tendência será a de greve a partir de quinta-feira, também na cidade e região. (R7 e Abril)

Greve de funcionários e alunos da Unesp a partir desta segunda-feira

Funcionários do setor administrativo e alunos do campus da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (Unesp) de Rio Preto estão em greve por período indeterminado a partir desta segunda-feira, 3.

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Segundo Aparecida Mesquita, representante dos Funcionários Técnicos Administrativos da Universidade em Rio Preto, a ação por parte dos funcionários é realizada em cidades da região e em todo o Estado de São Paulo.

De acordo com Mesquita, os trabalhadores pedem reajuste de 11% no salário. Alunos da instituição em Rio Preto também pararam suas atividades. Segundo o estudante Tafarel Pitton, membro do Diretório Acadêmico Filosofia (Daf), Não são apenas os alunos de Rio Preto, mas de várias unidades que estão em greve. “Além dos problemas de moradia estudantil, também contamos com problemas de redução de bolsas de auxílio sócio-econômico e Restaurante universitário que não atende a demanda do campus. Outro ponto é o posicionamento contrário ao PIMESP, da forma como o mesmo está previsto para ser implementado”, disse Diogo Tavares, ao Diário de Olímpia.

Leia na íntegra a nota enviada pela assessoria de imprensa da Unesp:

“A Direção da Unesp de Rio Preto entende que a greve é legítima e faz parte do processo democrático. Desde o início do movimento, tanto o campus quanto a Reitoria têm se reunido com representantes para tomar nota das reivindicações e analisar a possibilidade de atender aos pedidos, que precisam ser estudados sob a ótica de questões orçamentárias e, também, do cronograma de obras que cada unidade já tem. Dessa maneira, a discussão deve envolver diferentes instâncias da Universidade.” (Diarioweb)

Professores estaduais começam a cruzar os braços hoje, exceto os da comarca de Olímpia

A Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo) estima que pelo menos 35% dos 270 mil educadores do Estado cruzem os braços hoje. A paralisação dos docentes será acompanhada de assembleia, a partir das 14h30, no vão livre do Masp, na Capital com expectativa de 10 mil participantes.

18-04-201212-32-28Professor

Além de decidirem sobre a possibilidade de manter a paralisação durante a próxima semana, os educadores farão ato unificado com os servidores públicos do Estado em caminhada até a Praça da República.

Em Olímpia, e nos municípios da comarca – Altair, Cajobi, Severínia, Embaúba e Guaraci – os professores decidiram aguardar pelo desenrolar dos fatos ‘por mais uma semana’, segundo revelou a coordenadora da Apeoesp ao Diário de Olímpia, Sueli Aparecida Pessoa.

Os profissionais cobram do governo melhores condições de trabalho, aumento salarial de 36,74% com complementação do reajuste referente a 2012, cumprimento da lei do piso (destinação de um terço da jornada de trabalho para atividades de formação e preparação de aulas), entre outros. Baixe em PDF a íntegra da pauta direto da Apeoesp.

Para a presidente da Apeoesp, Maria Izabel Noronha, o envio de projeto de lei complementar à Assembleia Legislativa – que propõe elevar para 8,1% o aumento salarial previsto aos servidores da Educação – foi tentativa de estancar a paralisação. “Podemos considerar que o governo propõe aumento de apenas 2%, já que 6% já estão aprovados na lei complementar 1.143 de 2011”, argumenta.

ESTADO

A Secretaria da Educação do Estado rebateu as informações divulgadas pela Apeoesp, que classificou como “inverdades divulgadas para promover calendário de mobilizações políticas” e destacou que o governo cumpre integralmente a Lei Nacional do Piso Salarial do Magistério. O Estado considera ainda que vem implantando ações para a melhoria do ensino e que está permanentemente à disposição para o diálogo com as entidades sindicais. Além disso, foi ressaltado que haverá aula normalmente hoje.

Médicos de planos de saúde prometem greve a partir desta quarta-feira

Os médicos de planos de saúde de todo o País prometem iniciar nesta quarta-feira uma greve de 15 dias contra os valores repassados pelas operadoras nas consultas e em outros procedimentos.

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Atendimentos urgentes e emergenciais serão mantidos.

Em sete Estados (Acre, Amazonas, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Piauí, Rio Grande do Norte e Rondônia), a paralisação atingirá todos os convênios.

Em cinco unidades (Amapá, Ceará, Distrito Federal, Pará e Roraima), não deve haver paralisação. No restante, a greve será parcial.

As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

Médicos de planos de saúde fazem greve de 15 dias a partir de quarta-feira

A partir desta quarta-feira médicos dos planos de saúde de todo o País iniciam uma greve de 15 dias em defesa de reajuste médio de 50% na tabela de serviços e o fim do que chamam “intervenções antiéticas” que as operadoras estariam exercendo sobre os profissionais para baixar os custos dos tratamentos em prejuízo dos pacientes. Os serviços de urgência e emergência não serão afetados, mas as consultas e a chamada assistência eletiva, mesmo marcadas com meses de antecedência, serão reagendadas para depois da greve.

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Em sete Estados (Acre, Amazonas, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Piauí, Rio Grande do Norte e Rondônia), a paralisação atingirá todos os convênios. Em outras oito unidades da Federação, entre os quais São Paulo, a greve atingirá seletivamente as operadoras que não fecharam acordo. No caso paulista, serão afetados os planos Golden Cross, Green Line, Intermédica, Itálica, Metrópole, Prevent Sênior, Santa Amália, São Cristóvão, Seisa, Tempo Assist, Trasmontano e Universal.

Os outros estados que terão paralisação seletiva são: Bahia, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Pernambuco, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Em cinco unidades (Amapá, Ceará, Distrito Federal, Pará e Roraima), a categoria decidiu fechar acordo com as operadoras e, a princípio, não haverá paralisação. Nas outras sete (Alagoas, Espírito Santo, Paraíba, Paraná, Rio de Janeiro, Sergipe e Tocantins), a adesão será decidida em assembleias na terça-feira e quarta-feira.

Em entrevista, o vice-presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Aloísio Tibiriçá, explicou que a paralisação foi inevitável diante da intransigência das operadoras na relação com os médicos e da deterioração da qualidade do atendimento aos usuários. Ele disse que está havendo evasão de profissionais e que o sistema caminhará para o caos se não houver intervenção do poder público. “Estamos caminhando para um apagão na saúde suplementar”, enfatizou. “O médico hoje é tratado como o bóia-fria da saúde”, criticou.

Por consulta, o médico recebe das operadoras em média R$ 45. A proposta da categoria é que os valores sejam fixados entre R$ 60 e R$ 80, conforme a complexidade da área. A categoria pede também a criação de um indexador que permita o reajuste da tabela de serviços com a mesma periodicidade do aumento na mensalidade dos usuários. Eles exigem ainda o fim das intervenções das operadoras na autonomia da relação médico-paciente, além do estabelecimento de sistema de contrato com o mínimo de garantias aos profissionais.

Hoje, segundo Márcio Bichara, secretário de Saúde Suplementar da Federação Nacional dos Médicos, o repasse dos reajustes das mensalidades dos convênios não está sendo feito aos médicos. De 2000 a 2011, os reajustes autorizados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) às operadoras somaram 150,89%, mas apenas 65% foram repassados aos médicos. No período, o IPCA teve variação de 119,8%.

Segundo Tibiriçá, o setor de saúde suplementar passa por grave crise de credibilidade. Levantamento do CFM mostra que dois em cada dez pacientes dos planos estão buscando atendimento no Sistema Único de Saúde (SUS) – a deterioração do atendimento dos planos tem causado filas cada dia mais semelhantes às do SUS. “Os planos boicotam os tratamentos de alto custo, abreviam internações e pressionam os médicos a adotar medidas de contenção que ameaçam a eficácia do tratamento dos pacientes”, denunciou.

Pesquisa recente realizada pela Associação Paulista de Medicina (APM) revelou que oito em cada dez pacientes tiveram problemas no atendimento nos últimos dois anos. Em todo o País, essa proporção representa um total de 40 milhões de pacientes, num universo de 50 milhões de usuários de planos de saúde. Em 65% dos casos, o problema ocorreu no agendamento de consulta, devido à escassez cada vez maior de profissionais. “A evasão de médicos atinge níveis preocupantes”, disse Tibiriçá.

Fonte: Agencia Estado

Agências bancárias de Olímpia, exceto a CEF, só abrem a partir do meio-dia

A greve dos bancários começa em Olímpia nesta quinta-feira (20) com o fechamento parcial de todas as agências, exceto Caixa Econômica Federal. Ou seja, as agências permanecerão fechadas das 10h ao meio-dia, retomando daí o atendimento e fechando normalmente às 15h, segundo informações do diretor do Sindicato dos Bancários na cidade Adevair Biaggioni.

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Em Rio Preto, por exemplo, o comando de greve da cidade conseguiu fechar mais 11 agências, levando a 46 o número total de agências fechadas. Dos bancos de Rio Preto, o único que ainda não aderiu foi o Bradesco, que apenas retardou a abertura de suas agências das 11 horas para as 13 horas, mas continua realizando o atendimento normalmente.

“Amanhã nos reuniremos com os funcionários da CEF para mais uma reunião de convencimento, enquanto que, nas demais agências, faremos avaliação do movimento já iniciado”, disse Biaggioni ao Diário, na manhã de hoje.

Para algumas agências, como Bradesco e Banco do Brasil, é possível encontrar correspondentes bancários pela cidade. O Bradesco tem diversos pontos, inclusive nas Casas Bahia e CD Vídeo, além de padarias e outros estabelecimentos. Para o BB, existe um correspondente defronte o Banco Itaú da rua São João – e com a vantagem de abrir mais cedo, e fechar mais tarde.

O movimento continua de forma pacífica andando pela cidade em busca da adesão total dos bancários.

Pagamento de contas

Mesmo com a greve dos bancários, o consumidor deve ficar atento ao vencimento de suas contas e realizar o pagamento na data correta nos locais alternativos como caixas eletrônicos, lotéricas, correspondentes bancários e postos oficiais de recebimento como o da CPFL, chamado CPFL Total. Além da conta de energia, nestes postos o consumidor pode pagar contas de água, telefone e boletos bancários. Todos os endereços dos estabelecimentos credenciados à rede CPFL Total estão no site www.cpfl.com.br.

O consumidor também pode conhecer os três pontos mais próximos ao endereço na conta de luz, logo acima do código de barras ou ainda obter mais informações pelo telefone 0800 774-4450. O Procon também relembra o consumidor de que, caso ele não consiga realizar o pagamento de suas contas, ele deve entrar em contato com a empresa a qual ele deve e tentar conseguir uma nova forma de pagamento ou data. Caso não consiga de forma alguma, o consumidor pode se encaminhar até à agência do Procon e fazer uma reclamação formal.

Nacional

Em todo o País, o número de agências bancárias que fecharam ontem, no segundo dia de greve dos bancários, subiu para 7.324, ou cerca de 33% do total de 21.714 unidades, conforme balanço divulgado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), com dados enviados pelos 137 sindicatos que integram o Comando Nacional dos Bancários até as 17h45 de ontem.

No ano passado, 6.248 agências ou centros administrativos fecharam no segundo dia de greve. “Os banqueiros pagaram pra ver e estão vendo a força da greve”, disse o presidente da Contraf, Carlos Cordeiro, que espera que a paralisação ganhe novas adesões a cada dia.