“Caminhos da Cana” visita Bebedouro e Severínia nesta quarta-feira

O “Caminhos da Cana” avança buscando disseminar informações sobre o setor sucroenergético e estará hoje, quarta-feira (12), no Sindicato Rural de Bebedouro, em Bebedouro – SP e na quinta-feira (13), no Plaza Galeria Fest, em Severínia.

Ambas as reuniões contarão com palestra do Prof. titular da FEA/USP, Marcos Fava Neves, que é comandante da expedição “Caminhos da Cana” e sócio do Markestrat (Centro de Pesquisas e Projetos em Marketing e Estratégia), o qual organizou o projeto.

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O projeto funciona em duas etapas: na parte na parte da manhã acontece reunião fechada com produtores da região e diretoria das associações e no período da tarde, é realizada palestra sobre a conjuntura econômica e o agronegócio brasileiro. Além das informações atualizadas sobre o setor sucroenergético, os participantes levam para casa o livro “Caminhos da Cana” e participam de uma pesquisa que servirá de parâmetro para a conclusão do projeto e revelará como anda o setor nesta safra. Na edição passada, a ação mostrou que o PIB Setorial do segmento foi de US$ 107,72 bi, gerou 613 mil empregos diretos e a arrecadou US$ 8,52 bi em impostos agregados.

De acordo com Fava Neves, é necessário buscar alternativas para que a produtividade da cana alcance os três dígitos, porque os custos de produção explodiram e os índices agrícolas só caem, se considerados os últimos 10 anos. “Tem um conjunto grande de iniciativas que precisam ser feitas”, alega o professor, pontuando que o lado do Governo, se resume à agenda tradicional, de valorização do combustível renovável em detrimento do fóssil, ter um tratamento tributário mais privilegiado e valorizar a cogeração de energia. “A situação em que o Brasil se encontra, ficou tão ruim agora que é praticamente inevitável que o Governo não olhe para o setor de cana”, diz ele.

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Para Fábio Balaban, especialista de marketing para colhedoras de cana da Case IH, o “Caminhos da Cana” é um projeto muito importante porque percorre as principais cidades produtoras de cana-de-açúcar. “Podemos ter todo o envolvimento da nossa rede de concessionárias e estar cada vez mais próximos dos produtores de cana, desde o pequeno ao grande produtor podendo entender melhor as suas necessidades e contribuir com produtos que garantam performance e tecnologia reduzindo os custos de produção e maximizando a lucratividade dos agricultores”, afirmou. Opinião compartilhada com Plaucius de Figueiredo Seixas, gerente de clientes cana-de-açúcar da Bayer CropScience. “O evento fortalece o setor, pois une várias entidades, associações e produtores em prol do setor, trocando informação e tecnologia. A Bayer trabalha para a melhoria do setor, portanto, temos a certeza que com essa união resultados melhores aparecerão”, alegou. As duas multinacionais são apoiadoras do Caminhos da Cana desde sua criação.

 

De acordo com o presidente da Canaoeste e Orplana, Manoel Ortolan, traçar um plano para os próximos anos é essencial para o fortalecimento da associação e o projeto indicará novas diretrizes neste sentido. “As coisas mudaram muito, o País está mudando e o setor canavieiro também, pois passa por um processo de concentração atualmente, por isso a necessidade da modernização”. Ele ressaltou que o plano estratégico com 19 projetos de melhoria resultado da primeira etapa do “Caminhos da Cana” já começou a ser implantado na Orplana, com a contratação do engenheiro agrônomo Celso Albano de Carvalho para ser o novo gestor executivo da entidade. Também culminou com a troca da sede de Piracicaba – SP para Ribeirão Preto – SP.

Os próximos encontros do “Caminhos da Cana” já estão agendados e acontecerão em Descalvado – SP, no dia 25 de agosto e em Dourados – MS, no dia 3 de setembro. 

Caminhos da Cana – resgate da representatividade do setor sucroenergético

O “Caminhos da Cana” é uma iniciativa que visa difundir a agroindústria canavieira brasileira, mostrando a situação atual, soluções e perspectivas, além de coletar dados de campo.

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Na primeira etapa do projeto, foram percorridos 10.000 km, entre os meses de junho e novembro de 2014 e a ação visava coletar informações junto às associações ligadas à Orplana para elaboração de um planejamento estratégico para a entidade, através de pesquisa acadêmica que identificou demandas do setor sucroenergético, como também disseminar conhecimento aos produtores rurais com palestras e reuniões com lideranças.

Nesta segunda edição, a iniciativa tem como temática turbinar o etanol, inspirado por um carro turbo, movido ao combustível derivado da cana-de-açúcar, que será usado durante a campanha. Iniciada em junho com previsão de terminar no final do ano, o “Caminhos da Cana” vai percorrer quase 10 mil km pelas regiões do Brasil e conversar com mais de três mil produtores de cana e agentes do setor sucroenergético, com o propósito de disseminar informações sobre o mercado e o setor, como também, colher dados sobre o segmento local. A ação tem apoio da Orplana (Organização de Plantadores de Cana da Região Centro-Sul do Brasil) e conta com o patrocínio da Bayer CropScience e da Case IH.

Serviço:

Bebedouro – SP

Data e Horário: 12 de agosto, das 14h às 17h

Local: Sindicato Rural de Bebedouro  

Endereço: Hércules Pereira Hortal, 1246, Sertãozinho -SP

Severínia-SP

Data e Horário: 13 de agosto, das 14h às 17h

Local: Plaza Galeria Fest

Endereço: Avenida Severino Sichieri, 483, Centro, Severínia – SP

Tereos participa do 14º Congresso Brasileiro do Agronegócio

Os desafios vividos pelo agronegócio brasileiro para otimizar as altas quantidades de produção durante uma única safra, aliadas à prática sustentável no campo, serão o foco do 14º Congresso Brasileiro do Agronegócio, que se realiza nos dias 3  e 4 de agosto, no auditório do WTC Sheraton Hotel, em São Paulo (SP), e que terá a realização de dois fóruns. Promovido pela Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG), o evento, patrocinado pela Tereos Internacional, terá como tema central “Sustentar é Integrar”.

XII Seminário Guarani - São Paulo - 07/05/2014

No primeiro dia do evento, o segundo painel, intitulado de “Grãos, Proteína Animal, Floresta Plantada e Palma”, terá a moderação de Jacyr Costa, Diretor Região Brasil do Grupo Tereos, que receberá Francisco Turra, presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA); Elizabeth Carvalhaes, presidente-executiva do Instituto Brasileiro de Árvores (IBÁ); Marcelo Brito, diretor Comercial e de Sustentabilidade da Agropalma; Rodrigo Lima, diretor-geral da Agroícone Consultoria; e Valmor Schaffer, presidente da ADM na América do Sul.

“Hoje vivemos um cenário de alta produtividade no agronegócio e não podemos deixar de pensar e praticar a sustentabilidade neste setor. Certamente a ABAG acertou em trazer o tema para debate neste momento onde é cada vez mais fundamental o desenvolvimento sustentável do planeta”, destaca Jacyr Costa.

No dia 3, o 14º Congresso Brasileiro do Agronegócio realizará uma série de debates importantes para o setor, com destaque para alimento e energia; segurança alimentar e renda; e grãos, proteína animal e floresta. No dia seguinte, 4, no mesmo local acontece o Fórum ABAG, que discutirá as melhores práticas sobre alimentos e políticas de logística.

Serviço

Evento: 14º Congresso Brasileiro do Agronegócio e Fórum ABAG

Local: auditório do WTC Sheraton Hotel – São Paulo

Data: 3 e 4 de agosto

Horário: das 8h às 19h, no primeiro dia, e das 9h às 17h, no segundo dia

Palestra mediada por Jacyr Costa: Painel 2 – Grãos, Proteína Animal, Floresta Plantada e Palma

Mais informações: ABAG – http://www.abag.com.br/cba/

 

 

Sobre a Tereos

Terceiro maior grupo de açúcar do mundo, a Tereos é especializada na transformação de beterraba, cana-de-açúcar e cereais. O Grupo tem também posições de liderança nos mercados de álcool (primeiro na Europa) e amido (terceiro na Europa). A Tereos tem 43 unidades industriais e emprega 24.000 pessoas em quatro continentes. Em 2014/15, o Grupo registrou 4,3 bilhões de euros em receitas. Como grupo cooperativo, a Tereos reúne 12 mil produtores cooperados e atua com uma visão de longo prazo: a adição de valor às matérias-primas agrícolas, contribuindo para o fornecimento de alimentos de qualidade.

Apesar da seca, Guarani processa mais de 20 milhões de cana na safra que termina

A Guarani, empresa do Grupo Tereos e uma das líderes do setor sucroenergético brasileiro, encerra a safra 2014/15, em meados de dezembro e, apesar do longo período de estiagem registrado nesse ano, deverá moer 20,3 milhões de toneladas de cana-de-açúcar. Um crescimento de 3% em relação à safra anterior.

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O evento para oficializar o encerramento do ciclo ocorreu hoje (10), no Parque do Peão em Barretos, e recebeu fornecedores de cana do Grupo, autoridades e entidades representativas do setor, como a UNICA (União da Indústria de Cana de Açúcar) e o CTC (Centro de Tecnologia Canavieira).

Estiveram presentes de Olímpia, além de alguns produtores rurais, como Otávio Lamana Sarti, Ronald Remondy Jr., Luiz Foresti, e Dirceu Bertoco, que é produtor canavieiro e secretário de Agricultura de Olímpia, representando o prefeito Geninho Zuliani. E o presidente eleito da Câmara, Luiz Salata; o vice-prefeito Gustavo Pimenta; o vice-presidente eleito da Câmara Marco Rodrigues; o presidente da Associação Comercial e Industrial de Olímpia (ACIO), Flávio Vedovato; Donizete da Coopercitrus; fotógrafo Hélio Garcia, o Diário de Olímpia (cobertura exclusiva, inclusive online), entre outros.

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Durante o encontro, a Companhia anunciou o balanço da safra 2014/15 e antecipou as perspectivas para o próximo ciclo. Segundo Alberto Pedrosa, diretor Presidente da Guarani, 2014 foi um ano, particularmente, difícil e de muitos desafios para o setor sucroenergético.

“Fomos surpreendidos por uma seca histórica, que trouxe impacto negativo para nossas atividades, já afetadas por uma série de fatores de mercado desfavoráveis. Tivemos uma redução significativa na produtividade agrícola e no volume total de produção. Precisamos manter o foco em nossa competitividade para garantir nosso sucesso, mesmo em tempos adversos”, acrescenta.

Na safra 2014/15 a empresa avançou na cogeração de bioeletricidade e, já no próximo ano, deve gerar 1200 GWh de energia limpa e renovável para comercialização.

No campo, a Guarani também chega ao fim da safra cumprindo integralmente o compromisso assumido com a assinatura do Protocolo Agroambiental. A empresa implementou a colheita mecanizada em 100% das áreas mecanizáveis. Isso representa 98% de sua cana própria.

“A colheita mecanizada elimina a queima da palha, trazendo benefícios ambientais para a nossa região”, conclui Pedrosa.

Para a próxima safra, a expectativa da companhia, é continuar crescendo o seu volume de moagem.

Sobre a Guarani

A Guarani, controlada da Tereos, é uma das empresas líderes do setor de cana-de-açúcar do Brasil e destaca-se como a terceira maior produtora de açúcar do País. Possui sete unidades industriais, na região noroeste do Estado de São Paulo. Em 2013, a Companhia processou 19,7 milhões de toneladas de cana-de-açúcar e produziu 1,6 milhão de toneladas de açúcar, 600 milhões de litros de etanol e 750 GWh de energia para a comercialização.

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Guarani agenda para o dia 10 reunião de fim de safra no Parque do Peão

A Guarani agendou para o dia 10 de dezembro, às 10 horas, no Parque do Peão, a reunião de final da safra 2014/2015, reunindo produtores, técnicos e parceiros da empresa. O roteiro de atividades inclui exposição sobre “tecnologia de produção – visão global”.

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No início da safra, a estimativa da Guarani era de colher 98% da cana própria mecanicamente. Produtores paulistas de cana-de-açúcar têm até o final deste ano para cumprir o Protocolo Ambiental firmado entre a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e o setor em 2007.

O documento prevê o fim da queima da palha da cana em áreas mecanizáveis em 2014. O prazo vai até 2017 para as áreas em que não é possível utilizar máquinas para colheita. A mecanização também se estende para o plantio da cana.

No ciclo 2014/15, a meta era de plantio 85% mecanizado na Guarani, representando um grande salto comparado à safra 2012/13 quando foi registrado índice de 34%.

A safra 2014/15 também marcou o avanço do projeto de ampliação da cogeração de energia limpa na Guarani.

Autossuficiente em energia gerada a partir do bagaço da cana-de-açúcar, a Companhia estimava comercializar mais de 1 milhão de MWh na atual safra, o que representa um aumento de 40% em relação à safra anterior.

O Diário de Barretos

Queimadas criminosas provocam prejuízos de R$ 2,2 bilhões aos produtores de cana

O fogo se aliou à grave estiagem no Estado de São Paulo para alterar ainda mais as previsões de moagem da cana-de-açúcar para a safra 2014/2015. Incêndios acidentais e criminosos nas áreas de cultivo foram apontados pela União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Única) como o segundo principal fator para a redução da produtividade do setor.

Segundo a entidade, o Estado já perdeu 5% dos 4,5 milhões de hectares plantados nessa safra, provocando prejuízos aos produtores que podem chegar a R$ 2,2 bilhões, consideração o pior cenário possível – que é quando o fogo atinge talhões com planta abaixo do tamanho ideal de corte. Isso faz com que toda a área precise ser roçada, com perda completa do ciclo agrícola e prejuízo de até R$ 10 mil por hectare.

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O efeito também é prolongado nesses casos. Quando o incêndio atinge as áreas já colhidas em que a cana-de-açúcar está rebrotando para dar início a um novo ciclo de crescimento vegetativo, observa-se atraso significativo no desenvolvimento da planta, com perda de produtividade na safra seguinte. “Essa situação gera o risco de a área não ter ponto de corte na próxima safra”, afirma o diretor técnico da Única, Antonio de Pádua Rodrigues.

Por fim, mesmo nos canaviais para os quais a colheita tenha sido autorizada, o incêndio gera sensível prejuízo à usina devido à diminuição da produtividade e da qualidade de matéria-prima, já que nessas condições a cana-de-açúcar precisa ser processada antes da sua plena maturação e desenvolvimento. Estima-se que a perda média nessa condição alcance R$ 1,5 mil por hectare no Estado de São Paulo (mais de 15% do faturamento).

As estimativas da Única para a safra 2014/2015 apontam uma redução de aproximadamente 15% na produtividade agrícola da área a ser colhida, com uma perda de quase 40 milhões de toneladas de cana.

Segundo a Única, muitas vezes os incêndios são atribuídos erroneamente aos produtores de cana-de-açúcar, devido ao processo de queima da palha.

Porém, desde 2007 o setor vem atendendo ao Protocolo Agroambiental, estabelecido de forma voluntária junto ao governo do Estado de São Paulo para a antecipação dos prazos de eliminação da queima na colheita da cana-de-açúcar. “Devido ao protocolo, o Estado de São Paulo já está com 90% de sua colheita mecanizada. O setor produtivo realizou um esforço enorme para acelerar o término do uso do fogo e superou de forma significativa o cronograma previsto para a redução da queima controlada”, afirma a presidente da Única, Elizabeth Farina.

O dobro de incêndios

A seca observada ao longo de 2014 aumentou bastante o número de focos de incêndios em todo o Estado. Apenas em Rio Preto, de janeiro a setembro, o número de focos de incêndio saltou de oito, em 2013, para 20, segundo monitoramento do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

A estiagem também tem contribuído para que a qualidade do ar em Rio Preto fique pior. Segundo dados da Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb), em agosto, a quantidade de partículas inaláveis que são maléficas para a saúde atingiu a concentração de 71 microgramas por metro cúbico, valor acima da média aceitável determinada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), como afirma Carlos Eduardo Komatsu, gerente do Departamento de Qualidade Ambiental da Cetesb.

“O recomendado pela OMS é de no máximo 50. No entanto, o resultado não é tão ruim, considerando o clima atual e o período. Nós trabalhamos com 120 microgramas por metro cúbico como o limite”, diz o executivo da Cetesb.

Temor de reajustes

Com a redução na expectativa de moagem e os problemas com as queimadas, a questão que surge é a seguinte: como isso vai afetar o consumidor? Segundo o diretor técnico da Única, Antonio de Pádua Rodrigues, de nenhuma forma. “O mercado está ‘ofertado’, temos produto reserva e, apesar dos problemas, a safra do ano que vem não deve ser afetada. Os produtores precisam, por regra, manter um estoque de 8% do total para a safra seguinte e as distribuidoras um estoque de 15 dias.”

No entanto, para o economista Hipólito Martins Filho, de uma forma ou de outra o bolso do consumidor será afetado. “Estamos diante de um cenário complicado. A oferta do etanol já está equiparada com a demanda existente no mercado. Com a redução na expectativa de moagem e o aumento na porcentagem de etanol na gasolina, é bem possível que haja aumento no preço do produto.

Além disso, a nossa frota está cada vez maior.” Mesmo para quem não utiliza o etanol, um eventual reajuste de preço poderá impactando no bolso. “A alta no combustível influencia na inflação. Para resolver a situação do etanol é preciso mexer na gasolina, algo que o governo não deve fazer agora”, afirma o economista.

Fonte: Diarioweb

Guarani orienta agricultores durante a Feira de Agronegócios Coopercitrus

Para auxiliar o produtor agrícola no aumento da produtividade, diminuição dos custos e implantação de novas tecnologias, a Guarani participa pela primeira vez da FEACOOP – Feira de Agronegócios da Coopercitrus, que se realiza de terça a quinta-feira desta semana (5, 6 e 7) em Bebedouro.

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A Companhia terá estande onde os profissionais do programa Guarani em Campo vão orientar os agricultores e distribuir a cartilha de bolso da Guarani, com informações sobre pragas e doenças, manejo varietal, ambientes de produção, época e resultados esperados.

Segundo José Olavo Bueno Vendramini, gerente de Desenvolvimento de Tecnologia Agrícola da Guarani, o objetivo é atender tanto os fornecedores da empresa, quanto outros produtores de cana-de-açúcar.

“Nossa equipe estará à disposição para esclarecer dúvidas desde o plantio até a colheita com intuito de contribuir com o desenvolvimento dos produtores de cana”, acrescenta.

Sobre a Guarani

A Guarani é uma das empresas líderes do setor de cana-de-açúcar do Brasil e destaca-se como a 3ª maior produtora de açúcar. Possui oito unidades industriais, sendo sete no Brasil, na região noroeste do Estado de São Paulo, e uma unidade em Moçambique. Na safra 2013/14, a Companhia processou 19,7 milhões de toneladas de cana-de-açúcar e produziu 1,6 milhão de toneladas de açúcar, 602 milhões de litros de etanol e 720 GWh de energia para a comercialização.

A Guarani é parte do Grupo Tereos, quarto maior produtor de açúcar do mundo. Em abril de 2010, a Tereos Internacional e a Petrobras Biocombustível estabeleceram uma parceria estratégica e de longo prazo para consolidar a Guarani como um dos principais atores do setor sucroenergético.

Serviço
FEACOOP – Feira de Agronegócios da Coopercitrus
Data: de 5 a 7 de agosto
Horário: das 8h30 às 18h30
Local: Estação Experimental de Citricultura de Bebedouro
Endereço: Rodovia Brigadeiro Faria Lima, km 384 – Bebedouro (SP)

Guarani promoveu encontros com agricultores para discutir sistema de gestão

Apresentar aos fornecedores de cana-de-açúcar e parceiros da Guarani a importância da adoção da agricultura de precisão no sistema de gestão dos canaviais foi o objetivo do Encontro Técnico – Agricultura de Precisão, realizado pela Guarani nas cidades de Tanabi, Olímpia e Bebedouro.

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No total, cerca de 340 agricultores participaram das três edições do evento, realizado em parceria com as empresas Geoplanta, Verion e New Holland, fornecedoras de máquinas, equipamentos e softwares de gestão.

O gerente de Desenvolvimento Técnico da Guarani, José Olavo Vendramini, ministrou palestra aos convidados para explicar quais são os benefícios de implantar o sistema nas propriedades.

“Agricultura de precisão é um complexo de tecnologias que já estão disponíveis no mercado. O intuito é possibilitar o mapeamento da área, investigar possíveis problemas e, consequentemente, produzir mais e com economia”, salienta.

Representantes das empresas parceiras também fizeram breves apresentações de suas soluções para o assunto em questão. Conforme anunciado, o mercado já disponibiliza tecnologia para gerir desde a sulcação até a colheita.

Guarani certifica mais de 2 milhões de toneladas de cana

A Guarani acaba de obter a certificação Valore para aproximadamente 43 mil hectares de área própria plantada e de seus fornecedores, representando uma produção de 2,4 milhões de toneladas de cana. Dentre a área certificada, mais de 41 mil hectares pertencem à Guarani. O programa de certificação, criado pela Bayer CropScience, foi implementado como piloto no grupo há um ano e meio e também  certificou quatro produtores agrícolas, fornecedores de cana-de-açúcar das unidades industriais Cruz Alta e Severínia.

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“A certificação Valore demonstra o comprometimento do agricultor com o meio ambiente e confirma as boas práticas de manejo no canavial. É um fator de segurança aos produtores e uma forma de nos diferenciar e agregar valor a nosso produto”, afirma o produtor rural Ivan Antonio Aidar, que obteve a certificação. Rodrigo Vidotti Machado, que também teve a área auditada e certificada, comemora e enfatiza: “O Valore é a certeza que podemos produzir com sustentabilidade, respeitando o meio ambiente e o ser humano”.

 

“A certificação Valore é o reconhecimento das boas práticas em nossa cadeia de valor. Um diferencial importante para essa conquista foi o comprometimento e capacidade de ação de todos”, diz Jaime Stupiello, diretor Agrícola da Guarani.

 

Para André Brante, diretor de Negócios da Bayer CropScience para a região Centro, o esforço dos produtores e da Guarani foi essencial para o processo de certificação:  “O programa de certificação Valore oferece à Guarani e aos seus fornecedores uma importante diferenciação que pode contribuir com o desenvolvimento sustentável de seus negócios. O empenho dos produtores durante estes meses demonstra o quanto eles valorizam o projeto. A certificação Bronze do Valore foi obtida com louvor, e nós da Bayer temos certeza de que a Guarani e seus fornecedores chegarão ao nível Ouro do programa  muito em breve”.

 

Dividido nas categorias Bronze, Prata e Ouro, o objetivo do Valore é agregar valor à cadeia produtiva e assegurar diferenciação e a competitividade do produtor brasileiro, certificando a produção responsável da cana-de-açúcar. O processo de certificação é auditado pela TÜV Rheinland, empresa que é referência global em certificação e valida o cumprimento dos princípios básicos estabelecidos pelo Valore, com a adoção de boas práticas agrícolas, preocupação com o meio ambiente e com a segurança dos trabalhadores, além de atendimento rigoroso à legislação brasileira.

 

A entrega da certificação acontece no tradicional evento de encerramento da safra 2012 da Guarani, que vai reunir cerca de mil fornecedores de cana, em Barretos (SP) nesta sexta-feira (14). Além da própria da Guarani, os fornecedores participantes do programa também receberão o certificado.

Na missa da Cruz Alta, padre defende a ‘Felicidade Interna Bruta’

“O PIB (Produto Interno Bruto) é muito importante para medir a atividade econômica, mas, agora, estudiosos e cientistas de todo o mundo estão em busca de outra medida, igualmente importante: a FIB – Felicidade Interna Bruta”, disse o padre Ivanaldo Mendonça ao celebrar o início da safra canavieira da Usina Cruz Alta, da Guarani S.A., em Olímpia, na manhã desta quarta-feira (4).

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Além de trabalhadores do campo e da indústria, estiveram presentes diretores da Guarani, o prefeito Geninho Zuliani (DEM) e os vereadores José Elias Morais (Zé das Pedras, PMDB) e Aguinaldo Moreno (Lelé, DEM), comerciantes da cidade, e convidados.

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No altar, durante a Eucaristia, trabalhadores levaram, tradicionalmente, os seus instrumentos de trabalho e os produtos da indústria, como etanol e açúcar.

Após a leitura do Evangelho – a passagem em que Judas que aceita 30 moedas de prata em troca de apontar o seu Mestre aos perseguidores, e a ceia onde o Senhor o apontou como traidor –, padre Ivanaldo, em sua homilia, concita os trabalhadores a, além de cumprirem metas de produção, “cumprirem as metas de se encontrar, buscar a realização interior, e que não está no rodízio de pessoas buscando preencher vazios de suas vidas em outras pessoas, mas sim naquilo que hoje, até cientistas e estudiosos na ONU (Organização das Nações Unidas) estão conceituando, que, além do PIB tão necessário para mensurar a economia da cidade, região ou País, e até do mundo, há que se alcançar também o FIB – a Felicidade Interna Bruta”.

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As nove dimensões do FIB: bom padrão de vida econômica, boa governança, educação de qualidade, boa saúde, vitalidade comunitária, proteção ambiental, acesso à cultura, gerenciamento equilibrado do tempo, e bem-estar psicológico.

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Por fim, o diretor Alexandre Coutinho, diretor de investimentos e portfólio da Guarani, ratificou as palavras do padre, e pediu a todos “uma safra onde cada trabalhador olhe pelo outro, zele pela segurança do trabalho, temos nos preocupado muito com isso, e até temos conseguido obter êxito, mas não podemos relaxar; cumprir metas, como o padre disse, é fundamental, mas temos que cumprir também as metas de humanidade, companheirismo e em busca de nossa realização, e isso compreende trabalharmos unidos e em harmonia”.

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Curso de Mecânico de Colhedora de Cana atrai homens e mulheres de todas as idades

Em três meses, qualquer pessoa poderá estar apta a exercer uma das mais promissoras profissões da agroindústria canavieira: ser mecânico júnior de Colhedora. Essa é a garantia que a empresa “Opportunity Treinamento Profissional” faz para os 44 alunos já matriculados no primeiro curso desse ramo em Olímpia, iniciado nesta segunda-feira (2), na sede da Secretaria de Agricultura de Olímpia.

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Márcio Lima, consultor técnico, fez a apresentação inicial do que seja essa carreira. Esteve presente, também, o empresário e vereador José Elias Morais (Zé das Pedras, PMDB), que se mostrou interessado em conhecer esse curso. “Isso é muito bom para Olímpia, para produtores e indústria da cana-de-açúcar, era o que faltava mesmo, inclusive qualificando rapidamente jovens e pessoas de todas as idades, por isso vem conhecer pessoalmente essa novidade”, disse.

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Esse curso já foi destaque na imprensa regional, inclusive na programação da TV Globo, e é realidade em cidades como Penápolis, Araçatuba, Lins, Guaiçara, Andradina, entre outras. Márcio Lima explicou que serão aulas teóricas e práticas, e o aluno, de fato, se tiver interesse, estará no mercado de trabalho com salários que iniciam em R$ 2 mil.

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“É a profissão do futuro, mas do presente também, em dois anos as indústrias terão de mecanizar em 100% a colheita da cana, daí a necessidade de máquinas e homens capacitados”, ressalta o gerente Márcio Lima.

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Enquanto um curso superior de Mecânica Sênior dura até cinco anos, em três meses o Mecânico Jr. (que está acima do ajudante, segundo a escala profissional), sairá especializado em colhedora de cana, superando em conhecimento até mesmo o seu superior nessa máquina.

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Serão duas aulas por semana, cada uma de três horas. As matrículas continuam abertas. São pouquíssimas as vagas. Agora, as aulas começam pra valer a partir da próxima quarta-feira (18), devendo ser às quartas e sextas.

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Mais informações

Tels.: (17) 9608-5553 / 8178-2976, fixo (18) 3652-6488 ou ainda 03007770300

Curso promissor chega em Olímpia: Mecânico Jr de Colhedora, a partir de hoje

Chegou em Olimpia o 1º Curso de Mecânico Jr de Colhedora a partir desta segunda-feira, 2, 19h. A primeira aula será na sede na Secretaria da Agricultura de Olímpia (Rua Nove de Julho, 1.457). O projeto já teve destaque na programação da TV Globo e é uma realidade em cidades como Penápolis, Araçatuba, Lins, Guaiçara, Andradina entre outras.

O projeto tem por finalidade qualificar a mão de obra no segmento de colhedoras de Cana com aulas práticas e teóricas. O gerente da escola, Marcio Lima, que tem mais de 12 anos de experiência no segmento de colheita mecanizada, definiu o curso como “A profissão do futuro”, pois em 2.1014, segundo a lei estadual nº 11.241/02, não poderá mais existir a queima da cana para o corte e hoje menos de 35% da colheita é mecanizada no Estado de São Paulo.

Ou seja, já existe nas usinas e fazendas de terceiros uma grande demanda por mão de obra especializada.

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Sobre o curso, o gerente também explica que trata-se do melhor investimento que uma pessoa pode fazer, pois um mecânico pode ganhar ate R$ 3.000 por mês e com um investimento de, no máximo R$ 299 mensais, existindo planos de até R$ 149 por mês.

Assim, o aluno investindo no máximo R$ 2.400 pode em menos de um ano dobrar o seu salário, e em menos de três meses ter todo valor do curso de volta como retorno do seu investimento.

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Marcio Lima acentua, ainda, que existem vários casos de alunos que com o curso ainda em andamento que já conseguiram o seu tão sonhado emprego de mecânico, melhorando seus salários e suas vidas.

Dessa forma, este é o melhor momento para investir em um curso de capacitação, pois em um período de apenas três meses ele se qualificará para o mercado de trabalho que, por sinal, está carente dessa espécie de mão de obra especializada.

Atualmente, um curso superior dura, em média, cinco anos, e o investimento total passa de 40 mil reais no final do curso, e sem a certeza de um emprego que devolva seu investimento. Já no curso de mecânico Junior de colhedora o candidato poderá melhorar de emprego de forma rápida com um pequeno investimento.

O gerente Marcio Lima coloca à disposição o telefone da empresa e seu celular para mais esclarecimentos:

CONTATOS

(17) 9608-5553 / (17)81782976 / fixo (18)36526488 ou ainda 03007770300

Em tempo: a 1º aula ocorrerá sem qualquer compromisso onde serão explicadas todas as vantagens e detalhes desta profissão que tanto cresce no País.

Guarani reúne 1,5 mil produtores, senador e deputados, em evento no Berrantão

A Guarani realizou na manhã desta sexta-feira (30) evento de início da safra de cana-de-açúcar e a comemoração o Ano Internacional das Cooperativas, instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU).

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Na oportunidade, houve uma palestra sobre as perspectivas da safra de cana que se inicia, e com o mix de produtos (açúcar e etanol) ainda na berlinda aguardando definições de apoio ao setor, já que as últimas duas safras ocorreram quedas significativas na produção.

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Cerca de 1,5 mil produtores e representantes da agroindústria canavieira regional e paulista estiveram no Berrantão, no Parque do Peão, em Barretos, assim como três deputados estaduais: Antonio Mentor (PT), Beth Sahão (PT) e Itamar Borges (PMDB), e três deputados federais, um do PT, José de Filippi, e dois do PMDB: Edinho Araújo e Duarte Nogueira. Além do senador Aloysio Nunes Ferreira Filho e do secretário de Estado de Meio Ambiente, deputado estadual licenciado Bruno Covas, ambos do PSDB. O bispo diocesano de Barretos, Dom Edmilson Caetano esteve presente.

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De Olímpia, prestigiaram o evento o prefeito Geninho Zuliani (DEM), os vereadores José Elias Morais (Zé das Pedras, líder do PMDB), Luiz Salata (líder de governo e do PP), Gustavo Zanette (PSB), Dirceu Bertoco (PR), João Magalhães (PMDB), e Hilário Ruiz (PT); além de lideranças ruralistas e produtores locais.

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Durante o evento, a Guarani contou parte da história de dois importantes nomes da agricultura no Estado de São Paulo: Geraldo Diniz Junqueira, por sua contribuição ao cooperativismo e Ismael Perina Junior, por seu trabalho em prol dos produtores agrícolas.

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OS HOMENAGEADOS

Fundador da Cooperativa dos Agricultores da Região de Orlândia (CAROL), Geraldo Diniz Junqueira há 49 anos é parte fundamental do grupo que decidiu se unir em busca de melhores condições para a produção e comercialização de cana-de-açúcar. “Eu não tenho dúvida que o Brasil tem seu crescimento e desenvolvimento baseados no setor agropecuário e o suporte maior do setor agropecuário é o cooperativismo”, afirma Geraldo.

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Outro grande exemplo de liderança no setor é Ismael Perina Junior, atual presidente da Organização de Plantadores de Cana da Região Centro-Sul do Brasil (Orplana). “Para mim é motivo de muito orgulho estar representando aquela pessoa que está lá no campo labutando, buscando a eficiência, trabalhando, lutando contra todos os problemas”, diz.

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A união dos produtores e o cooperativismo, na opinião do Diretor Presidente da Guarani, Jacyr Costa Filho, devem ser incentivados devido aos inúmeros benefícios que gera aos associados e à grande contribuição que traz à agricultura brasileira. “A Guarani entende o cooperativismo, pois isso é parte de sua história, de sua cultura. Baseamos nossa produção na parceria com os produtores agrícolas. Sabemos que esta proximidade é o que possibilita o nosso crescimento de forma sustentável”, afirma.

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A Assembleia Geral da ONU declarou 2012 como o Ano Internacional das Cooperativas, destacando a contribuição das cooperativas para o desenvolvimento socioeconômico e reconhecendo seu trabalho para a redução da pobreza, geração de emprego e integração social. Esse modelo de negócio contribui para o desenvolvimento socioeconômico dos cooperados e comunidades onde atuam.

A ideia é promover a criação e o crescimento de cooperativas e desenvolver ações para atender as necessidades socioeconômicas do setor. Além disso, as comemorações visam encorajar os governos para estabelecer políticas, leis e regulamentos que levam à criação, crescimento e sustentabilidade das cooperativas.

SAFRA 2012/13

A Guarani S.A. inicia a safra 2012/13 com previsão de crescimento de 13% no processamento de cana-de-açúcar para produção de açúcar, etanol e energia. A expectativa é moer 18,3 milhões de toneladas da matéria-prima frente as 16,3 milhões de toneladas da safra 2011/12.

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A Companhia, uma das empresas líderes do setor sucroenergético brasileiro, vai investir ainda, nesta safra, no plantio de 51 mil hectares de canaviais, sendo 33 mil hectares de renovação e 17 mil hectares de expansão.

“Estamos investindo na renovação e ampliação dos canaviais para recuperar parte da perda das últimas safras provocada pelas mudanças climáticas e aumentando a nossa produtividade para ter maior disponibilidade de matéria-prima e aumentar nossa competitividade.”, afirma Jaime Stupiello, Diretor Agrícola da Guarani.

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Outro ponto positivo para a safra que se inicia é o aumento da colheita mecanizada. “Devemos chegar em 90% de mecanização na cana própria”, explica Jaime.

Sobre a Guarani

A Guarani é uma das empresas líderes do setor sucroenergético brasileiro. Seu principal negócio é a transformação da cana-de-açúcar em açúcar, etanol e energia, bem como a comercialização desses produtos.

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Possui sete unidades industriais, localizadas na região noroeste do Estado de São Paulo. São elas: Andrade, Cruz Alta, Mandu, São José, Severínia, Tanabi e Vertente (controle compartilhado com o Grupo Humus); e uma unidade industrial em Moçambique, na África.

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A Guarani tem capacidade para processar: 20 milhões de toneladas de cana-de-açúcar e produzir 1,9 milhão de toneladas de açúcar, 860 mil m³ de etanol, além de capacidade de comercializar 400 GWh/ano de energia.

Seu modelo de negócio baseia-se na localização estratégica de suas plantas industriais; no abastecimento da matéria-prima a partir de produtores agrícolas; no foco em produtos de alto valor agregado e na competitividade de suas plantas  industriais.

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Tem como acionistas duas empresas líderes em suas áreas de atuação, a Tereos Internacional e a Petrobras Biocombustível. A Tereos Internacional, por sua vez, é controlada pelo grupo francês Tereos, uma cooperativa que reúne mais de 12 mil agricultores associados e é um dos principais produtores de açúcar, amido, etanol, álcool e energia do mundo.

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Jacyr agora é conselheiro do CTC, maior instituição de pesquisa de cana do mundo

O diretor presidente da Guarani, Jacyr da Silva Costa Filho, foi escolhido para assumir o cargo de conselheiro do Centro de Tecnologia Canavieira (CTC), maior jacyrinstituição de pesquisa em cana-de-açúcar do mundo, que foi transformado em uma S.A. (Sociedade Anônima), em assembleia encerrada anteontem (12), na sede da União da Indústria de cana-de-açúcar (UNICA), em São Paulo.

Na prática, o CTC poderá ter lucro com a receita gerada em pesquisas, receber injeção direta de recursos privados e até mesmo ser vendido. Como uma associação civil de direito privado, não visava a ganhos financeiros até hoje. Leia mais…

Guarani inicia safra com missa celebrada por bispos com previsões otimistas de produtividade

* Presidente Jacyr Costa revela que o grupo irá gerar 295 Giga Watts de energia elétrica do bagaço.

Missa Guarani 2010 A Açúcar Guarani, subsidiária do grupo Tereos, realizou na manhã desta segunda-feira (8), a missa de início da safra 2010/11, pontualmente às 9 horas, na Unidade Industrial Cruz Alta, em Olímpia – SP. A missa foi celebrada pelo bispo de Barretos, D. Edmilson Amador Caetano e co-celebrada pelo bispo de Rio Preto, D. Paulo Mendes Peixoto, com transmissão, ao vivo, pela Rede Vida de Televisão.

Missa Guarani 2010A missa contou com a presença do Diretor-Presidente da Açúcar Guarani, Jacyr Costa Filho, diretores, gerentes e colaboradores da Companhia, autoridades públicas – como os prefeitos Geninho Zuliani (DEM) de Olímpia e Raphael Cazarine Filho, deputados estaduais Bruno Covas e Julio Semeghini – lideranças comunitárias dos municípios de Barretos, Olímpia, Severínia e Guapiaçu, além, é claro, deste Blog.

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A Usina Cruz Alta adquire 50% da Usina Vertente por R$ 105 milhões reforçando posição de mercado

A Açúcar Guarani , subsidiária do grupo Tereos, anuncia a celebração de um acordo com o Grupo Humus para adquirir, via sua subsidiária Cruz Alta Participações Ltda., 50% da Usina Vertente Ltda. e formar uma parceria para juntas administrarem a unidade industrial sucroenergética, localizada no Estado de São Paulo. A reportagem está na edição de hoje do Diário da Região, terceiro maior jornal paulista do interior.

O preço de aquisição acordado para a participação na Vertente, que tem capacidade para processar 1,7 milhão de toneladas de cana-de-açúcar, foi de R$ 105 milhões líquidos.

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Presidente da Guarani anuncia aumento de receita com altas no álcool e açúcar

Os aumentos de preços constantes verificados principalmente no álcool combustível e no açúcar foram vantajosos para as empresas processadoras de cana-de-açúcar. Pelo menos isso é o que se pode depreender da afirmação feita na quarta-feira, dia 17, pelo presidente da Usina Guarani, Jacyr Costa Filho.

Ele afirmou que os preços mais altos pagos pelo açúcar e pelo álcool permitiram aumento de receita líquida da ordem de 1,3% do terceiro trimestre da safra 2009/2010. O ano agrícola do setor sucroalcooleiro começa em março/abril.

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