No Legendários, GODAP fatura o 1º lugar na estreia do ‘Desafio dos Passos’

O GODAP (Grupo Olimpiense de Danças Parafolclóricas Cidade Menina Moça), de Olímpia, venceu outros dois grupos que disputaram, pela primeira vez, o quadro ‘Desafio dos Passos’, do programa Legendários, exibido pela TV Record ontem à noite, sábado (5), pelo apresentador Marcos Mion.

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A coordenadora dos Festivais, e responsável pelo grupo, professora Maria Aparecida (Cidinha) de Araújo Manzolli, também esteve presente, a exemplo da apresentação anterior, no programa Encontro com Fátima Bernardes, da Rede Globo.

Os melhores grupos de dança do Brasil encantaram convidados, plateia e os jurados Rafinha Bastos, Giuseppe Orisitiano e Mari Antunes, em apresentações de muito talento e tradição.

Até o Hulk Magrelo, personagem do programa, fez graça e tentou aprender a complexa dança do Bambu, hoje conhecida no mundo todo graças à divulgação de um turco que espalhou o vídeo, que viralizou pelo Planeta.

O desempate veio com Rafinha Bastos, que enalteceu a cultura popular, o esforço do grupo e a valorização de nosso folclore, optando pelo GODAP que faturou o prêmio da estreia desse quadro, mil reais.

Valeu mais a divulgação de Olímpia, da Estância Turística, e o prêmio em dinheiro como incentivo para esses jovens que não desistem de mostrar o que o nosso folclore tem de melhor, e o GODAP também.

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O PROGRAMA

Voltado para trazer diversão para as noites de sábado, o programa idealizado e apresentado por Marcos Mion traz em seu DNA a busca pelo entretenimento de qualidade, pelo humor criativo e do bem, passando longe da humilhação, do preconceito e da falta de escrúpulos, muitas vezes vista na TV atual. Seu talentoso time de repórteres e apresentadores esbanja atitude e irreverência, provocando questionamentos relevantes para a nossa sociedade ou simplesmente oferecendo bons momentos de descontração e entretenimento.

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Outro grande diferencial do Legendários é a interação com o telespectador e internautas, que podem acompanhar o programa e participar pela internet através do Legendários na Web, um outro programa, com conteúdo exclusivo para a web, destinado a quem quer ter uma “experiência completa”. Moderno e inovador, o Legendários prova que é possível falar de coisa séria com humor e fazer humor com muita seriedade.

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Assista à Batalha dos Passos na íntegra do Legendários!

Secretário diz que ‘Festival foi positivo’ apesar das dificuldades, ‘que muitos não entendem’

Da Assessoria — Embora as visíveis dificuldades financeiras enfrentadas pela Comissão Organizadora do 51º Festival do Folclore, que se encerrou no domingo (16), o resultado final, em âmbito geral, pode ser considerado um sucesso.

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Foram contabilizadas cerca de 60 mil pessoas visitando o Recinto de Exposições e Praça de Atividades Folclóricas “Professor José Sant’anna”, ao longo dos nove dias de Festival, e acompanhando o Desfile de Encerramento, no domingo de manhã, na Avenida Aurora Forti Neves.

Durante as apresentações do sábado, 16, à noite, a Comissão Organizadora do Folclore decidiu e anunciou qual será o Estado homenageado em 2016: Espírito Santo, o terceiro do Sudeste Brasileiro a receber esta honraria.

A festa contou ainda com atividades paralelas, mas intrinsecamente ligadas ao fato folclórico como, por exemplo, o 1º Simpósio de Estudos Etnomusicológicos, com o tema “O Folclore na Modernidade”, reunindo pesquisadores de diversas universidades brasileiras e Mestres da cultura popular, com o objetivo de debater o Folclore no mundo contemporâneo e as suas implicações para os diversos atores sociais envolvidos.

Outras atividades, além das apresentações no palco principal, peregrinações (27ª Peregrinação Folclórica-Folclore na Rua) e do desfile de encerramento, foram desenvolvidas na arena do Recinto, como a 50ª Gincana de Brinquedos Tradicionais e Infantis; no Pavilhão Cultural, o 31º Mini Festival do Folclore, onde alunos da Rede Municipal de Ensino interagiram com os grupos, apresentando danças ensaiadas ao longo do semestre; o 41º Campeonato de Malha, 43º Campeonato de Truco e 11º Campeonato de Bocha, no quesito jogos tradicionais; e visitas de grupos ao Museu de História e Folclore “Maria Olímpia”, incluindo o Café Folclórico.

E ainda, o 26º Salão de Pinturas e Artes, contemplando trabalhos em poesia, artesanato, fotografia, escultura e artes plásticas, todos relacionados ao Festival do Folclore, e mais especificamente ao Estado homenageado, neste ano o Pernambuco.

A Culinária Tradicional também teve seu espaço reservado no Recinto do Folclore, este ano com a novidade da “comida dos mitos”, como a Mula-Sem-Cabeça, o Lobisomem e o Saci-Pererê. Caldos, massas, churrasco gaúcho, leitão à pururuca, tutu à mineira e outras delícias completaram o cardápio regional típico servido aos visitantes.

A Abertura Oficial, no sábado, 8, foi feita com a participação de mais de 250 crianças das escolas municipais Maurício Cesar Alves Pereira, Dona Luiza Seno de Oliveira, Jardim Hélio Cazarini e Santo Seno, e da Rede Estadual, com a Capitão Narciso Bertolino, Wilquem Manoel Neves e Alzira Tonelli Zacarelli. O compositor Olimpiense Edward Marques da Silva, o Wadão, poeta, instrumentista e cantor, compôs novamente a música do Festival, este ano, claro, falando do Pernambuco e suas tradições, com a música “Frevo Virado”.

A Educação do município esteve presente à festa também na elaboração de pequenas obras de arte na forma de “mimos” ou broches, na coreografia de abertura da festa, na coordenação do Mini Festival, nas brincadeiras tradicionais infantis, e no ensino do Folclore aos alunos ainda na tenra infância, tornando-se a cada ano mais imprescindível à realização dos festivais do Folclore em Olímpia.

Dentre a participação dos grupos inéditos estiveram em Olímpia o Grupo Cala, do Rio Grande do Sul, a Companhia Encantar, do Maranhão, e Grêmio Arraiá de São Mateus, de Minas Gerais. Além deles, outros já conhecidos, como o CTG Estância da Serra, do Rio Grande do Sul, Fogança, do Paraná, o Fandango de Tamanco de Cuitelo, de São Paulo, o Grupo Andora, da Faculdade Estadual do Espirito Santo, Vitória Régia, do Mato Grosso, Mapinguari, do Pará, Associação Cultural Maria Bonita, do Ceará, Grupo Reis de Congo de Mestre Bebé e Caboclos de Major Sales, do Rio Grande do Norte, os Bacamarteiros, de Sergipe, Sambalenço, de Mauá, Caiapós, de São Paulo, Boi de Palha, do Maranhão, e Papanguarte, de Pernambuco, além dos grupos locais – folias de Reis, Moçambique, capoeira, Congada e os parafolclóricos Anastasis, Frutos da Terra e GODAP.

“Muitas pessoas não têm conhecimento das limitações, das dificuldades e dos custos que uma festa deste porte, e totalmente gratuita, tem para ser realizada. Portanto, afirmo que o saldo foi muito positivo, porque conseguimos cumprir o prometido e fazer um Festival com criatividade”, disse o Secretário de Cultura, Esportes e Lazer, Guto Zanetti. O evento teve ainda o apoio das Secretarias de Obras e Engenharia, Educação, Governo, Finanças e Assuntos Jurídicos. “Todos trabalharam por uma causa comum”, complementou Zanette.

De acordo com o Diretor de Cultura e Presidente da Comissão Organizadora do 51º Fefol, Caio Longhi, foram mantidos na relação grupos tradicionais, que vieram com apoio de suas prefeituras, empresas e faculdades, além do aporte feito pela Comissão. Mas, outros grupos que a Comissão gostaria de trazer, por motivos diversos não puderam comparecer, como o Pastoril Dona Joaquina, do Rio Grande do Norte, neste caso devido ao estado de saúde delicado de sua coordenadora, Séphora Bezerra.

Também teve a vinda inviabilizada o Grupo da Universidade do Rio de Janeiro, devido à greve vivida pela instituição naqueles dias.

“Muito se fala e se questiona quanto ao Festival, porém nós, que trabalhamos na organização deste evento, sabemos das muitas dificuldades. Trabalhamos em equipe, numa força-tarefa para que o Fefol pudesse ser realizado. Muitos trabalham de forma voluntária, por amor à nossa festa maior. E isso nos deixa com a consciência tranquila de que o que podia ser feito, foi feito para manter as tradições e honrar o sonho do professor Sant’anna”, completou Caio Longhi.

 

INTERNET
Outro componente que vem se constituindo em importante ferramenta de divulgação do Festival, é a transmissão ao vivo pela internet, por meio de sistema próprio de retransmissão, que nesta 51ª edição da festa alcançou cerca de 33 mil pessoas.

Foi a 11º vez na história que o Fefol teve suas imagens do palco principal geradas em tempo real por meio do seu portal oficial (www.folcloreolimpia.com.br) e de outros sete sites olimpienses, que se uniram para levar o Fefol mundo afora. Foram quatro câmeras que mostraram o festival por todos os ângulos.

Criatividade e hospitalidade conquistam visitantes do 51º Fefol

Texto e Fotos da Assessoria de Imprensa — O Festival do Folclore de Olímpia é realizado há 51 anos, conservando a tradição das danças e crenças folclóricas. No entanto, para manter seu público e atrair novos visitantes é preciso incorporar novos atrativos. Uma aposta certa para 2015 que resultou em muito sucesso foi a Barraca das Lendas Folclóricas. Pelo primeiro ano no Festival Nacional do Folclore, o local foi exemplo de criatividade e responsável pela venda de pelo menos 2 mil pratos por noite.

No cardápio do restaurante estavam massas e porções, mas a procura maior foi pelos pratos do Saci-Pererê, do Lobisomem e da Mula-sem-cabeça. Ricos em originalidade e sabor, os pratos das lendas resultaram em uma barraca lotada todos os dias do festival.

“Tivemos uma experiência com o prato da Mula-sem-cabeça no Festival Internacional do Folclore e foi um sucesso. Depois disso, surgiu o convite da Comissão do Fefol para montarmos a barraca”, explica Luiz André de Souza Lima, empresário e responsável pelo restaurante.

Conhecido como Deco, Luiz André pesquisou as lendas folclóricas e planejou os pratos pensando em seus detalhes, tudo para atrair e surpreender o público. Para ele, essa seria a melhor forma de resgatar a tradição das lendas, incentivar as pessoas a conhecerem as estórias e agregar uma característica nova e criativa.

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Olimpienses e visitantes dividiram o público presente na barraca durante os dias de festival. Aguçados pela curiosidade dos pratos, demonstraram 100% de aceitação com relação à novidade. Tanto que, para 2016, outros personagens folclóricos terão pratos dedicados, conforme adiantou Deco.

Além disso, o empresário, que trabalhou com 20 funcionários, contratou cinco garçons da ABECAO (Associação Beneficente Cultural e Assistencial de Olímpia) para ajudar durante o evento por considerar o bom treinamento oferecido pela entidade. Uma dessas funcionárias é Carmen Aparecida Carvalho Braga. Com menos de uma semana de conclusão do curso de garçonete, ela já foi contratada para ajudar na barraca. “Eu gostei muito do curso. É tudo de graça e a gente atuava em restaurantes para treinar. É um serviço bom, converso e conheço pessoas, estou feliz”, conta a garçonete.

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Outro local que foi sinônimo de sucesso no Fefol foi a Vila Brasil. Composto pela Casa do Caipira, Casa de Taipa, Galpão Crioulo com o Engenho Táparo, o Orquidário Aguapey e o Curral Caipira, o ambiente ofereceu música ao vivo, comidas típicas e variedades. De responsabilidade do Fundo Social de Solidariedade e coordenado pela Secretaria Municipal de Assistência, Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, sob a responsabilidade da Presidente, Aparecida Zamperlini Zuliani, o espaço foi ampliado para este ano, contou com o trabalho de 70 funcionários voluntários e contabilizou a presença de pelo menos mil pessoas por noite.

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Segundo Talita Carvalho, diretora de Direitos Humanos, a barraca notou a presença de olimpienses, mas também de muitos turistas, que se encantaram. “Ficou tudo bonito e oferecemos comida barata e fresquinha. O ambiente, cultural e aconchegante, traz recordações para as pessoas”, conta Talita.

Além de divertido, o ambiente é solidário. Isso porque toda a verba arrecadada será revertida para os projetos do Fundo Social, que atende cerca de 300 pessoas por mês. Para 2016, o objetivo é aprimorar e oferecer produtos ainda melhores para garantir o público e a renda da Vila Brasil.

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E não foi só a culinária que encantou os visitantes do Festival do Folclore. O artesanato ganhou tanto destaque que até um grupo de São Pedro-SP, Estância Turística a 290 km de Olímpia, trouxe sua cultura para cá. Presente pela primeira vez no Festival, a Art’s Trama (Associação de Artesãos de São Pedro e Região) trouxe o bordado em ponto cruz, característico da região, lembranças, tapetes de tecido reaproveitado, toalhas, entre outros produtos que chamaram a atenção de quem passou pelo local. O retorno foi tão bom que a associação recebeu encomendas e fez uma parceria com uma loja de Olímpia para produzir lembranças da cidade e vender aqui.

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Leonor Sanches e João Vaine Dante são artesãos associados que cuidaram do estande. Além de se surpreenderem com a receptividade do trabalho deles, ficaram surpresos também com a hospitalidade dos olimpienses.

“Estávamos alojados em uma escola, mas conhecemos um senhor que mora aqui e ele nos acolheu na casa dele. Conheceu nossa história e nosso trabalho e nos ofereceu a casa. Nunca imaginamos uma situação assim”, conta Leonor. Os artesãos conheceram um pouco da cidade e do Thermas e destacaram a preocupação das pessoas em ajudar com informações e no bom atendimento que receberam nos locais onde foram. A primeira experiência foi tão especial que eles já têm intenção de voltar para visitar a cidade.

“Ficamos satisfeitos em saber que a nossa Estância Turística tem sido uma boa anfitriã. São histórias assim que nos incentivam a sempre buscar mudanças e melhorias, valorizando os produtos e as ideias daqui para proporcionar uma boa demanda de serviços para quem nos visita”, avaliou o Secretário de Turismo, Beto Puttini.

Cidinha encerra Festival com o mesmo ‘alerta’ da abertura: “Cuidado com estranhos e estrangeiros no Fefol”

Por Leonardo Concon — O 51º Festival de Folclore de Olímpia (Fefol) foi encerrado ontem, domingo (16), com vários grupos que se revezaram no palco – Sergipe, Rio Grande do Norte, Pará e Maranhão – e a tradicional queima de fogos, ofuscada pelas bandeirolas espalhadas pela arena.

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No encerramento, a mesma mensagem enigmática da coordenadora dos Festivais de Folclore de Olímpia, Maria Aparecida (Cidinha) Manzolli, endereçada ao presidente da Comissão Organizadora, Caio Longhi (Diretor de Cultura), e ao secretário de Cultura, Esportes e Lazer, Guto Zanetti, e demais membros: “Tomem conta de nosso Festival. Cuidado com estranhos e estrangeiros que podem se apossar dele”.

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A mesma mensagem, com o mesmo tom e os mesmos dizeres, havia se repetido na abertura. E ficou a pergunta que muitos questionam: “De quem, ou do quê, Cidinha tem medo? Quem são os estranhos e estrangeiros” que podem herdar um Fefol que, segundo muitos também, este ano foi mais fraco do que os anteriores, em termos culturais? Afinal, faltaram Parafusos e grupos tradicionais, como o Grupo Folclórico Pastoril Dona Joaquina, homenageado no ano passado através de seu Estado (RN); Grupo de Expressões Parafolcloricas e Folclóricas “Flor da Serra” (Chã Preta, Alagoas, preferido por Sant’anna, o criador do Fefol); Grupo Terra da Luz (CE), Sabor Marajoara (PA), entre tantos.

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Com parco patrocínio, apenas da Guarani que, segundo consta, foi buscado pelo prefeito Geninho Zuliani (DEM), e com os preços dos produtos vendidos nas barracas e no Parque, como sempre bem acima do mercado, muitos consideram que o Fefol não é mais uma ‘festa popular’ como desejava o seu falecido criador.

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Fica a reflexão da mestra: Cuidado com os estranhos e estrangeiros. Será que já se infiltraram, ou estão tentando? Quem são eles?

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GALERIA DE FOTOS

Clique na imagem abaixo e confira todas a fotos desta reportagem:

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Espírito Santo será homenageado no 52° Fefol, através do Grupo Andora

DA REDAÇÃO – O Estado homenageado no 52° Festival de Folclore de Olímpia, em agosto de 2016, será o do Espírito Santo, pela primeira vez desde quando a Comissão Organizadora decidiu, anualmente, escolher um Estado para dar uma determinada característica ao Fefol.

E o grupo que representará o Estado é o Grupo Andora, que participa pelo quinto ano consecutivo do Festival olimpiense.

O anúncio foi feito na noite deste sábado (15), no palco do Recinto do Folclore, pela coordenadora dos Festivais, Maria Aparecida de Araújo Manzolli; diretor de Cultura Caio Longhi, e secretário de Cultura, Esportes e Lazer, Guto Zanetti.

Cecília, representante do Andora, agradeceu a escolha do grupo que representará o seu Estado: “É uma grande honra ser o Grupo que abrirá as portas para o Espírito Santo no próximo Festival. O nosso Estado é o menor do Sudeste é território, mas grande em cultura, tradições, culinária e muito mais. Voltar à Olímpia é o mesmo que voltar para casa, rever amigos e, mais uma vez, agradecemos pela honra de representamos o Espírito Santo no ano que vem. Vamos realizar um grande Festival”.

O Andora, como é tradição, fará parte do cartaz, capa do Anuário e Programação, e Convite, além de comandar a culminância do Festival, dando uma identidade de seu Estado no contexto do Fefol.

O ANDORA

O Projeto Grupo Andora é uma ação de Extensão da UFES executada por estudantes universitários e professores da rede básica de educação para estudar a Cultura Popular em forma de todo tipo de Arte, sobretudo pela Dança, a Música e os folguedos populares. Desde a sua criação o projeto é frequentado por uma maioria de mulheres em processo de formação para o magistério da Educação Básica, que também é constituído por uma maioria de mulheres.

Por ser um grupo universitário e parafolclórico, seu repertório é bastante diversificado e se estende por diversas regiões do Brasil. Para os eventos em território brasileiro, o grupo privilegia peças relativas ao Folclore do Estado do Espírito Santo. Apresenta, ainda, o Congo Capixaba, o som dos pandeiros e dos tambores do Ticumbi, O Jongo de São Benedito, O Bate-Flexa, além das figuras lendárias do estado como Boi Pintadinho, João Bananeira, Palhaço da Folia, Mulher do Jongo, O Pássaro de Fogo etc.

Fefol na reta final. Confira o que vai rolar no Recinto do Folclore

O 51º Festival de Folclore de Olímpia entra em seu ápice com maior presença do público e mais atividades no Recinto do Folclore. Nesta sexta-feira (14), penúltimo dia de apresentações de palco, 12 grupos se revezam com danças e muita cultura. No sábado (15), último dia de palco, serão 18 grupos. Fotos Cristiane Gracindo / Chica Bakana

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O MINI-FESTIVAL

Logo mais às 14h, inicia-se mais uma apresentação do 31º Mini Festival do Folclore, que se destina às crianças e adolescentes, no intuito de lhes despertar o apreço e o interesse pelo folclore brasileiro. A 31.ª etapa do Mini Festival do Folclore será realizada das 14h às 16h no Pavilhão Cultural, no Recinto de Exposições e Praça das Atividades Folclóricas, coordenado pela Secretaria Municipal de Educação. Estarão presentes hoje:

  • Mapinguari – PA
  • Boi de Palha – MA
  • Terras Potiguares – RN

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VILA BRASIL

Já na Vila Brasil, além da culinária típica, uma programação de música tradicional e caipira será realizada no local, com rodas de violas, café caipira feito no fogão à lenha e muitos causos. Além do tradicional café, o Fundo Social de Solidariedade também comercializa churrasco, canjica, arroz doce, hambúrguer, chocolate quente, quentão, pão, e bebidas. Com bolos de milho, cenoura e mandioca. Caldos de feijão, canja e mandioca. Tortas de frango, linguiça e outros quitutes típicos.

Amantes da música caipira, do sertanejo de raiz e da viola caipira, confiram a programação abaixo:

Sexta-Feira – 14

  • Preto e Pretinha – Olímpia
  • Marcos Paulo e Cassiano – Olímpia
  • Dico e Guimarães – Olímpia
  • Grupo Cheiro do Mato – Monte Azul Paulista
  • Márcio e Marcílio – Olímpia
  • Goiano e Goianinho – Olímpia

Sábado -15

  • João Sem Carro e Zé Carona – Embaúba
  • Preto e Pretinha – Olímpia
  • Marcos Paulo Cassiano – Olímpia
  • Dico e Guimarães – Olímpia
  • Natal e Vladimir – Olímpia
  • Márcio e Marcílio – Olímpia
  • Tati e Marinho – Olímpia
  • Sr Geraldo e Paulinha – Olímpia
  • Goiano e Goianinho – Olímpia
  • Bazan Viola e Ferreira

Domingo – 16

  • Encontro e Rodas de Violas com todos os participantes, a partir das 16:00 horas.

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11.° RALLY DO FOLCLORE

No domingo (16), realiza-se mais a 11ª edição do Rally do Folclore.

  • Largada às 10h, no Recinto de Exposições e Praça de Atividades Folclóricas “Prof.º José Sant’anna”, chegada a partir das 13h. A premiação é feita com troféus até o 5.º colocado em todas as categorias.

 

PROGRAMAÇÃO DE PALCO

 

PALCO – Dia 14/08/2015 – Sexta-feira

 

  • 1. Samba Lenço de Mauá – SP
  • 2. Cia de Santos Reis Lapinha de Belém – Olímpia – SP
  • 3. Associação Cultural Anástasis – Olímpia – SP
  • 4. Cia de Santos Reis Estrela da Paz – Olímpia – SP
  • 5. Grupo Andora – ES
  • 6. Grupo Parafolclórico Frutos da Terra – Olímpia – SP
  • 7. CTG Estância da Serra – Osório – RS
  • 8. Grupo Mapinguari – PA
  • 9. Associação Cultural Maria Bonita – CE
  • 10. Grupo Terras Potiguaras – RN
  • 11. Grupo Papanguarte – Balé Popular de Bezerros – Bezerros – PE
  • 12. Grupo Vitória Régia – MT

 

PALCO – Dia 15/08/2015 – Sábado

 

  • 1. Batalhão de Bacamarteiros – Carmópolis – SE
  • 2. Grupo Caiapó – SP
  • 3. Grupo Caboclos de Mestre Bebé – RN
  • 4. Samba Lenço de Mauá – SP
  • 5. Congada Chapéu de Fitas – Olímpia – SP
  • 6. Fandango de Tamanco de Cuitelo – SP
  • 7. Grupo Reis de Congo de Major Sales – RN
  • 8. Grupo Papanguarte – Balé Popular de Bezerros – Bezerros – PE
  • 9. Grupo Fogança – PR
  • 10. Grupo Andora – ES
  • 11. Grêmio Arraiá de São Mateus – MG
  • 12. Grupo Mapinguari – PA
  • 13. Grupo Pastoril Dona Joaquina – RN
  • 14. CTG Estância da Serra – RS
  • 15. Grupo Terras Potiguaras – RN
  • 16. Grupo Vitória Régia – MT
  • 17. Associação Cultural Maria Bonita – CE
  • 18. Grupo Boi de Palha – MA

 

DIA 16/08/2015 – Domingo

 

DESFILE – 9h: Ponto Máximo do Festival – Desfile Folclórico pelas ruas de Olímpia. Trata-se de confraternização dos grupos que do evento participam, num tráfego de danças e ritmos pelas ruas olimpienses. Participam os grupos presentes no evento e de dezena de ouros.

 

Concentração: Câmara Municipal de Olímpia. Desfile pela Av. Aurora Forti Neves até a Rua Bernardino de Campos.

 

PALCO – 20h: Discursos de Encerramento; Arriamento das Bandeiras e Espetáculo Pirotécnico.

  • Apresentação dos Grupos no Palco.

PROGRAMA SUJEITO A ALTERAÇÃO

 

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Nem só de cultura e diversão vivem o Fefol, mas também empreendedorismo

O Festival Nacional do Folclore é mais uma vez sinônimo de fidelidade. A cada ano que passa, o evento se torna mais conhecido, respeitado e com um público leal. No ano passado, quando o festival completou 50 anos, 130 mil pessoas prestigiaram a festa, segundo os organizadores. Neste ano, só no primeiro fim de semana, 11 mil pessoas marcaram presença no Recinto do Folclore, segundo divulga a assessoria.

Com 51 edições, o festival continua conquistando admiradores e cultivando os que já são fiéis. Cláudia Gomes Sanna e Juliano Nunes Sanna, por exemplo, têm uma história de vida ligada ao folclore. Ela frequenta o Festival do Folclore de Olímpia desde 1994 e ele desde 2009.

O casal gaúcho é de Xangri-lá – RS, eles se conheceram através do Grupo de Tradição e Cultura Gaúchas 20 de Setembro e, coincidentemente, se casaram no dia 22 de agosto, data em que é celebrado o Dia do Folclore. Todos os anos, programam suas férias para agosto, só para conseguirem visitar Olímpia. “O que nos motiva a vir é a amizade que criamos com os grupos, a integração e a cultura. Tanto é que, este ano, nosso filho Otávio está dançando com o Papanguarte, de Pernambuco”, conta Cláudia.

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Eles passam a semana do Festival em Olímpia e aproveitam para visitar os atrativos turísticos da cidade, acompanhar as apresentações dos grupos e matar a saudade das amizades que fizeram aqui. “Nós gostamos de tudo e se pudéssemos escolher um lugar para morar, seria Olímpia”, ressalta Juliano.

Além de movimentar a cidade e valorizar a tradição folclórica, o Festival do Folclore é também importante para a geração de renda. Claudomiro Moreira e a esposa Maria são visitantes assíduos da festa. Apaixonado por cultura, Claudomiro veio a Olímpia a convite da professora e coordenadora do festival, Cidinha Manzolli. Ele é responsável pela barraca ‘Costeleiro’, que traz a legítima costela no fogo de chão, típica do Sul do país.

Claudomiro é do Paraná e lá aprendeu a fazer a costela. Atualmente, mora em Matão-SP e tem um Buffet na cidade. Além de fazer confraternizações e festas, ele percorre festivais em todo o país, levando a costela gaúcha. Há seis anos, frequenta o Festival do Folclore e prepara mais de uma tonelada de carne durante a festa. Somente durante o festival, ele trabalha com 15 funcionários. Para ele, é uma oportunidade de divulgar a tradição do sul, garantir a renda extra e ainda aproveitar a cultura que Olímpia tem a oferecer. “Todos os anos, nós montamos um ônibus de Matão para Olímpia só para assistir a abertura e conhecer a cidade”, conta o costeleiro.

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Fidelidade essa que Olímpia quer confirmar não só para os próximos festivais, mas também para todo o ano, tendo em vista os atrativos da cidade como o parque aquático e o Museu de História e Folclore. “O Festival do Folclore tem sido cada vez mais importante para consolidar a tradição e a cultura de Olímpia. Além disso, aqui se encontram diversos costumes de todos os cantos do país e as pessoas compartilham esses momentos. É gratificante saber que as pessoas não só estão se divertindo como também empreendendo. A Estância de Olímpia, mais uma vez, mostra a diversidade cultural e turística que oferece”, completa Beto Puttini, Secretário de Turismo.

Concurso de Trava-línguas incentiva a cultura folclórica

A Secretaria de Educação de Olímpia desenvolveu nas Escolas Municipais um concurso de Trava-Línguas, com intuito de incentivar as tradições folclóricas e promover o encontro dos pequenos estudantes com a cultura popular brasileira.

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O melhor colocado de cada escola participou de uma apresentação na última sexta-feira (7), do trava-língua escolhido por uma banca avaliadora. A aluna vencedora foi Maria Luiza Oliveira do Vale, da EMEB Santo Seno, com o trava-língua “O Desenladrilhador”.

Também participaram os alunos Rui Barbosa da Silva Filho, da EMEB Professor José Sant’anna; João Vitor Aparecido de Souza, da EMEB Joaquim Miguel dos Santos; Jhenyfer V.R.S. Teixeira, da EMEB Dona Luiza Seno de Oliveira; Letícia Micaely Ferreira de Sousa, da EMEB Washington Junqueira Franco; Ian Falopa Rodrigues Braga, da EMEB Professor Reinaldo Zanin; Bianca da Silva do Nascimento, da EMEB Professora Zenaide Rugai Fonseca; Rafael Giovanni Lupi, da EMEB Theodomiro da Silva Melo; Henrique Garcia Gonçalves, da EMEB Jardim Hélio Cazarini e Isabela Cristina do Prado, da EMEB Professor Maurício Cesar Alves Pereira.

A aluna vencedora apresentou o trava-língua ontem, 10 de agosto, no 31º Mini Festival do Folclore e recebeu como prêmio uma coleção de livros. Os alunos participantes receberão gratificações por participarem do concurso, assim que retomarem as aulas.

Hoje tem Bacamarteiros, Folia de Reis, Boi de Palha, Pastoril, Caboclos e Gaúchos no 51º Fefol

Prossegue nesta segunda-feira (10), o 51º Festival de Folclore de Olímpia, com atividades o dia todo, e à noite apresentações de palco, na Praça de Atividades Folclóricas ‘Professor José Sant’anna’, o Recinto do Folclore, com Pernambuco sendo o Estado homenageado desta edição.

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Desde a abertura, no sábado (8) – confira as fotos exclusivas do Diário, link no final desta matéria – o público tem prestigiado o Festival. O prefeito de Bezerros, Severino Otávio, popular ‘Branquinho’, acompanhou o seu grupo – Papanguarte – representante oficial, e único, de Pernambuco neste Festival, nos últimos dias, inclusive na solenidade de abertura, ao lado do prefeito Geninho Zuliani (DEM) e coordenadora dos Festivais, professora Maria Aparecida (Cidinha) de Araújo Manzolli.

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O Balé Popular Papanguarte, da cidade de Bezerros-PE, representa Pernambuco pela terceira vez. Alguns bailarinos se apresentam pela primeira vez de um evento a nível nacional, sendo que das outras duas vezes foi sucesso absoluto e, no desfile de encerramento arrastou um bom número de admiradores, pelas ruas da cidade de Olímpia, com muito frevo e coreografia.

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O coreógrafo e coordenador do Grupo, Carlos Marques, se diz muito feliz em voltar onde  o Papanguarte foi bastante aplaudido, divulgando essa cultura popular, o espetáculo Folia dos Papangus, em três apresentações.

Hoje à noite, no palco

Grupo Batalhão de Bacamarteiros – Carmópolis – SE, Cia de Santos Reis Caminho de Belém – Olímpia – SP, Cia de Santos Reis Mensageiros da Paz – Olímpia – SP, Grupo Boi de Palha – MA, Grupo Pastoril Dona Joaquina – RN, Grupo Caboclos de Mestre Bebé – RN e Grupo Cala – RS.

GALERIA DE FOTOS

Clique na imagem abaixo e confira as fotos da abertura do Fefol:

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Turismo no Folclore: diversão, informação e segurança

Pensando em receber bem os visitantes, a Secretaria de Turismo de Olímpia leva para o Recinto do Folclore, pelo quinto ano consecutivo, o trailer do Centro de Informações ao Turista – CIT.

O veículo é uma base itinerante do Centro de Atendimento do Turista, que tem por objetivo tirar dúvidas, dar explicações e direcionar o turista quanto às opções de lazer, de hospedagem, de alimentação da cidade, bem como contribuir com explicações sobre curiosidades com relação à cultura da cidade e ao Festival do Folclore.

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Estão disponíveis no trailer, durante todo o festival, guias, mapas e folhetos das atrações turísticas de Olímpia. Os atendentes do CIT também estão aptos a indicar aos interessados os locais de alimentação, banheiros, diversão, compras e apresentações do Festival do Folclore. O trailer do CIT está posicionado ao lado da entrada principal do Recinto do Folclore, em todos os dias do evento.

Além disso, existem placas indicativas espalhadas pelo recinto, mostrando a direção dos locais. As placas são personalizadas com figuras do folclore brasileiro como Boto Cor-de-rosa, Saci-Pererê, Mula-sem-cabeça, Curupira entre outros personagens, ressaltando a identificação folclórica.

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Para garantir a segurança dos frequentadores da festa, o Recinto possui alvará de funcionamento do Corpo de Bombeiros e ainda conta com todo o equipamento de segurança necessário como saídas e iluminação de emergência, extintores de incêndio e sinalização.

“Queremos receber a população e os visitantes da maneira mais segura possível e dar suporte de serviço e informação para quem não conhece a cidade e o festival. Nossa intenção é fazer uma boa acolhida para que as pessoas voltem outras vezes”, ressalta Beto Puttini, secretário de Turismo.

Fefol traz pela primeira vez Simpósio sobre contexto da música folclórica

O 51º Festival do Folclore traz uma grande novidade para este ano. Será realizado nos dias 11, 12 e 13 de agosto, no Pavilhão Cultural do Recinto de Exposições e Praça de Atividades Folclóricas “Professor José Sant´anna”, o I Simpósio de Estudos Etnomusicológicos de Olímpia. Ou seja, a etnomusicologia dá ênfase ao contexto no qual a música está inserida, como forma de compreender o porquê daquela música ser da forma que é, daí esses estudos dentro do Fefol.

 

O evento será realizado pela Coordenadoria dos Festivais do Folclore de Olímpia, em parceria com o Instituto de Artes da Unicamp e da Universidade Estadual de Goiás, com o apoio da Prefeitura da Estância Turística de Olímpia, por meio da Secretaria de Cultura, Esportes e Lazer. O simpósio tem a coordenação de Estêvão Amaro dos Reis, Gilson Scharnik e Emerson Adriano Sill.

No primeiro dia, terça-feira, 11 de agosto, o simpósio terá início às 8h30, com recepção e credenciamento na coordenadoria dos Festivais do Folclore. Em seguida será servido um café na Casa do Caipira. As 10h será realizada a sessão de abertura. A primeira conferência será com a Dra. Suzel Ana Reily, da UNICAMP/Queen’s University Belfast.

Na parte da tarde, das 16h às 18h30, será realizada a mesa temática 1, com o tema Folclorização: festivais de folclore e novos espaços de performance, com Dr. Edilberto Fonseca (UFF), Dr. Wagner Chaves (UFRJ) e Me. Estêvão Amaro dos Reis (UNICAMP).

Já na quarta-feira, 12, o simpósio terá início às 9h, com a apresentação artística. Das 9h30 às 12h, será a mesa temática 2, com o tema Abordagens sobre o Folclore: Educação, Música e Turismo. A mesa será composta por Maria Idelma Vieira D´Abadia, João Guilherme Curado, Aline Santana Lobo, Ronypeterson Miranda, da UEG.

Na parte da tarde, das 16h às 18h30, será a mesa temática 3, com o tema Territórios: educação, turismo cultural e desenvolvimento sustentável, que será discutido pela mestra Alessandra Ribeiro (PUC-Campinas/Jongo Dito Ribeiro), e professores Maria Aparecida de Araújo Manzolli, Edward Marques e Eliana Bertoncello Monteiro.

No último dia do simpósio, 13, das 9h às 11h, será realizada a mesa temática 4, com o relato de experiência e roda de conversa com os mestres dos grupos folclóricos, seguida de oficina e apresentação artística.

Para encerrar, das 16h às 17h, será realizada uma oficina, em seguida a conferência e sessão de encerramento.

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Já é tradição e pelo décimo ano consecutivo o Festival Nacional do Folclore de Olímpia será transmitido ao vivo para todo o planeta através da internet, inclusive pelos portais Diário de Olímpia e Estância Turística de Olímpia, do mesmo Grupo, além dos sites oficiais, a partir deste sábado (8), às 20h.

As transmissões, que se iniciam hoje na abertura serão geradas no horário das apresentações de palco, proporcionando assim a oportunidade ao internauta acompanhar as danças exibidas no 51º Festival do Folclore em tempo real. As transmissões serão realizadas pela OlímpiaWeb Internet e Top Vídeo Produções.

Além de poder assistir através do computador, os internautas poderão acompanhar o festival através de dispositivos móveis, incluindo Smartphones, Iphone, Ipad, Black Berry, e aparelhos com Sistema Android, utilizado na maioria dos celulares e tablets do planeta. Para isso, basta seu aparelho ter uma conexão com a internet de pelo menos 700 kbps.

Durante a transmissão, o internauta pode ainda interagir com as apresentações e enviar mensagens através de um espaço reservado dentro do site. Uma equipe de técnicos está preparando todo o sistema para que não haja interrupções durante as danças.

Na última edição, durante os nove dias de festival mais de 26 mil internautas assistiram às apresentações ao vivo pela internet. Além disso, outros milhares de internautas acessaram o site fora do horário da transmissão, totalizando 40 mil visitantes únicos durante o 50º Fefol.

Além do festival ao vivo, o internauta pode conferir no site oficial, a programação, notícias, informações e fotos da nossa festa maior.

Tuti abre semana do Folclore com ‘Noite em Parintins’ com Assayag e Ianayra

Agosto é o mês nacional do folclore, e é também o mês em que se realiza o Festival Nacional de Folclore de Olímpia. Antecipando as comemorações, o Tuti Resort já esta contando com diversas atrações folclóricas para entretenimento e interação com os hóspedes este mês.

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As celebrações da cultura e das tradições brasileiras iniciaram-se ontem à noite (4) com a apresentação do show “Uma Noite Em Parintins”.

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O show é um projeto desenvolvido por vários artistas, incluindo os cantores Davi Assayag, cantor oficial do Boi Bumba Caprichoso, a cantora Ianayra, conhecida como a “Índia Branca”, e o cantor do grupo Canto da Mata, Mailzom Mendes, às 20h, ao redor das piscinas do Tuti Resort.

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Já na semana de 8 a 16, durante o Festival do Folclore, grupos folclóricos estarão presentes no hotel no período da tarde para entreter e interagir com os hóspedes, levando costumes e danças típicas de cada canto do Brasil.

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As atividades são frutos da parceria do Tuti Resort com a organização do Festival do Folclore de Olímpia e da Prefeitura Municipal da Estância Turística de Olímpia. (Fotos Leonardo Concon)

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GALERIA DE FOTOS

Clique na imagem abaixo para ver todas as fotos deste show:

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Júri define as obras vencedoras do Concurso de Artes do 51º Festival de Folclore

A Secretaria de Cultura, Esportes e Lazer, realizou na sexta-feira (31), julgamento das obras e peças do 26º Concurso de Artes do 51º Festival do Folclore de Olímpia nas categorias Pintura, Poesia, Escultura, Artesanato e Fotografia.

Cada participante inscreveu até três obras, que deveriam ter o tema “Folclore de Pernambuco”.

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A seleção das obras foi feita por júri composto por cinco membros convidados pela Comissão Organizadora do Festival, quais sejam, Cristina Simões Gottardi (Casa do Artesão), Genival Miranda (Projeto de Iniciação Teatral), Cristian Assis (coordenador do Museu de História e Folclore “Maria Olímpia”), Janaina Longhi (assessora de imprensa) e Eduardo Bittencourt (artista plástico).

Na categoria Artesanato, o vencedor foi Gustavo Capellari, assim como na categoria Escultura. Na Pintura, Maria Aparecida de Carvalho Konkowski e em segundo Gustavo Capellari.

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Na categoria Poesia, com “Joia do Nordeste”, o vencedor foi Bruno Sentinelo Naliati, seguido de Marina Rodrigues Blanco Maluf, em segundo, com “Pernambuco e suas crenças”. Na Fotografia, com votação unânime, Graziele Aparecida da Silva, seguida de Rafael Biagioni. Os troféus serão entregues na segunda-feira no placo principal da festa, antes do inicio das apresentações

Recinto começa a ser preparado para a 51° Festival de Folclore

Com menos de 20 dias para o inicio do 51º Festival do Folclore de Olímpia, os preparativos começam a ser desenvolvidos para a sua realização entre os dias 08 e 16 de agosto no Recinto de Exposições e Praça de Atividades Folclóricas “Professor José Sant’anna”.

Dentre os desafios em meio à crise financeira que o Brasil se encontra, está a criatividade na busca de apoiadores e parceiros, além de ações inovadoras para abrilhantarem as comemorações, mantendo o foco da preservação e difusão da cultura popular brasileira através das danças e costumes apresentados no FEFOL que este ano homenageará o Estado do Pernambuco.

Entre os dias 10 e 13 no período da tarde acontece o 31º Mini Festival do Folclore com a participação das escolas municipais que apresentam danças de diversas regiões, consagrando o trabalho desenvolvido durante todo o ano com o ensino de folclore.

No período da manhã, entre os dias 11 e 13 se realiza o I Simpósio de Estudos Etnomusicológicos de Olímpia, uma realização da Coordenadoria dos Festivais do Folclore de Olímpia em parceria com o Instituto de Artes da Unicamp e da Universidade Estadual de Goiás (UEG), com palestrantes renomados e inscrições gratuitas.

Dentre a participação dos grupos inéditos estão o Grupo Cala do Rio Grande do Sul, a Companhia Encantar de Boi do Maranhão e Grêmio Arraiá de São Mateus de Minas Gerais.

E os já conhecidos grupos CTG Estância da Serra do Rio Grande do Sul, Fogança do Paraná, o Fandango de Tamanco de Cuitelo de São Paulo, o Grupo Andora da Faculdade Estadual do Espirito Santo, Vitória Régia do Mato Grosso, Mapinguari do Pará, a Associação Cultural – Maria Bonita do Ceará, Pastoril Dona Joaquina, Major Sales e Mestre Bebé e Balé Terras Potiguares da Paraíba, os Bacamarteiros de Sergipe, Samba Lenço de Mauá e Caiapós de São Paulo, o Boi de Palha do Maranhão e o Papanguarte de Pernambuco.

Cartazes do 51º Fefol e do 31º Mini Festival são apresentados na ‘Vila Brasil’

Com evento aberto ao público, foi apresentado na “Vila Brasil”, no Recinto do Folclore, os cartazes do 51º Festival do Folclore, que este ano será realizado entre os dias 8 e 16 de agosto, e do 31º Mini Festival do Folclore, que se realizará entre os dias 10 e 13 de agosto, também no Recinto.

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Na solenidade, o secretário de Governo João Paulo Polisello, Pitta, fez a apresentação dos cartazes, na presença do vice-prefeito Gustavo Pimenta (PSDB), e dos secretários Guto Zanette (Cultura, Esportes e Lazer) e Eliana Bertoncello Monteiro (Educação); do diretor de Cultura e presidente da Comissão Organizadora do 51º Festival do Folclore, Caio Longhi; do vice-presidente da Comissão Flávio Santos; da Coordenadora dos Festivais, Maria Aparecida de Araújo Manzolli, e da Presidente do Fundo Social de Solidariedade, Aparecida Zuliani.

Primeiramente, foi apresentado o cartaz do 31º Mini Festival do Folclore, com desenho feito por Guilherme Henrique Guimarães, aluno da EMEB Zenaide Rugai Fonseca, da Cohab IV, que estava presente ao lançamento acompanhado da avó, Silvani Pereira Guimarães.

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Também a diretora da Escola, Neide Olmos, e a professora do período complementar Mônica Fabiana Perpetua Crepaldi André, do 5º ano “A”, instrutora de Guilherme, estiveram presentes.

Guilherme recebeu como incentivo e reconhecimento pelo desenho uma bicicleta. Em seguida à entrega do brinde, o presidente da Comissão destacou o diferencial do cartaz do 51º Festival do Folclore: “Optamos por um desenho para elucidar a homenagem ao Estado do Pernambuco. Assim, o artista plástico Cristian Assis desenvolveu o tema que hoje apresentamos como o cartaz oficial”.

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Para finalizar a noite, o músico Wadão Marques apresentou o Frevo Virado, tema do 51º Fefol, e outras de suas canções.

A Associação Cultural Anástasis apresentou um bloco de danças paulistas, assim como o Grupo Olimpiense de Danças Parafolclóricas Cidade Menina Moça-Godap que encerrou a festividade.

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O evento contou com apoio do Fundo Social de Solidariedade, que levou quitutes, quentão e chocolate quente para aquecer a noite, e do empresário Deco Lima (Ibiza e Victória Restaurantes), com a comercialização de pratos folclóricos, como o sucesso do Festival Internacional, a “Mula sem Cabeça”.