Iguatemi Rio Preto realiza exposição filatélica para celebrar o Dia do Selo

Para celebrar o Dia Nacional do Selo, 1º de agosto, o Shopping Center Iguatemi São José do Rio Preto, em parceria com a Diretoria Regional dos Correios São Paulo Interior, realiza uma exposição de selos com temas como“Redescobrindo o Brasil” e “A Aventura do Xadrez”. A atração fica aberta ao público de 28 de julho a 13 de agosto, em frente ao Terraço da Figueira, no horário de funcionamento do shopping. A entrada é gratuita.

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A ideia da exposição surgiu como proposta de presentear os rio-pretenses, no mês de aniversário do Dia do Selo, com uma mostra filatélica que ofereça ao público a oportunidade de conhecer fatos relevantes por meio dos selos e que despertem o interesse cultural pela Filatelia.

As coleções expostas foram cedidas pelos filatelistas. São elas: “A Aventura do Xadrez”, “Pinturas da Rússia” e “Selos do Vaticano”, do filatelista Autharis Freitas dos Santos; “Selos Personalizados”, de Flavio Martins; “Esperanto”, de Benedicto Silva; “Os Provérbios e os Máximos Postais”, de Sergio Luiz de Paiva Bolinelli; e “Redescobrindo o Brasil”, de Agnaldo de Souza Gabriel.

Dia do Selo – 1º de agosto

No dia 1º de agosto de 1843, entrou em circulação a primeira emissão postal brasileira, conhecida por “Olho de Boi”, identificada por suas linhas sóbrias e elegantes que possuía três valores – 30, 60 e 90 réis.

O Brasil tem importante papel na Filatelia Mundial, uma vez que foi o segundo país do mundo e o primeiro das Américas a adotar o selo postal como comprovante de franqueamento, seguindo o exemplo do correio inglês, que criou o selo em 1840 (o Penny Black).

Segundo informações da assessoria de comunicação dos Correios São Paulo Interior, os selos registram fragmentos do mundo em que vivemos, pois nele são representados contextos e informações históricas. (Fonte: Correios)

Serviço

Exposição de Filatelia – Dia do Selo

Data: 28/07 a 13/08

Local: No piso térreo, em frente à loja Estivanelli, no Shopping Center Iguatemi Rio Preto.

Correios lançam selo personalizado em comemoração aos 50 anos do 17º BPM/I

Carlos Favarao — Os Correios lançam nesta quinta-feira (25), o selo personalizado em comemoração aos 50 anos de criação do 17º Batalhão de Polícia Militar do Interior, por volta das 10h, nas dependências do Comando de Policiamento do Interior – 5, localizado na Av. dos Estudantes, nº 1980, Bairro Boa Vista, em São José do Rio Preto (SP), .

O lançamento da peça filatélica é uma iniciativa dos policiais militares do 17º Batalhão de Polícia Militar do Interior, os quais solicitaram aos Correios  a confecção do selo personalizado. O selo postal comemorativo, além do valor filatélico, retrata e perpetua momentos importantes na vida de pessoas e instituições, pelo interesse sentimental, cultural e econômico que desperta. O selo ora emitido, ricamente produzido pela Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, imortaliza a data de comemoração dos 50 anos de criação do 17º Batalhão de Polícia Militar do Interior, constituindo-se numa justa homenagem a toda força de trabalho daqueles que contribuíram e daqueles que hoje servem e protegem os quase 500 mil habitantes do município de São José do Rio Preto.

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O selo personalizado é uma peça filatélica produzida pelos Correios, com o qual as pessoas interessadas, físicas ou jurídicas, têm a oportunidade de personalizar suas correspondências, tornando-as um veículo difusor de suas imagens, mensagens e marcas representativas.

Sobre o selo – De autoria do Sd PM Verza, do Setor de Telemática, do CPI-5, o desenho, sobre um fundo amarelo, apresenta a imagem da medalha comemorativa, criada por meio do Decreto Estadual nº 60.773, de 03/09/2014, especialmente para as comemorações do cinquentenário do 17º Batalhão de Polícia Militar do Interior. Acima, do lado esquerdo, fica a logomarca da Polícia Militar do Estado de São Paulo. Foram produzidos 1.956 selos personalizados, os quais serão utilizados nas postagens de correspondências do Batalhão.

HISTÓRICO

O 17º BPM/I tem sua origem remota em 13 de janeiro de 1937 com a Lei 2.892, onde consta que a 5ª Companhia Independente era responsável por executar o policiamento no município de Rio Preto, porém, sem indicação do local exato das instalações, nem tampouco  a quem estava subordinada.

Com o advento da Lei 8.311, de 25 de setembro de 1964, foi criado o 17º Batalhão Policial, com as 1ª e 2ª Companhias em São José do Rio Preto e 3ª Companhia em Fernandópolis.

Em 1987, por intermédio do Boletim Geral PM 37, foi adotada a canção do 17º Batalhão de Polícia Militar do Interior.

Até o ano de 2006, o 17º BPM/I tinha sua área composta por trinta e um municípios.

Em 26 de fevereiro de 2014 com o Decreto 60.175, o 17º BPM/I sofreu nova reestruturação, passando a abranger todo o município de São José do Rio Preto, composto por quatro Companhias, todas sediadas na cidade.

Selo e Carimbo dos Correios homenageiam hoje os 130 anos de Tanabi

Os Correios lançam, nesta quarta-feira (11), selo personalizado e carimbo postal comemorativo dos 130 anos da cidade de Tanabi (SP). O evento ocorre às 20h no Auditório Paroquial Nossa Senhora da Conceição, Rua José Siriane, 579 – Centro, em Tanabi. Matéria e fotos Carlos Favarão.

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O lançamento das peças filatélicas é uma iniciativa do prefeito municipal de Tanabi, José Francisco de Mattos Neto, que solicitou aos Correios  a confecção do selo personalizado e do carimbo comemorativo alusivos às comemorações da cidade.

O selo personalizado é uma peça filatélica produzida pelos Correios, com o qual as pessoas interessadas, físicas ou jurídicas, têm a oportunidade de personalizar suas correspondências, tornando-as um veículo difusor de suas imagens, mensagens e marcas representativas.

O SELO

A peça, que marca os 130 anos de Tanabi, é composta por duas partes: na primeira, a bandeira nacional tremulando ao vento compõe o plano secundário e emoldura o mapa do Brasil, preenchido pelas flores do ipê amarelo – árvore-símbolo nacional. Na segunda parte, o selo estampa uma foto noturna do Parque Ecoturístico Jamil Salomão. Na parte superior, do lado esquerdo, a bandeira do município. Completam o conjunto visual os dizeres: Tanabi – São Paulo – Brasil – 1882 – 2012 – 130 anos.

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Foram produzidos 1.212 selos personalizados, os quais serão utilizados nas postagens de correspondências da prefeitura.

O CARIMBO

O carimbo comemorativo, de autoria do design Everaldo Machado, apresenta ao centro e nas laterais, a imagem de uma borboleta, origem do nome da cidade Tanabi (tupi), significa Rio das Borboletas, apesar de não existir nenhum rio perto da cidade. Acima, 1882 – 2012, em alusão aos 130 anos comemorados. Abaixo, 130 anos. Ao redor, em círculo, os dizeres: ANIVERSÁRIO DE TANABI Correios – Tanabi – SP – 11.7 a 9.8.2012 (referente ao período de circulação do carimbo).

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Após seu lançamento, o carimbo ficará na Agência Central dos Correios de Tanabi (Rua Barão do Rio Branco, 331 – Centro) para aplicação em todas as correspondências confiadas àquela unidade, e também para os filatelistas (colecionadores de selos) e marcofilistas (colecionadores de marcas postais), sendo, após esta data, encaminhado ao Museu Postal e Telegráfico dos Correios, em Brasília (DF).

A CIDADE

4 de julho de 1882. No local onde está assentada a praça Stélio Machado Loureiro, antes cognominada “24 de outubro”, e em cujo centro se localiza atualmente a Rodoviária, o terreno fora convenientemente mondado e da clareira aberta na jungle em volta, divulgava-se, ao fundo a choça coberta de colmo onde Joaquim Francisco de Andrade (Joaquim Chico), remanescente da tribo dos Caiapós, provindo dos confins do Viradouro, comerciava produtos da terra e mercadorias que trazia de longe. Junto à confluência do Jataí e do Mangue, ou Bacuri, repontavam, aqui e acolá, raras choupanas onde viviam pacatos roceiros. Estes, confabulando entre si, concluíram, por mútuo assentimento, fundar um povoado; logo a seguir, confiaram a mestre Bento Perez de Souza, um carapina de truz, a incumbência de lavrar o madeiro roliço e transformá-lo em símbolo de suas aspirações religiosas, o qual foi, para todos os efeitos, considerado marco de fundação. Na data epigrafada, num meio dia estival, lá estavam os moradores reunidos e irmanados por um só desejo – conduzir em procissão o pesado lenho de rija aroeira, pau que dura eternamente.

Feito isto, postaram-no, para descanso, ao lado de profunda escavação recém aberta na terra vermelha e dadivosa. Homens, mulheres e crianças engalanadas em sua roupagem caipira de “ver Deus”, como afirmam em sua linguagem pitoresca, aguardam, no local, a cerimônia da subida de cruz. Entre vivas e rojões, salvas de garrucha e gritos de alegria é alçado o majestoso cruzeiro que, paulatinamente, toma posição vertical; seus braços sagrados, onde se divisam os instrumentos de suplício, a recordar a divina imolação, proclamam altissonantes que na zona pioneira do Estado mais uma citânia surgia, citânia que desde então batizaram com o expressivo topônimo “Jataí”.

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Logo após, junto ao emblema da fé, num altar improvisado, todo enfeitado de flores silvestres, ajoelharam-se todos, contritos e piedosos, como convém às almas simples, a rezar o terço tradicional do interior brasileiro. E a tradição guardou o nome dos que tomaram parte nesse ato de fé e civismo: o Alferes Polenice Celeri, Leonildo Bataglia, João Barboza do Amaral, Hilário de Souza Rozendo, Agostinho Pereira, Manuel Francisco de Silva, Joaquim Euzébio, Joaquim Francisco de Andrade (Joaquim Chico, considerado o fundador), além do artista anônimo, que a golpes de enxó, lavrou o rijo cerne, transformando-o em objeto de culto e de veneração.

Erguida a cruz, roçado o mato em torno, cuidaram logo os moradores do Jataí de construir uma igrejola em homenagem à padroeira escolhida – Nossa Senhora da Conceição. E foi essa rústica ermida de palha que deu o nome ao lugar então conhecido por “Capela do Jataí” e que, nove anos mais tarde, em 1891, foi substituída pela igreja feita de tijolos e telha vã, demolida em 1932/33. (Fonte: www.tanabi.sp.gov.br).

Selo e carimbo marcam os 70 anos do Zoológico de Ribeirão Preto

Os Correios lançam nesta quarta-feira (13), às 9h, na Praça de Alimentação do Bosque e Zoológico Municipal Dr. Fábio Barreto, Ribeirão Preto (SP), uma folha de selos personalizados e um carimbo postal comemorativo dos 70 anos de história do Bosque Zoológico Fábio Barreto. (por Carlos Favarão)

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O lançamento das peças filatélicas é uma iniciativa da prefeita municipal de Ribeirão Preto, Dárcy Vera, que solicitou aos Correios  a confecção dos selos personalizados e do carimbo comemorativo alusivos ao aniversário do zoológico.

O selo personalizado é uma peça filatélica produzida pelos Correios, com o qual as pessoas interessadas, físicas ou jurídicas, têm a oportunidade de personalizar suas correspondências, tornando-as um veículo difusor de suas imagens, mensagens e marcas representativas.

Sobre os Selos

A folha que marca os 70 anos do Bosque Zoológico Fábio Barreto é composta por duas partes: na primeira, com oito imagens diferentes (incluindo a de fundo), destaca a flora e a fauna do Pantanal; um registro das riquezas naturais do Brasil. Na segunda parte, o selo estampa arbustos nas laterais como se fosse uma mata nativa, representando a flora. No centro, uma capivara representada pela fauna. Acima do animal, os dizeres: BOSQUE ZOO Fábio Barreto. Abaixo da capivara, os dizeres: PRESERVAÇÃO E EDUCAÇÃO AMBIENTAL – Ribeirão Preto-SP. Completa o conjunto visual: 70 Anos.

Foram produzidos 6.012 selos personalizados, os quais serão utilizados nas postagens de correspondências do zoológico e da prefeitura.

Sobre o Carimbo

De autoria do Núcleo de Mídia Postal da Regional dos Correios de São Paulo Interior, o carimbo comemorativo apresenta ao centro as mesmas informações que a segunda parte do selo personalizado. Ao redor, em círculo, os dizeres: PRESERVAÇÃO E EDUCAÇÃO AMBIENTAL – Correios – Ribeirão Preto-SP. – 13.6 a 12.7.2012 (referente ao período de circulação do carimbo).

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Após seu lançamento, o carimbo ficará na Agência Central dos Correios de Ribeirão Preto (Rua Álvares Cabral, 612 – Centro) para aplicação em todas as correspondências confiadas àquela unidade, e também para os filatelistas (colecionadores de selos) e marcofilistas (colecionadores de marcas postais), sendo, após esta data, encaminhado ao Museu Postal e Telegráfico dos Correios, em Brasília (DF).

Sobre o Bosque Zoológico Fábio Barreto

O Bosque Zoológico Fábio Barreto, de Ribeirão Preto, está completando 70 anos e é um dos mais antigos zoológicos em atividade no Brasil. Resquício de mata nativa em plena área central da cidade, o local funcionou durante muitos anos como centro de entretenimento e lazer.

Após, surgiu a fase de atuação na preservação da natureza, fauna e flora, configurando-se como centro de estudos.

Hoje, mais de 90% de suas atividades são voltadas para a Educação Ambiental, o que vem beneficiando os 50 mil alunos da Rede Municipal de Ensino de Ribeirão Preto, através do projeto PIEA – Programa Integrado de Educação Ambiental, iniciado no final da década de 90, numa parceria entre as Secretarias Municipais de Educação e Meio Ambiente. (Fonte: Secretaria Municipal de Educação de Ribeirão Preto).

Jaguatirica e gato-mourisco ganham selo no Dia do Meio Ambiente

A jaguatirica e o gato-mourisco são temas de selos da “Série Animais da Fauna Brasileira”.  A emissão, que inclui dois selos e um cartão-postal, será lançada nesta terça-feira (5), Dia Mundial do Meio Ambiente, nas cidades de Campo Grande/MS e São Luís/MA, chamando a atenção para a necessidade de preservação dos felinos e seus habitats.

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As imagens utilizadas nas estampilhas foram registradas pelos fotógrafos Adriano Gambarini (Gato-mourisco) e Edson Endrigo (Jaguatirica).

Cada selo tem tiragem limitada de 150 mil unidades (300.000 selos, no total) e valor facial de 1º Porte da Carta Comercial, atualmente R$ 1,10. Já o cartão-postal, tem uma tiragem de 3 mil unidades ao preço de R$ 1,05 cada.

Após o lançamento,  as peças filatélicas poderão ser adquiridas nas agências e na loja virtual dos Correios (www.correios.com.br/correiosonline).

HISTÓRICO

Nos selos postais brasileiros, os Correios têm divulgado espécies da fauna, a título de torná-las conhecidas e pela necessidade crescente de preservá-las em função da importância que exercem no meio ambiente.

Nesta emissão, os selos são ilustrados com as espécies de felinos popularmente conhecidos como jaguatirica e gato-mourisco.

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Gato-mourisco (Puma yagouaroundi)

O gato-mourisco (Puma yagouaroundi), também conhecido como jaguarundi e gato-vermelho, é um felino de porte pequeno, com corpo de formato alongado devido à sua cabeça pequena, orelhas curtas, corpo esguio e cauda longa.

O comprimento de seu corpo varia de 49 a 83 cm e o de sua cauda de 31 a 52 cm, seu peso vai de 3 a 7,5 kg.

Sua pelagem possui coloração uniforme, variando do pardo ao cinza escuro. Em algumas regiões, especialmente no Nordeste, possui coloração castanha avermelhada.

Jaguarundis são encontrados desde o sul do Texas, ao longo da costa do México, na América Central e na América Latina até o norte da Argentina. No Brasil é uma espécie consideravelmente comum, ocorrendo em todos os biomas brasileiros em uma grande variedade de habitats, desde áreas florestadas até regiões de caatinga. Adapta-se a ambientes antropizados como áreas de pastagens e plantações.

Possui hábitos solitários, mas eventualmente podem ser observados aos pares. Sua atividade é predominantemente diurna, por isso é possível vê-los no campo com certa frequência.

Os gatos-mouriscos alimentam-se exclusivamente de carne, podendo atacar animais de pequeno porte como aves, roedores e pequenos répteis.

Jaguatirica (Leopardus pardalis)

A jaguatirica (Leopardus pardalis), também conhecida como gato-maracajá e gato-pintado, é um felino de porte médio e compleição robusta. O comprimento de seu corpo varia de 66 a 105 cm e sua cauda de 30 a 50 cm; seu peso vai de 6,5 a 15 kg.

Sua pelagem é em tons de amarelo com ocelos escuros distribuídos ao longo do corpo, que se unem de maneira a quase formar bandas emendadas na região do pescoço e nas laterais do corpo. As regiões do ventre e da garganta são esbranquiçadas. Possui também uma mancha branca atrás da orelha.

As jaguatiricas são encontradas do sul do Texas ao longo da costa do México, na América Central e na América Latina até o norte da Argentina. Habitam uma grande variedade de habitats, desde que tenha certa cobertura vegetal, evitando áreas completamente abertas. No Brasil, é uma espécie consideravelmente comum, ocorrendo em todos os biomas brasileiros em uma grande variedade de habitats, exceto no sul do Rio Grande do Sul.

Animal de hábito solitário, dificilmente é observado em pares. Possui atividade no horário crepuscular-noturno, apesar de eventualmente ser observado em atividade durante o dia. Apresenta o hábito alimentar estritamente carnívoro, se alimentando de uma diversidade grande de itens, mas principalmente de mamíferos de pequeno e médio porte, aves e répteis. Comumente gera conflitos com a população humana, devido à predação de aves domésticas.

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As duas espécies divulgadas são ameaçadas pela destruição de seus habitats e consequente diminuição na disponibilidade de presas; também são caçadas por retaliação ao ataque de animais domésticos. Na lista nacional de espécies da fauna ameaçadas de extinção, apenas uma subespécie (Leopardus pardalis mitis) consta como ameaçada de extinção, e é classificada como “Menos preocupante (LC)” pela IUCN (União Internacional para Conservação da Natureza).

Correios lançam nesta sexta selos sobre Rio+20

Os Correios lançam na próxima sexta-feira (1º), na cidade do Rio de Janeiro (RJ), uma folha com 24 selos diferentes, uma minifolha com 3 selos, um cartão-postal e um envelope 1º Dia de Circulação em homenagem a Rio+20: Conferência das Nações Unidas Sobre Desenvolvimento Sustentável.

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A Rio+20: Conferência das Nações Unidas Sobre Desenvolvimento Sustentável, será realizada no período de 20 a 22 de junho de 2012. Seus principais objetivos são garantir um compromisso político renovado para o desenvolvimento sustentável e avaliar o progresso alcançado desde a Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente, realizada, também, no Rio de Janeiro, em 1992. Assim, o Brasil será novamente o palco de discussão de importantes questões a respeito dos planos futuros relativos ao Meio Ambiente e à Sustentabilidade.

A proposta para emissão de um selo em homenagem à Rio+20 foi recebida pelo DEFIP no início do ano passado e apresentada à Comissão Filatélica Nacional – CFN, que esteve reunida em 7/7/2011, que a escolheu como um dos motivos para as emissões de selos em 2012.

Tendo em vista a relevância da Conferência, os Correios desenvolveram um projeto que resultou na concepção de produtos filatélicos como selos, cartão-postal, envelope, edital e carimbos.

A folha com 24 selos focaliza a logomarca e os subtemas a serem discutidos na Conferência. A minifolha possui 3 selos, cada um representando um pilar do Desenvolvimento Sustentável: ambiental, econômico e social. Os selos da minifolha possuem a mesma arte das emissões dos Correios da ONU (UNPA), que serão lançadas em Nova York, Genebra e Viena, em 1/6/2012.

Sobre os selos

A folha de 24 selos foi concebida em forma de se-tenant. Os selos abordam os subtemas da Conferência, retratando uma área de povoamento, que parte da nascente de um rio, passa pelo perímetro urbano e chega ao oceano. O objetivo é demonstrar de forma sintética, como diversas atividades de grupos humanos são realizadas de maneira sustentável, consciente e responsável, sem comprometer o ambiente urbano e os recursos naturais. Cada selo aborda um dos subtemas defendidos pela Conferência, o que é possível perceber por meio da identificação das legendas, cujo conjunto denota a proposta de integração total da ilustração. Os artistas Juliana Souza e J.Carlos Braga utilizaram a técnica de ilustração vetorial.

Com uma tiragem de 25 mil folhas (600 mil exemplares), cada selo custará R$ 1,10 (1º Porte Carta Comercial).

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Sobre a minifolha

A minifolha ilustra os três pilares do Desenvolvimento Sustentável: Ambiental, Econômico e Social. O Ambiental é representado pela terra em um ninho, remetendo ao cuidado que devemos ter com o planeta. Os pilares Econômico e Social são visíveis a partir do gráfico com silhuetas humanas, em que a evolução do traçado remete a um ganho de produtividade financeira, assim como à ascensão social. Ao fundo, um dos ícones da cidade do Rio de Janeiro, o Cristo Redentor. Os três selos que compõem a minifolha foram concebidos pela UNPA (Administração Postal das Nações Unidas) e estão ligados aos pilares apresentados. O primeiro demonstra a importância da proteção dos organismos marinhos e o respeito aos animais para a construção de um mundo melhor. Assim, tem-se o mundo envolto em uma gota d’água rodeada por baleias, golfinhos e peixes. O segundo selo passa a idéia de proteção à natureza, representada pela mão apoiadora, abaixo da árvore, simbolizando a vida no planeta. O último selo se concentra no Desenvolvimento Sustentável, trazendo a pena do pavão – símbolo de imortalidade, ressurreição, proteção e guarda – que busca transmitir um sentimento de balanceamento entre o desenvolvimento da economia e da sociedade e seu impacto para o meio ambiente. Os artistas Paulo Roberto Baptista dos Santos (minifolha), Russell Fei (Baleias e golfinhos), Shailesh Khandeparkar (Mão amparando o mundo), Gail Armstrong  (Pena de pavão) utilizaram as técnicas de desenho manual, dobradura em papel reciclável, fotografia e comp utação gráfica.

Serão impressas 30 mil minifolhas, com valor facial de R$ 2,00 cada selo (R$ 6,00 a minifolha).

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Sobre o Cartão-postal

Com arte de José Carlos Braga, o cartão postal representa o meio-ambiente sustentável, trazendo em sua arte elementos como parque de energia eólica, água potável e a relação equilibrada entre o homem, a fauna e a flora. A tiragem será de 6 mil unidades ao preço de R$ 1,05 cada.

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Sobre o Envelope de 1º dia de Circulação

Com arte de Jamile Costa Sallum, o envelope é composto pela Logo da Rio+20 e suas cores representativas (verde e vermelho). Serão produzidas 11.000 mil unidades ao preço de R$ 1,20 cada.

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As peças filatélicas podem ser adquiridas nas agências e na loja virtual dos Correios (www.correios.com.br/correiosonline).

HISTÓRICO

Há 20 anos, a histórica Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento – Rio-92 – estabeleceu o consenso internacional em torno do conceito de desenvolvimento sustentável, que busca o equilíbrio entre as dimensões econômica, social e ambiental do desenvolvimento.

Este ano, o Brasil se ofereceu, uma vez mais, para sediar uma grande conferência das Nações Unidas, com o fim de renovar o compromisso político da comunidade internacional com os resultados da Rio-92 e definir a agenda global do desenvolvimento sustentável para as próximas décadas. Realiza-se, no Rio de Janeiro, de 13 a 22 de junho de 2012, a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável – Rio+20.

O Brasil é cada vez mais reconhecido como exemplo de país que investe no caminho do desenvolvimento sustentável. Demonstramos que é possível aliar vigoroso crescimento econômico, inclusão social – com combate ao desemprego, redução das desigualdades e elevação dos níveis de renda da população – e a proteção do nosso meio ambiente. Ainda que persistam importantes desafios, o Brasil está provando que é possível, nas palavras da Presidenta Dilma Rousseff, “Crescer, Incluir e Proteger”.

Esta emissão de selos retrata alguns dos principais temas tratados na Conferência. Ao apresentar imagem única, dividida em diversas representações da vida cotidiana, a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos contribui com a divulgação dos principais objetivos da Rio+20 e reforça a relação indissociável entre as três dimensões do desenvolvimento sustentável: econômica, social e ambiental. (Fonte: Antonio de Aguiar Patriota, Ministro das Relações Exteriores e Izabella Teixeira, Ministra do Meio Ambiente Co-presidentes da Comissão Nacional da Rio+20). (Carlos Roberto Favarao)

Campanha do Agasalho de Araçatuba é marcada com selo e carimbo dos Correios

Carlos Roberto Favarao — Uma cerimônia marcou, na manhã da última sexta-feira (11), no Auditório do Paço Municipal de Araçatuba, o lançamento da Campanha do Agasalho 2012 de Araçatuba, batizada de “Agasalhe esta Ideia”. Na ocasião, os Correios lançaram o selo personalizado e o carimbo postal comemorativo deste importante esforço solidário.

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Durante a abertura da campanha, várias doações foram recebidas.

O evento contou com a presença do prefeito de Araçatuba, Aparecido Sério da Silva; do presidente dos Correios, Wagner Pinheiro de Oliveira; do Diretor Regional dos Correios de São Paulo Interior, Joseph de Faro Valença; do vice-prefeito de Araçatuba Carlos Hernandes; do presidente da Câmara Municipal de Araçatuba, Cido Saraiva; da secretária de Assistência Social de Araçatuba, Cidinha Lacerda; da presidenta do Fundo Social de Solidariedade, Áurea Aparecida Sacramento Amaro e demais autoridades.

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O lançamento das peças filatélicas foi uma iniciativa da secretária de Assistência Social, Cidinha Lacerda, que solicitou aos Correios  a confecção do selo personalizado e do carimbo comemorativo alusivos à Campanha.

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Sobre o Selo

O selo personalizado é composto por duas partes: na primeira, a bandeira nacional tremulando ao vento compõe o plano secundário e emoldura o mapa do Brasil, preenchido pelas flores do ipê amarelo – árvore-símbolo nacional. Na segunda parte, sobre um fundo verde, o selo estampa a imagem de dois bonecos de mãos dadas retratando a solidariedade e o convite para a doação do agasalho. A imagem de um coração no centro representa o amor por essa solidariedade. Completam o conjunto visual os dizeres: AGASALHE ESSA IDEIA! – CAMPANHA DO AGASALHO.

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Foram produzidos 12.012 selos personalizados, os quais serão utilizados nas postagens de correspondências da prefeitura.

Sobre o Carimbo

Já o carimbo comemorativo, de autoria do Núcleo de Mídia Postal da Regional dos Correios de São Paulo Interior, apresenta ao centro a mesma imagem da segunda parte do selo personalizado. Ao redor, em círculo, os dizeres: Campanha do Agasalho – Prefeitura de Araçatuba – Agasalhe essa ideia! – Correios – Araçatuba – SP – 11 a 31.5.2012 (referente ao período de circulação do carimbo).

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Até o dia 31 deste mês, o carimbo ficará na Agência Central dos Correios de Araçatuba (Rua Luiz Pereira Barreto, 163 – Centro) para aplicação em todas as correspondências confiadas àquela unidade, e também para os filatelistas (colecionadores de selos) e marcofilistas (colecionadores de marcas postais), sendo, após esta data, encaminhado ao Museu Postal e Telegráfico dos Correios, em Brasília (DF).

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Sobre a Campanha

Os donativos serão recebidos em 250 pontos espalhados pela cidade, todos identificados com o símbolo da campanha. Nos dias 19 e 26 de maio, todo o efetivo da Guarda Municipal e do Tiro de Guerra fará a coleta em vários pontos da cidade.

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Da esquerda para a direita: O carteiro feminino Aparecida Antigo Rimonato Santos; o prefeito de Araçatuba, Aparecido Sério da Silva; o presidente dos Correios Wagner Pinheiro de Oliveira e o diretor Regional dos Correios de São Paulo Interior, Joseph de Faro Valença

Correios lançam cartões e aerograma do Dia das Mães

Já está disponível em agências dos Correios a linha de cartões e aerograma do Dia das Mães 2012. Neste ano, os Correios lançaram dois novos modelos de cartões comemorativos, que ressaltam o amor materno e os laços entre mães e filhos.

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Os cartões são comercializados por R$ 3,80 cada, e também podem ser adquiridos pela internet, na loja virtual dos Correios (www.correios.com.br/correiosonline). As opções para o Dia das Mães, que será celebrado em 13/05, incluem diversos modelos de cartões, inclusive em braille.

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O Dia das Mães 2012 ganhou também um aerograma especial. Os aerogramas reúnem papel de carta, selo e envelope no mesmo produto. Podem ser adquiridos por R$ 1,65 cada, já incluído o porte nacional. Práticos e econômicos, são uma ótima opção de homenagem em ocasiões especiais. (Fonte: blog dos Correios).

Selos usados geram renda para deficientes

Selos usados geram trabalho e renda para pessoas com deficiência na Alemanha. O material, doado por voluntários de todo o mundo, é tratado e comercializado pela Fundação Bethel, entidade beneficente centenária que mantém clínicas, residências terapêuticas, escolas e centros de terapia ocupacional. A limpeza dos selos garante renda a 130 pessoas com deficiência ou doenças psiquiátricas, além de funcionar como atividade terapêutica.

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A Fundação Bethel foi um dos pólos de oposição ao programa oficial de “eutanásia” de deficientes mentais durante o Regime Nazista, resistindo, a partir de 1941, a ordens de transferência coletivas de pacientes psiquiátricos sem notificação de familiares. Seu fundador foi quatro vezes homenageado em emissões dos Correios da Alemanha.

Doação – O “Projeto Selos”, do Rotary Clube, coleta e envia selos usados para o programa terapêutico da Fundação Betel. Iniciado em 2007, o projeto do Rotary gaúcho já ampliou em mais de cinco vezes o número anual de selos doados. De julho de 2011 até março de 2012, foram 180.000 peças.

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Para participar, basta encaminhar seus selos usados para o Rotary, em Porto Alegre. Os selos não devem ser descolados dos envelopes e devem ser cortados com sobra em torno de 2 cm para facilitar a sua limpeza pelas oficinas da Bethel e evitar danos às bordas. Selos com borda agredida são inutilizados. O endereço para os encaminhamentos dos selos é: ROTARY – Sede do Distrito 4670, Av. Assis Brasil, 3532 – sala 810, Shopping Lindóia, Porto Alegre (RS) – CEP: 91010-003. (Fonte: blog dos Correios).

Cem anos de Mazzaropi. Quem foi ele? Saiba através do selo dos Correios

Os Correios lançam nesta quinta-feira (12), às 19h30, no Museu Mazzaropi, Estrada Municipal Amacio Mazzaropi, 201 – Bairro dos Remédios, Taubaté (SP), selos personalizados e carimbo postal comemorativo em homenagem ao Centenário de Amacio Mazzaropi.

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O evento acontece durante Sessão da Câmara e inclui pré-lançamento de Documentário e homenagens aos Parceiros e Preservadores da História de “Amacio Mazzaropi”.

O lançamento das peças filatélicas é uma iniciativa do Instituto Mazzaropi, que solicitou aos Correios  a confecção dos selos personalizados e do carimbo comemorativo alusivos ao centenário daquele que sem sombra de dúvida foi o marco do cinema nacional.

Para a ocasião, foram produzidos quatro modelos diferentes de folhas de selos personalizados. O selo personalizado é um conjunto composto por duas imagens distintas, separadas pelo picote: o selo postal e a vinheta destinada à impressão de imagem pertencente ao cliente. Cada folha de selos personalizados contém 12 conjuntos.

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No primeiro modelo, a folha apresenta 12 selos iguais, sendo que, na primeira parte, o selo apresenta a bandeira nacional tremulando ao vento compõe o plano secundário e emoldura o mapa do Brasil, preenchido pelas flores do ipê amarelo – árvore-símbolo nacional. Na segunda parte, o selo estampa uma imagem caipira do Mazzaropi com um cachimbo na boca; imagem que foi personagem de um de seus filmes. A mistura das cores na imagem, representa a paixão que Mazzaropi tinha pelo cinema nacional. Completam o conjunto visual os dizeres: 1912/2012 – CENTENÁRIO – AMÁCIO MAZZAROPI.

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No segundo modelo, a folha também apresenta 12 selos iguais, sendo que, na primeira parte, cada peça apresenta, no centro, o monumento dos candangos, peça do escultor Bruno Giorgio, que simboliza os trabalhadores que construíram a cidade de Brasília. À sua direita aparece o perfil do prédio do Congresso Nacional e, à sua esquerda, a imagem translúcida da Bandeira Nacional. Na segunda parte, do lado esquerdo, o selo estampa uma imagem do Mazzaropi atuando como diretor durante filmagens em São Luiz do Paraitinga, interior de São Paulo. Do lado direito, os dizeres: 100 ANOS MAZZAROPI – 1912 – 2012. As cores vivas da imagem é representada como um homem brasileiríssimo que Mazzaropi era.

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No terceiro modelo, a folha é composta por treze fotografias distintas (incluindo a de fundo) que retratam pontos turísticos mundialmente conhecidos da cidade de São Paulo. Como em um álbum fotográfico, que atravessa o tempo, uma “viagem” é sugerida.

Os símbolos tradicionalmente mais populares, vistos sob ângulos contemporâneos, narram certo contexto histórico, porém não esquecem de cruzar o antigo com a amplitude e o progresso, sinais tão característicos da cidade. Na segunda parte, em destaque, o selo apresenta o número “100”. Uma película saindo de dentro do número e o nome de Amácio Mazzaropi são representados pelo cinema nacional e pelo marco que Mazzaropi foi para o cinema. Completam o conjunto visual, 1912 – 2012.

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No quarto modelo, a folha de selos homenageia pontos turísticos do Estado do Rio de Janeiro. Sua composição foi elaborada a partir de 12 fotografias diferentes da Riotur que retratam as riquezas naturais, arquitetônicas e históricas daquele Estado.

Na segunda parte, o selo apresenta uma imagem do Mazzaropi em seu primeiro filme, “Chofer de Praça”, em 1958. Completam o conjunto visual, os dizeres: 100 Anos MAZZAROPPI – Centenário do Nascimento.

Todas as imagens comemorativas do Centenário do Mazzaropi apresentam o endereço do site do Museu Mazzaropi e Brasil 2012.

carimbo Foram produzidos 2.400 selos personalizados, os quais serão utilizados nas postagens de correspondências do Instituto Mazzaropi.

Já o carimbo comemorativo, de autoria do Departamento de Filatelia e Produtos da ECT – DEFIP, apresenta ao centro uma imagem do Mazzaropi atuando como diretor durante filmagens em São Luiz do Paraitinga, interior de São Paulo. Ao redor, em círculo, os dizeres: Centenário de Amácio Mazzaropi – Correios – Taubaté – SP – 9.4 a 8.5.2012 (referentes ao período de circulação do carimbo).

QUEM FOI MAZZAROPI

Nascido no dia 9 de abril de 1912, Amacio Mazzaropi foi um artista brasileiríssimo. De origem humilde, filho de Dona Clara e de Bernardo Mazzaropi, começou no circo, foi para o teatro, passou para rádio, TV e chegou ao cinema, onde estreou como ator e prosseguiu até se tornar seu próprio produtor, diretor e distribuidor, consagrando-se como um dos maiores sucessos de bilheteria. Ele conseguiu o que ainda hoje parece impossível: criar uma indústria de cinema genuinamente nacional, independente (sem subsídios ou financiamentos) e, além de tudo, bem sucedida.

Ele fazia filmes para o Brasil. Para o enorme público brasileiro que não perdia um filme sequer, ele contou histórias que abordavam o racismo, divórcio (que a lei então proibia), as religiões, política e falou até mesmo dos problemas da devastação ambiental. Assuntos tão sérios, ele tratava de um jeito pouco comum, a comédia. E, como ele falava “a língua do povo”, de onde ele mesmo emergiu, e de um jeito bem brasileiro, isto é, evitando o debate e o confronto com quem detém o poder, a elite, não entendia muito bem. Então, apesar da aclamação pelo grande público, o reconhecimento de seu trabalho pela critica lhe foi praticamente negado.

Felizmente, a obra de Mazzaropi vem sendo revista pelos críticos e as universidades começam a estudá-la, contudo, as novas gerações desconhecem a vasta produção desse artista.

Por estas e outras razões , existe um espaço para Mazzaropi na história do cinema brasileiro. E esse espaço tem a oportunidade de ter visibilidade com um projeto de homenagem durante seu Centenário que difundirá a obra do artista ao público que ainda, não o conhece, e também ao publico que possui em seu imaginário a memória viva de Mazzaropi.

A comemoração de seu centenário pretende estimular a reflexão sobre identidade cultural da população e sua diversidade, propor premissas para o uso criativo da linguagem audiovisual e a formação de publico para o cinema.

Amacio Mazzaropi morreu aos 69 anos de idade, no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, no dia 13 de junho de 1981.

 

Museu Mazzaropi

Mazzaropi construiu em Taubaté na década de 70 os estúdios de cinema da PAM Filmes – Produções Amácio Mazzaropi, um dos maiores e mais bem sucedidos da história do cinema nacional. Mazzaropi filmou várias cenas nas ruas dessas cidades e ainda hoje é frequente encontrar-se moradores que assistiram às filmagens, outros tantos que participaram como figurantes ou na produção, e cujas lembranças são valiosos testemunhos de uma experiência cinematográficas de características muito próprias.

O Museu Mazzaropi foi criado em 1992 por João Roman Junior como uma forma de homenagear o velho amigo e cineasta brasileiro. Os filhos de João Roman Jr. dão continuidade ao trabalho de resgate e divulgação da obra de Mazzaropi.

No acervo há mais de 20.000 itens entre fotos, filmes, documentos, objetos cênicos, móveis e equipamentos. Em 2010 o Museu ganhou um novo prédio e em Abril de 2011, comemorando os 99 anos do artista, foi inaugurada uma exposição permanente e interativa que conta um pouco de sua vida e obra.

O Instituto e Museu Mazzaropi vem desenvolvendo ao longo dos anos uma série de ações que reafirmem seu compromisso para com a memória da cultura brasileira, buscando conexões entre a obra, o contexto que lhe servem de origem e o cenário atual. Dentre elas a produção de novos documentários, parceria em mostras, exibições, produções editorias, pesquisas, curadorias e ações com outros órgãos públicos.

Rever Mazzaropi pode trazer à tona inúmeras reflexões para o presente e para o futuro, principalmente para aqueles que irão conhecer a sua obra e descobrir que o local onde vivem faz parte da história do cinema de uma época em que os limites tecnológicos poderiam tornar-se obstáculos para produção cinematográfica. Preservar e divulgar a obra de Mazzaropi atende a uma grande demanda popular e tornar-se, ao mesmo tempo, uma oportunidade de difundir a importância de preservarmos nossa cultura e patrimônio. (Fonte: Instituto Mazzaropi).

Mais informações sobre a vida e trajetória de Amácio Mazzaropi, acessem: www.mazzaropi.com.br e www.museumazzaropi.com.br

Expofinter abre na quinta em Sorocaba

A partir da próxima quinta-feira (12), e até o dia 20 deste mês, a cidade de Sorocaba será palco de mais um grande evento filatélico do Estado de São Paulo: a Expofinter – Exposição Filatélica do Interior, que em sua 13ª edição contará com a participação de colecionadores de todo o Estado de São Paulo, e tem como objetivo divulgar a arte de colecionar selos postais.

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O evento será realizado no Espaço São Bento, Largo São Bento, 144 – Sorocaba (SP) e estará aberto ao público, de segunda a sexta, das 9h às 17h, sábado e domingo, das 9 às 12 horas. A abertura oficial acontecerá no dia 12 de abril, às 19 horas, com lançamento de carimbo postal comemorativo alusivo ao evento.

Cerca de 25 mil selos e peças filatélicas estarão expostos. A coleção de selos “Os Primeiros”, uma coleção que traz os primeiros selos emitidos de cada país, irá despertar a atenção dos aficcionados e curiosos pelo hobby.

A exposição é organizada pela Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos – ECT e pelo Club Philatelico Sorocabano e conta com o apoio da Federação Brasileira de Filatelia – FEBRAF, da Federação das Entidades Filatélicas do Estado de São Paulo – FEFIESP e da Associação Brasileira de Jornalistas Filatélicos – ABRAJOF.

Sobre o Club Philatelico Sorocabano

O Club Philatelico Sorocabano é uma das mais antigas e tradicionais instituições culturais de Sorocaba. Fundado em 18 de julho de 1937, ao longo de sua história, o Club Philatelico Sorocabano já organizou diversos eventos filatélicos, entre eles, Expofiso 20 (estadual e maior exposição filatélica do Brasil no ano de 1996), Exposição Nacional de Filatelia Maçônica em 1999 e Exposição Nacional de Jornalismo Filatélico em 2004. O clube fica na Rua São Bento, 190, 6º andar, sala 66 – Centro.

Carta Social tem selo exclusivo

carta-socialA Carta Social, com tarifa simbólica de R$ 0,01, ganhou selo exclusivo. O novo selo, lançado no dia 13 de julho de 2011, em Brasília/DF, é obrigatório desde o último dia 13 de março, por norma definida em portaria do Ministério das Comunicações.

Agora, a Carta Social está disponível apenas aos beneficiários do Bolsa Família e seus dependentes. São mais de 13,3 milhões de famílias, ou cerca de 50 milhões de pessoas, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento e Combate à Fome. Um em cada cinco brasileiros é alcançado pelo benefício.

Cada pessoa pode postar até cinco cartas por dia. As correspondências devem ter peso máximo de 10 gramas e endereçamento manuscrito. Sua postagem é feita nos guichês de atendimento das agências dos Correios, mediante a comprovação de que o remetente é titular ou dependente de titular do programa Bolsa Família.

Com designer de Míriam Guimarães, o selo tem uso exclusivo para o franqueamento de cartas sociais e sua tiragem é ilimitada. Utiliza  as cores nacionais, verde e amarelo, trazendo  bonequinhos de mãos dadas, que representam a integração proporcionada pelo serviço de Carta Social.

Hospital do Câncer de Barretos tem selo e carimbo dos Correios pelos seus 50 anos

Os Correios lançaram no dia 24 de março, na cidade de Barretos (SP), selo personalizado e carimbo postal comemorativo dos 50 anos de história do Hospital de Câncer de Barretos, ocasião em que foi inaugurado o Hospital de Câncer Infanto-juvenil “Presidente Luiz Inácio Lula da Silva”.

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O evento contou com a presença do diretor regional dos Correios de São Paulo Interior, Joseph de Faro Valença; do presidente da Fundação Pio XII, Henrique Duarte Prata; do ministro da saúde, Alexandre Padilha; do governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin; do prefeito de Barretos, Emanuel Carvalho; do cardeal Dom Odilo Scherer; da Xuxa Meneghel; do apresentador Augusto Liberato (Gugu); do presidente da
RedeTV, Amílcare Dallevo; do diretor presidente da Rede Vida de Televisão, João Monteiro de Barros Filho e demais autoridades.

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O lançamento das peças foi uma iniciativa da Fundação Pio XII, que solicitou aos Correios  a confecção do selo personalizado e do carimbo comemorativo alusivos ao cinquentenário do H.C.B.

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O selo personalizado é composto por duas partes: na primeira, a bandeira nacional tremulando ao vento compõe o plano secundário e emoldura o mapa do Brasil, preenchido pelas flores do ipê amarelo – árvore-símbolo nacional. Na segunda parte, o selo estampa como fundo uma foto do hospital. Acima, em destaque, focaliza-se a imagem de Paulo Prata, Fundador do Hospital de Câncer de Barretos. Completa o conjunto visual a logo do H.C.B. com os dizeres: 50 Anos.

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Foram produzidos 2.400 selos personalizados, os quais serão utilizados nas postagens de correspondências da Fundação Pio XII.

Já o carimbo comemorativo, de autoria do Departamento de Filatelia e Produtos da ECT – DEFIP, apresenta ao centro também a foto do hospital como fundo. Abaixo, os dizeres: Dr. Paulo Prata. Acima, em destaque, a imagem de Paulo Prata com os dizeres: Fundador do Hospital de Câncer de Barretos. Ao redor, em círculo, os dizeres: 50 Anos de História – Correios – Barretos – SP – 24.3 a 22.4.2012 (referente ao período de circulação do carimbo).

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Até o dia 22 de abril, o carimbo ficará na Agência Central dos Correios de Barretos (Rua 14, 757 – Centro) para aplicação em todas as correspondências confiadas àquela unidade, e também para os filatelistas (colecionadores de selos) e marcofilistas (colecionadores de marcas postais), sendo, após esta data, encaminhado ao Museu Postal e Telegráfico dos Correios, em Brasília (DF).

 

 

HISTÓRIA

Na década de 60, o único hospital especializado para tratamento de câncer situava-se na capital do estado de São Paulo e os pacientes que apareciam no Hospital São Judas de Barretos com a doença, eram, em sua maioria, previdenciários de baixa renda, com alto índice de analfabetismo. Por isso, tinham dificuldades de buscar tratamento na capital, por falta de recursos, receio das grandes cidades, além da imprevisibilidade de vaga para internação.

Em 27 de novembro de 1967, foi instituída a Fundação Pio XII e, conforme memorando 234, de 21 de maio de 1968, assinado por Décio Pacheco Pedroso, diretor do INPS, passou a atender pacientes portadores de câncer.

Este pequeno Hospital contava com apenas quatro médicos: Paulo Prata, Scylla Duarte Prata, Miguel Gonçalves e Domingos Boldrini. Eles trabalhavam em tempo integral, dedicação exclusiva, caixa único e tratamento personalizado. Filosofia de trabalho que promoveu o crescimento da Instituição.

Devido à grande demanda de pacientes e ao velho e pequeno hospital não comportar todo crescimento, o Dr. Paulo Prata, idealizador e fundador, recebeu a doação de uma área na periferia da cidade e propôs a construção de um novo Hospital que pudesse responder às crescentes necessidades.

No ano de 1989, Henrique Prata, filho do casal de médicos fundadores do hospital, abraça a idéia do pai e com a ajuda de fazendeiros da cidade e da região realiza mais uma parte do projeto. O pavilhão Antenor Duarte Villela, onde funciona o ambulatório do novo hospital é inaugurado em 6 de dezembro de 1991.

Dando seqüência ao projeto que vem ganhando grandes proporções com a ajuda da comunidade, de artistas, da iniciativa privada e com a participação financeira governamental, outras áreas do hospital estão sendo construídas para atender via SUS, os pacientes com câncer que chegam até nós. (Fonte: http://www.cliquecontraocancer.com.br).

O NOVO HOSPITAL

A construção do Hospital Infanto-juvenil Presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi realizada inteiramente através de doações: são R$ 20 milhões obtidos através das edições da campanha televisiva Direito de Viver (através das emissoras TV Gazeta, Rede Vida de Televisão, Canal Rural e Rede TV!) e por doações ao “Projeto Cuidar” do Hospital de Câncer de Barretos, aprovado pelo Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente – CMDCA da cidade de Barretos para captação de recursos incentivado do Imposto de Renda a pagar de pessoas físicas (6%) e jurídicas (6%), ao Fundo para a Infância e Adolescência – FIA, conforme estabelece o Art. 260 da Lei 8.069/90.

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“Somos o centro que mais recebe casos de tumores ósseos do país e muitos pacientes chegam com o diagnostico avançado, apesar de já terem recebido atendimento em outros hospitais. As parcerias com o St. Jude e o MD Anderson Cancer Center (o maior centro de tratamento oncológico do mundo) permitirão fortalecer a pesquisa clínica desses tumores. Assim, conseguiremos oferecer uma segunda chance de tratamento, com novas drogas, para pacientes com recaída ou em progressão de doença”, informa Dr. Luiz Fernando Lopes, Coordenador Médico do Departamento de Pediatria do Hospital de Câncer de Barretos. O novo hospital também terá técnicas de laboratório e genética baseadas no conceito de terapia-alvo, onde o tratamento será geneticamente personalizado para aumentar as taxas de cura.

Além de oferecer um segundo tratamento para crianças em estágio avançado, o hospital infanto-juvenil investirá no diagnostico precoce e na prevenção. “Focar apenas em tratamento não é mais o futuro, pois o que irá curar mais crianças é garantir o atendimento no estágio inicial da doença e promover hábitos saudáveis para que elas não desenvolvam câncer”, explica Lopes.

A ideia é multiplicar essa consciência pelo interior do país. “Vamos utilizar ferramentas modernas de comunicação para levar essa mensagem às crianças e aos pais delas. Conscientizar crianças a não fumar, comer corretamente e realizar atividades físicas já é um grande avanço. O resultado talvez não seja imediato, mas o efeito multiplicador será muito maior daqui a 20 ou 30 anos”, relata o médico.

Outro protocolo que merece atenção é o referente aos tumores adrenocorticais, situados na supra-renal. Estudos realizados em parceria com St. Jude demonstram um tipo de mutação genética especifica que coloca o Brasil como o país com maior número de incidência deste tumor pediátrico. Segundo Dr. Luiz: “ampliaremos as pesquisas em parceria com o St. Jude para nos tornarmos centro de referência no diagnostico molecular, no tratamento e no aconselhamento genético aos pacientes e famílias afetadas por este tumor”.

INFRAESTRUTURA

A nova unidade foi construída em um amplo terreno ao lado do complexo do Hospital de Câncer de Barretos. Possui 27 leitos, ambulatórios, salas de infusão separadas por faixa etária, centro de reabilitação, centro de quimioterapia, laboratório de emergência, recepção, administração, serviços de apoio e pronto atendimento 24 horas. O hospital conta com o apoio de outros setores como lavanderia, nutrição, radioterapia, radiologia, farmácia central, banco de sangue, laboratório, patologia, entre outros.

“O nome do Ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi escolhido como forma de agradecimento pela sua colaboração ao Hospital de Câncer de Barretos durante sua gestão na Presidência da República”, explica Henrique Prata.

A filosofia do tratamento pediátrico do Hospital de Câncer de Barretos segue a mesma linha humanizadora existente na instituição como um todo: acredita na cura psicossocial, ou seja, que o cuidado com as próprias questões sociais e psicológicas do paciente é tão importante quanto o tratamento médico para a melhora de seu quadro clínico. Pensando nesse aspecto, o novo prédio tem estruturas inovadoras para facilitar, dinamizar e tornar mais agradável o convívio das crianças e suas famílias com o ambiente hospitalar.

“As crianças tem uma forma diferente de olhar o mundo e um atendimento mais especifico, em ambiente próprio, torna o sofrimento menor e a aceitação ao tratamento maior”, conclui o coordenador médico. (Fonte: Assessoria de Imprensa do Hospital de Câncer de Barretos).

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Correios homenageiam os 160 anos de Rio Preto com selo e carimbo

Os Correios lançam nesta segunda-feira (19), às 10h, selo personalizado e carimbo postal comemorativo dos 160 anos de história de São José do Rio Preto, ocasião em que será inaugurado o Complexo Educacional, sede do evento.

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O evento ocorreu nas dependências do Complexo Educacional Núcleo da Esperança, Estrada Municipal SJR 355 – Pastor Doutor José Perozin, s/n, São José do Rio Preto (SP), e contou com a presença do prefeito de Rio Preto Valdomiro Lopes; do governador do Estado de São Paulo Geraldo Alckmin; do Diretor Regional dos Correios de São Paulo Interior Joseph de Faro Valença e demais autoridades.

O lançamento das peças é uma iniciativa do prefeito Valdomiro que solicitou aos Correios  a confecção do selo personalizado e do carimbo comemorativo alusivos aos 160 anos do município.

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O selo personalizado é composto por duas partes: na primeira, a bandeira nacional tremulando ao vento compõe o plano secundário e emoldura o mapa do Brasil, preenchido pelas flores do ipê amarelo – árvore-símbolo nacional. Na segunda parte, o selo estampa em uma imagem aérea, a foto do Complexo Educacional Núcleo da Esperança sobreposta pelos dizeres: COMPLEXO EDUCACIONAL NÚCLEO DA ESPERANÇA – 160 anos. Completa o conjunto visual a logo da atual administração de Rio Preto.

Foram produzidos 6.012 selos personalizados, os quais serão utilizados nas postagens de correspondências da prefeitura.

carimbo-rio-pretoJá o carimbo comemorativo, de autoria do Departamento de Filatelia e Produtos da ECT – DEFIP, apresenta ao centro a logo da atual administração de Rio Preto e os dizeres: 160 Anos. Ao redor, em círculo, os dizeres: 160 ANOS DE HISTÓRIA – Correios – São José do Rio Preto – SP – 19.3 a 17.4.2012 (referente ao período de circulação do carimbo).

Após seu lançamento, o carimbo ficará na Agência Central dos Correios de São José do Rio Preto (Rua Prudente de Moraes, 3057 – Centro) para aplicação em todas as correspondências confiadas àquela unidade, e também para os filatelistas (colecionadores de selos) e marcofilistas (colecionadores de marcas postais), sendo, após esta data, encaminhado ao Museu Postal e Telegráfico dos Correios, em Brasília (DF).

HISTÓRIA DE RIO PRETO

Desbravamento e ocupação do solo do sertão brasileiro. Assim começa a história de São José do Rio Preto, quando, a partir de 1840, mineiros fixaram-se aqui e deram início à exploração agrícola e à criação de animais domésticos.

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Em 1852, Luiz Antônio da Silveira doou parte de suas terras ao seu santo protetor, São José, para que o patrimônio desse origem a uma cidade. Em 19 de março daquele ano, considerado o dia da fundação da cidade, João Bernardino de Seixas Ribeiro, que já havia construído uma casa de sapé nas terras do patrimônio, liderou os moradores da vizinhança para erguer um cruzeiro de madeira e edificar uma pequena capela.

A lei n° 294, de 19 de julho de 1894, desmembrou São José do Rio Preto de Jaboticabal e a transformou em município. Era um imenso território, limitado pelos rios Paraná, Grande, Tietê e Turvo, com mais de 26 mil km2 de superfície. Neste mesmo ano, foi nomeado o primeiro intendente.

A origem do nome do município vem da junção do padroeiro da cidade, São José, e do rio que corta o município, o Rio Preto. A partir de 1906, a cidade teve seu nome reduzido para Rio Preto. Somente em 1945, foi retomado o nome original de São José do Rio Preto.

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Com a chegada da Estrada de Ferro Araraquarense (EFA), em 1912, a cidade assumiu uma importante posição de pólo comercial de concentração de mercadorias produzidas no então conhecido "Sertão de Avanhandava" e de irradiação de materiais vindos da capital. Fonte: http://www.riopreto.sp.gov.br

NÚCLEOS DA ESPERANÇA

Creche, escola de Ensino Fundamental e complexo poliesportivo, todos os prédios e serviços disponíveis no mesmo espaço. Essa é a proposta do projeto Núcleos da Esperança, que são complexos educacionais que começaram a funcionar no último mês de fevereiro em São José do Rio Preto pela Prefeitura.

Os Núcleos da Esperança são denominados: Núcleo Vila Azul, Núcleo Schmitt, próximo ao loteamento Santa Catarina, Núcleo Felicidade (próximo aos loteamentos Santa Clara e Bosque Verde) e Núcleo Mirassolândia/Bela Vista, próximo ao loteamento Pousada dos Pássaros.

Para levar equipamentos sociais a moradores de loteamentos irregulares (áreas rurais loteadas e comercializadas sem a infra-estrutura e documentação necessárias previstas em lei. Como esses loteamentos não estão regularizados perante a Prefeitura, não podem receber estrutura básica como asfalto, sistema de água e esgoto, entre outros0), a Prefeitura adquiriu quatro grandes áreas com 48 mil metros quadrados cada, em regiões distintas do município, onde foram construídas creches e escolas de ensino fundamental e onde estão sendo finalizados complexos poliesportivos com campo de futebol, quadra de areia e até piscina semi-olímpica.Os locais ainda deverão receber uma unidade de saúde da família cada.

Cada núcleo ainda está proporcionando a criação de pelo menos 125 empregos diretos na área de educação com cargos que vão da zeladoria à limpeza, chegando a coordenadores pedagógicos, supervisores, professores e diretores de escola.

O investimento total no projeto é de R$ 80 milhões, com verba quase exclusiva da Prefeitura. A única contrapartida federal será do Ministério da Saúde com aporte R$ 1,6 milhão, na construção das quatro unidades de saúde da família.

“Os núcleos obedecem a um novo conceito, é um complexo educacional completo que tem desde a escola infantil que atende a maternal, berçário, jardins 1 e 2 ao ensino fundamental, com atendimento de 1ª a 5º anos”, explica o prefeito de São José do Rio Preto, Valdomiro Lopes.

Cada núcleo também vai oferecer aos estudantes salas multiuso para reforço escolar, informática, música, teatro, além de esportes como judô e futebol. Os quatro espaços contam ainda, além das duas escolas, com quadra poliesportiva, campo de futebol, vestiários e piscinas. As aulas serão em período integral.

Apenas na escola de ensino fundamental do Núcleo do Alvorada as atividades deverão ser iniciadas no mês de abril. Durante esse período, os estudantes dos loteamentos próximos continuarão a ser atendidos por outras escolas da rede municipal de ensino, com direito a transporte gratuito, como já é realizado.

Somente nos Núcleos foram sendo criadas 3,8 mil novas vagas em escolas, desde a creche ao ensino fundamental. (Fonte: Secretaria Municipal de Comunicação).

Filatelia, 5 de março. Quem aí coleciona selo?

O Brasil comemora na segunda-feira, 5 de março, o Dia do Filatelista. A Filatelia (do grego fila = amigo e telos = selos), arte e a ciência de colecionar selos postais, une milhões de aficionadas em todo o mundo.

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Em Olímpia, a filatelia tem inúmeros seguidores, inclusive, juntamente com o Festival de Folclore, realiza-se aqui a Olimpex – Exposição Filatélica de Olímpia que, em 2012, estará em sua 24ª edição, na Cripta da Igreja-Matriz de São João Batista.

E, neste ano, os brasileiros têm muito que comemorar. O País recebe, em novembro, a Exposição Filatélica Luso-Brasileira – Lubrapex. Em 2013, a aguardada Exposição Internacional Brasiliana será realizada no Rio de Janeiro (RJ).

Dia-do-FilatelistaEm 2012 também é comemorado o 35º aniversário da Revista Cofi – Correio Filatélico. A publicação, com tiragem trimestral de 25 mil exemplares, é produzida pelos Correios e distribuída gratuitamente para filatelistas do Brasil e do mundo.

Arte transformada em cultura popular, os selos testemunham a história, a política, a arte e o universo simbólico de sua época.  A Filatelia integra parte do currículo escolar obrigatório em vários países europeus. No Brasil, o projeto “Correios nas Escolas”, desperta o interesse das crianças pela Filatelia, integrada à educação.

Histórico

Em 5 de março de 1829, D. Pedro I baixou um decreto que organizava os serviços de Correios do Brasil. A medida foi fundamental para que, em 1843, seguindo a trilha de reforma britânica, o Brasil se tornasse primeiro das Américas e segundo país do mundo a adotar o selo como comprovante de franqueamento.

Hoje todos os países emitem selos próprios. Os selos geram lucro anual de 27,7 bilhões aos operadores postais, segundo dados da UPU (União Postal Universal), divulgados em 2012. O valor chega a U$ 50 bilhões se foram incluídos os negociantes e leilões. Diferentemente do que muitos previam, a difusão da internet e do comércio virtual aumentou o volume de encomendas e cartas, além de ter criado novos canais para a Filatelia.

Arte e ciência de colecionar selos e objetos postais, a Filatelia é quase tão antiga quanto o advento dos selos. O 5 de março foi escolhido como “Dia do Filatelista” em 1969, durante um congresso organizado pela Comissão Estadual de Filatelia, em São Paulo. Entidades filatélicas de todo o Brasil logo aderiram à data.

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***Reuniões: A Sociedade Filatélica e Numismática de São José do Rio Preto reúne-se aos sábados, das 10h às 12h, Rua Prudente de Moraes, 3057 – Centro (Agência Central dos Correios). Venham participar de nossa reunião para trocar, comprar e vender selos ou peças filatélicas. Venham fazer novos amigos desse mundo fascinante do colecionismo de selos postais. A entrada é franca. Informações pelo telefone (17) 3203-1037 ou pelo e-mail: [email protected]

Coluna Filatélica de Carlos Favarão: A História das Comunicações e a Carta

A História da Comunicação humana começa quando o homem ainda vivia em cavernas. As pinturas nas cavernas surgiram antes do homem aprender a falar. Para se comunicar, utilizavam o fogo, a fumaça e o som dos instrumentos.

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Logo, porém, o homem desenvolveu uma linguagem para expressar seus sentimentos e transmitir informações.

foto1Conta-nos a Bíblia que Noé, quando flutuava em sua arca, soltou uma pomba. Ao voltar trazendo um ramo de oliveira, sinal que as águas haviam baixado, a pomba se transformou no primeiro mensageiro, e o ramo de oliveira na primeira mensagem, a primeira “CARTA”.

Depois da linguagem falada, o homem inventou a escrita, que começou a ser gravada na pedra, na Mesopotâmia, mil anos antes de Cristo. Foi assim que o rei babilônico Hammurabi gravou seu código de leis. É claro que nenhum mensageiro poderia transportar mensagens tão pesadas.

Por isso, quando os babilônios e os outros povos da região queriam mandar uma mensagem, escreviam em tabuinhas de barro.

Os egípcios já haviam implantado um novo material, mais leve e mais prático para a escrita. Descascavam o caule de uma planta comum nas margens do Rio Nilo, o papiro. Cortavam o papiro em tiras que colocavam alternadamente num sentido e no outro e depois prensavam. Desenvolveram também uma escrita de desenhos, os hieróglifos, tão requintada que era feita por artistas treinados, os escribas. Depois de desenhadas, um mensageiro corria para entregar a mensagem ao destinatário. Dessa maneira, os faraós se correspondiam por carta com os países vizinhos.

Na China, há cerca de dois mil anos antes de Cristo, os imperadores utilizavam mensageiros para transportar suas correspondências. Esses homens viajavam em velozes cavalos devido ao grande tamanho daquele país. E, quando os cavalos cansavam, já haviam outros à disposição dos mensageiros, em locais de troca, ao longo das estradas.

Na América do Sul, mais ou menos há mil e quinhentos anos antes de Cristo, os Incas, povo que não conhecia a escrita, transmitiam suas mensagens através de pequenos nós em cordões em código, os quipos. Esses quipos eram entregues a rápidos corredores, os chaquis, que se revezavam durante o percurso.

foto2Vamos agora dar um salto no tempo e no espaço e visitar a Grécia para conhecer os gregos no século V a.C..

– Havia um deus mensageiro, Hermes de pés alados, que servia de Correio e entregava as mensagens a Zeus, o deus maior.

– Quando os persas invadiram a Grécia, travou-se uma grande batalha num lugar chamado Maratona. Um ateniense, Fidípedes, foi enviado como mensageiro para pedir reforços.

– Ele percorreu, vários quilômetros em dois dias e, segundo dizem, morreu de cansaço depois de transmitir o recado, tornando-se o primeiro mártir da História dos Correios.

– Passamos agora a Roma, mais ou menos na época do nascimento de Cristo, com o Imperador Augusto, que adotou o uso dos cavalos para o transporte de suas correspondências.

– Quando necessitava de uma entrega mais urgente, utilizava as bigas.

Os romanos escreviam suas mensagens nos pergaminhos e nas chamadas tabularis, pranchetas de madeira coberta com cera quente.

Com a queda do Império Romano, os Correios praticamente desapareceram, ressurgindo, na idade Média, com os serviços particulares dos reis e Senhores feudais, feitos a cavalo.

Quando precisavam que o povo tomasse conhecimento de suas decisões, esses soberanos escreviam mensagens em pergaminhos que eram lidas em voz alta pelos arautos. Nessa mesma época, as ordens religiosas mantinham mensageiros que viajavam de convento para convento.

O pombo-correio foi também sempre muito solicitado. No início dos tempos modernos, a família Tasso organizou um Correio com estruturas comerciais. Os mensageiros da família Tasso anunciavam sua chegada às cidades tocando uma trompa de chifre ou metal, que se tornou o símbolo dos Correios na Europa.

A Itália manteve um serviço comercial de Correios, que se tornou conhecido como “I CAVALLINI”, pois os envelopes possuíam a estampa de um cavalinho montado por um mensageiro.

foto3Existiam funcionários especialmente pagos para redigir as cartas, pois o povo em geral não sabia ler e escrever.

Até há 150 anos atrás, aproximadamente, a entrega de cartas era coisa muito incerta. Na Inglaterra, por exemplo, os sacos com correspondência viajavam em carruagens que também transportavam passageiros. Entretanto, muitas vezes essas carruagens eram assaltadas e as cartas se perdiam no caminho.

Em 1837, a Rainha Vitória subiu ao trono da Inglaterra. Durante o seu reinado, ocorreu a Revolução Industrial. O homem começou a ser substituído pela máquina.

Desta forma, os meios de comunicação se tornaram mais fáceis: Passou-se a usar a locomotiva e o navio a vapor.

Até esta época, quem pagava a taxa era a pessoa que recebia a carta. Conta a História que uma mulher recusou receber uma carta porque havia combinado com seus parentes marcar o envelope de modo a tornar desnecessário ler o seu conteúdo.

foto4Presenciando este fato, o inglês ROWLAND HILL começou a imaginar a maior reforma postal de todos os tempos.

O remetente pagaria a taxa; o preço cobrado pelo transporte dependeria do peso da carta e da distância a percorrer foto5e um pequeno pedaço de papel seria colocado sobre o envelope como recibo. Estava criado o selo postal.

Em 1840, na Inglaterra, apareceu o primeiro selo postal do mundo, o “Penny Black”. Trazia o perfil da Rainha Victória sobre um fundo negro, em 06.05.1840.

Em 1841, no Brasil, foi votada a lei que instituía o selo. No ano seguinte, estabeleceu-se o valor dos selos: 30 e 60 réis para qualquer carta dentro do país e 90 réis para as cartas foto6destinadas ao exterior.

Entretanto, o selo não foi impresso imediatamente porque a Casa da Moeda ainda não dispunha de máquinas adequadas. Ficou decidido que o selo não representaria a efígie do Imperador D. Pedro II nem levaria impresso o nome do país, pois esses tesouros só deveriam constar dos “OBJETOS PERDURÁVEIS E DIGNOS DE VENERAÇÃO”.

O primeiro selo do Brasil ficou conhecido como “Olho de Boi” e foi emitido no dia 1º de agosto de 1843. Em 1844 outra série já circulava e os “Olhos de Boi” que não tinham sido vendidos, foram queimados.

Depois vieram os “Inclinados”, menos famosos, mas muito cobiçados. Depois mais duas outras séries pitorescamente denominadas “Olhos de Cabra” e “Olhos de Gato” (coloridos).foto7

A primeira vez que D. Pedro II apareceu num selo foi em 1866. Este, também o primeiro selo picotado.

O selo comemorativo incrementou o movimento filatélico. Há milhares e milhares de pessoas que conhecem outros países sem nunca terem saído do seu, e tudo isso através de um pedacinho de papel, que desde a sua criação vem tentando veicular a cultura e a tradição do país que o emite para o resto do mundo.

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Correios homenageiam em selo Mário Lago

Os Correios lançaram no último dia 26, nas cidades do Rio de Janeiro (RJ) e Londrina (PR), um selo (emissão comemorativa), de tiragem limitada com 300 mil exemplares, em homenagem ao centenário do nascimento de Mário Lago.

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Com arte de Mario Dittz e Juliana Souza, o selo tem valor facial de R$ 1,85 e pode ser adquirido nas agências e na loja virtual dos Correios. Leia mais…

Selo de Chico Xavier, o melhor de 2010

selodacolunafilatelica1Foram concluídos os trabalhos de apuração dos votos para a escolha do  MELHOR SELO DO ANO DE 2010, concurso promovido pelos Correios desde 1978.

A consulta ao público, realizada por meio do voto em cédulas e pela página dos Correios na internet, apresentou como peça mais votada na Categoria “Voto Popular” a emissão “Centenário do Nascimento de Francisco Cândido Xavier”, cuja imagem é de autoria do fotógrafo Rômulo Fernando Fialdini, e a arte-finalização  realizada pela designer gráfica Miriam Guimarães. Leia mais…