Geninho expõe ações que se governo vem executando em relação à crise hídrica

O prefeito de Olímpia, Geninho Zuliani (DEM), participou do Fórum “A Crise Hídrica e o Impacto no Agronegócio”, realizado no Grêmio Recreativo e Literário, em Barretos, conforme antecipado pelo Diário de Olímpia na semana passada.

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O evento reuniu diversas lideranças políticas, entre elas o Secretário Estadual de Agricultura, Arnaldo Jardim, o deputado estadual Itamar Borges; os prefeitos de Barretos, Guilherme Ávila; de Bebedouro, Fernando Galvão; de Terra Roxa, Samir Assad Nassbine; de Guaraci, Renato Azeda, além de integrantes da Cetesb, DAEE, vereadores, estudantes, entre outros. O fórum foi organizado e realizado pelo Grupo Monteiro de Barros e a Uvesp (União dos Vereadores do Estado de São Paulo).

Na primeira parte do evento, os prefeitos de Barretos, Bebedouro e Olímpia expuseram a questão hídrica e do abastecimento nas suas respectivas cidades. De Olímpia, o Prefeito Geninho apresentou a Daemo Ambiental, autarquia responsável pelo tratamento e abastecimento de água. Geninho disse que o município sofreu muito com a estiagem e a crise hídrica, mas salientou que a cidade está preparada para enfrentar dificuldades neste sentido.

Entre os projetos futuros, Geninho citou a Estação de Tratamento de Esgoto-ETE, que está sendo construída, e o projeto para a perfuração de poço profundo para captar água no aquífero Guarani, com o objetivo de sanar o problema de abastecimento de água por até 40 anos em Olímpia. “Buscamos 30% de água no rio Olhos D´Água e 70% em poços pequenos”, esclareceu.

Geninho também relatou sobre as questões do Agronegócio e disse que as principais culturas são: cana de açúcar, cítricos (laranja) e silvicultura.

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A segunda parte do encontro teve a participação do Secretário Estadual de Agricultura, Arnaldo Jardim, que falou sobre a mudança do paradigma da questão hídrica, que agora é vista com mais atenção pelos municípios e o Governo do Estado. O secretário também falou do impacto da crise hídrica sobre a produção agrícola de São Paulo.

O secretário também comentou que a crise hídrica não é passageira e veio para ficar. “Não estou dizendo que vamos repetir a seca do ano passado, mas temos que nos planejar para contar com menos recursos hídricos para fazer as mesmas coisas”, disse. Arnaldo Jardim destacou que a Secretaria possui quatro eixos fundamentais para minimizar os impactos da crise no agronegócio. Um programa estadual em parceria com municípios possibilitará a recuperação de nascentes de água abandonadas. A Secretaria também estuda alternativas para recompor as matas ciliares e preservação permanente para manter a qualidade da água e evitar o assoreamento.

“No terceiro eixo estamos produzindo novos cultivares de diferentes espécies vegetais e novos procedimentos na criação de ovinos, caprinos e suínos utilizando menos água. Lançamos variedades de cana e feijão que produzem bem mesmo com menor oferta de água”, relatou. O último eixo é referente à irrigação. “Esses equipamentos são necessários e fundamentais e temos condições de fazer com que busquem maior eficiência evitando desperdício de água”, acrescentou. O governo paulista também lançou linha de crédito na região mais crítica do Estado, localizada no Alto Tietê e na bacia do Piracicaba, para financiar poços.

O secretário encerrou sua palestra comentando que é preciso criar alternativas para enfrentar a crise hídrica. “Aprender a lidar com a água que usa para produzir, para se manter, vamos continuar dando exemplos que fazem mais diferença que os discursos”, finalizou.

O deputado estadual e presidente da Comissão de Agricultura, Itamar Borges, encerrou o ciclo de palestras elogiando a atuação de Arnaldo Jardim à frente da Secretaria. Borges defende a aproximação entre a iniciativa privada e o Poder Público para o desenvolvimento da agricultura no Estado de São Paulo e no país.

“Este é um novo momento para os municípios, que agora precisam pensar em alternativas para a crise hídrica e planejar soluções de longo prazo. Por isso, eventos como este, de troca de informações entre os municípios e o Governo do Estado, são tão importantes”, finalizou o deputado Itamar.

Arnaldo Jardim participa de fórum em que Geninho apresenta ações contra escassez de água

O secretário estadual de Agricultura e Abastecimento, Arnaldo Jardim, participa hoje em Barretos do fórum de debate “A Crise Hídrica e o Impacto no Agronegócio”, a partir das 14 horas,  na sede social do Grêmio. O evento é uma iniciativa do Grupo Monteiro de Barros e da Uvesp, reunindo lideranças políticas da região, instituições de ensino e pesquisa, técnicos e empresários do setor.

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O fórum será iniciado com debate entre prefeitos da 13ª Região Administrativa, às 14h30.  Guilherme Ávila (Barretos), Fernando Galvão (Bebedouro) e Geninho Zuliani (Olímpia) apresentarão as ações em seus municípios para enfrentar a escassez de água e o planejamento para o futuro.

A segunda palestra, marcada para às 16h30,  será do engenheiro Claudio Daher Garcia, do Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE) e também secretário-executivo do Comitê da Bacia Hidrográfica do Baixo Pardo/Grande, que apresentará panorama técnico sobre os recursos hídricos da região.

A palestra de encerramento, prevista para às 17h30, será feita pelo secretário Arnaldo Jardim, abordando as ações do governo estadual para enfrentar a escassez de água e a força do agronegócio.

A entrada no fórum de debate é gratuita.

(Diário de Barretos)

Geninho participa de debate sobre crise hídrica no agronegócio, em Barretos

Nesta quinta-feira (26), haverá o debate “A Crise Hídrica e o Impacto no Agronegócio”, em Barretos, reunindo vários prefeitos da região, inclusive Geninho Zuliani (DEM), de Olímpia. O evento tem início às 14h, na sede social do Grêmio, numa iniciativa do Grupo Monteiro de Barros e da Uvesp, segundo informa o presidente Sebastião Misiara.

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O primeiro painel reunirá os prefeitos Guilherme Ávila (Barretos), Fernando Galvão (Bebedouro) e Geninho Zuliani (Olímpia). “Os prefeitos discutirão as alternativas para driblar a crise hídrica e fomentar o desenvolvimento”, afirmou Misiara, que será o mediador do debate reunindo os chefes de Poder Executivo de municípios da 13ª Região Administrativa.

A segunda apresentação será do engenheiro Claudio Daher Garcia, do escritório regional do Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAAE), que apresentará panorama técnico sobre os recursos hídricos na região. Claudio é também secretário-executivo do Comitê da Bacia Hidrográfica do Baixo Pardo-Grande.

A terceira apresentação será do secretário estadual Arnaldo Jardim, da pasta da Agricultura e Abastecimento, que abordará sobre a força do agronegócio.   A entrada no fórum de debate é gratuita.

Fonte: Diário de Barretos

Aluna de Guaraci é premiada em concurso regional sobre Dia Mundial da Água

O Comitê da Bacia Hidrográfica do Baixo Pardo/Grande (CBH-BPG), em cerimônia extraordinária na manhã desta quinta-feira (4), na Câmara Municipal de Barretos, entregou os prêmios para os alunos vencedores do “1º Concurso de Desenhos do CBH-BPG”, com o tema “Água fonte de vida: Alguém vive sem?”.

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O concurso foi lançado em março deste ano, entre as comemorações do dia Mundial da Água, e propunha a participação dos alunos de todas as escolas das 19 cidades que compõem o Comitê, que deveriam fazer um desenho sobre o tema.

Os vencedores de cada cidade foram para a disputa regional e os melhores trabalhos vão compor o calendário do CBH-BPG para o ano de 2015.

A aluna Mariana Alves da Costa, estudante do 9º ano “E” da EMEB Mércia Julia de Guaraci, foi a quinta colocada no concurso e terá o seu desenho ilustrando o mês de abril no calendário. Na foto acima, a aluna Mariana Alves da Costa, da EMEB Mércia Julia, entre as professoras Lucimara e Rosana, juntas com o Secretário Farid Mauad, na entrega do prêmio.

Ela recebeu o seu prêmio nesta manhã, acompanhada pelas professoras Lucimara Batista Miguel Guimarães e Rosana de Castro Mauad e de sua mãe, Valdinéia Alves Fernandes.

O diretor de Obras da Prefeitura de Guaraci, Farid José de Castro Mauad, representou o Prefeito Renato Azeda e destacou a importância do concurso, que mobilizou os estudantes de toda a região.

A primeira colocada no concurso foi a aluna Isabela machado de Carvalho, da escola Alexandre de Ávila Borges, de Jaborandi.

Mais três horas sem água nas torneiras de Olímpia devido à ‘situação crítica’

Situação conhecida em todo o Estado de São Paulo, a falta de água se faz presente também na vida dos olimpienses. Com a falta da chuva necessária para repor os mananciais hídricos que abastecem o município, a autarquia DAEMO Ambiental (Departamento de Água e Esgoto do Município de Olímpia) continua pedindo de forma incessante a colaboração da população na economia e na conscientização na questão de utilização.

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“Contamos com a população, pois quem está racionando água é a natureza, não o DAEMO. Nós simplesmente tratamos á agua, se nós não tivermos água não vamos tratar e assim os munícipes não terão abastecimento”, destacou o Superintendente do DAEMO Ambiental, Antônio Jorge Motta.

Ele afirmou que o racionamento que já acontece há cinco semanas no Centro da cidade será mantido e estendido. “Continua o racionamento sem previsão de parada. Até que estejamos tranquilos com relação à chuva. Sem ela cair de modo constante, continuaremos desligando as maquinas de captação”.

O novo horário para desligamento das máquinas passou das 24h para às 21h e o religamento das 7h às 8h. “Das 21h às 8h, as máquinas estão desligadas, por isso a população precisa economizar, por isso a situação é critica”, alerta o superintendente.

De acordo com ele os moradores devem utilizar a água de maneira racional, evitando o desperdício. E recomenda que os olimpienses mantenham a reserva da caixa d’água para os usos essenciais. “Em alguns a água chega continuamente, em outros não. Isso ocorre devido à quantidade utilizada pela população em geral da água armazenada no reservatório. Em dias com maior utilização pelos munícipes ela acaba mais rápido, em outros o abastecimento se estende. O racionamento acontece, o que varia é a maneira de utilização pelos moradores”, diz.

As recomendações são mantidas: tomar banhos rápidos, escovar os dentes e fazer a barba com a torneira fechada, lavar a louça ensaboando primeiros os talheres e pratos e enxaguar tudo de uma vez só, não lavar carros e calçadas, regar plantas e jardins sempre pela manhã ou anoite para evitar que a água evapore com o calor do dia.

Daemo diz que racionamento vai continuar e área central é a mais afetada

Mesmo com a leve chuva que caiu durante os dias passados, Olímpia ainda mantém o racionamento. O DAEMO Ambiental pede de forma incessante a colaboração da população na economia e na conscientização que o Estado de São Paulo enfrenta um período critico na questão de abastecimento.

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O superintendente do DAEMO Ambiental, Antônio Jorge Motta, afirma que o sistema de abastecimento do município não foi alterado com as leves chuvas que caíram por estes dias que somaram 53 milímetros. “O que nada representa frente à seca que estamos sofrendo há meses, não piorou em 53 mm, mas não ajudou em nada para que possamos ficar folgados em termos de distribuição de água ou captação”, explicou.

Segundo ele, seria necessário uma chuva constante durante alguns dias para que se possa inicialmente tentar voltar à normalidade: “Estamos em situação critica e vamos continuar até que a própria população perceba que o nível do Ribeirão Olhos D’água se normalizou. Porque quando temos uma condição de lamina de água favorável no riacho também temos uma recuperação de lençol freático. Então é um fator não determinado por mim e pela DAEMO, é pela natureza e acredito que vá muito tempo ainda para que volte ao normal”.

Quanto ao racionamento que já acontece há duas semanas no Centro da cidade, Antonio Jorge ressalta que será mantido: “Continua o racionamento sem previsão de parada. Até que estejamos tranquilos com relação à chuva, sem ela cair de modo constante, continuaremos desligando as maquinas de captação às 24 horas e religando às 7 da manhã”.

De acordo com cobranças dos moradores, o abastecimento em dias da semana são diferentes, em alguns a água chega continuamente, em outros não. Isso ocorre devido à quantidade utilizada pela população em geral da água armazenada no reservatório. Em dias com maior utilização pelos munícipes ela acaba mais rápido, em outros o abastecimento se estende. “Isso varia de acordo com a utilização do centro todo e da reservação particular de cada um. O racionamento acontece, o que varia é a maneira de utilização pelos moradores”, diz Motta.

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Atualmente, apenas a área central de Olímpia sofre racionamento. Motta explica: “Enquanto tivermos os níveis dos poços que abastecem Olímpia conseguindo suportar a demanda não haverá racionamento. Não temos problemas tão sérios com captação subterrânea como temos com a superficial. Portanto por hora não iremos mexer com racionamento advindos dos poços”.

As recomendações são mantidas: tomar banhos rápidos, escovar os dentes e fazer a barba com a torneira fechada, lavar a louça ensaboando primeiros os talheres e pratos e enxaguar tudo de uma vez só, não lavar carros e calçadas, regar plantas e jardins sempre pela manhã ou anoite para evitar que a água evapore com o calor do dia. “Pra isso contamos com a população, pois quem está racionando água é a natureza, não o DAEMO. Nós simplesmente tratamos á agua, se nós não tivermos água não vamos tratar e assim os munícipes não terão abastecimento”.

Outro ponto amplamente falado pela população é que no retorno do abastecimento a água sai turva dos canos, Motta explica que o sistema de canos além de ser antigo, contem no sistema decantação de materiais: “O que acontece é que quando a água volta acaba por escoar e lixiviar estes materiais pelo encanamento”, disse.

Ele encerra dizendo que a Prefeitura e DAEMO estão finalizando o projeto para autuação dos munícipes que não colaborarem com as recomendações de economia de água em Olímpia: “Vamos multar sim, inclusive já temos uma relação de pessoas que vêm desrespeitando a natureza neste momento crítico”. Assim que for concluído o processo da instituição da Lei que regerá as normatizações de economia de água, a população será informada sobre locais e telefones para efetuar denuncias para o DAEMO.

Daemo prevê racionamento se não chover. Capacidade de abastecimento está em 40%

Crise confirmada em diversos Estados Brasileiros, a falta de água atinge diversas cidades que já sofrem racionamento há meses. Segundo dados, no mês de Outubro choveu 4,6 milímetros em Olímpia, em Setembro 54 milímetros, mil milímetros a menos do que em 2013. Caso não chova na cidade, o DAEMO Ambiental (Departamento de Água e Esgoto do Município de Olímpia) deverá iniciar o racionamento de água, já que a cidade opera com 40% da capacidade de abastecimento.

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“Infelizmente é verdade. Estamos planejando o racionamento, pois com a falta de chuva, o nível do Ribeirão Olhos D’água está crítico”, disse o Superintendente do DAEMO, Antônio Jorge Motta.

Ele pede que a população se sensibilize e ajude na economia de água no município. “Vemos por toda cidade que muitos ainda lavam calçadas, grades, varandas, e não é o momento. Estamos numa crise hídrica e vai faltar água. Pessoas lutam por um balde de água enquanto outras desperdiçam”, endossou.

“Podemos ver nos noticiários, as reportagens sobre a falta de água de maneira critica em diversas cidades do Estado, como em Itu e na própria capital. Esta realidade pode chegar a Olímpia caso o população não se conscientize. Fazemos o controle de forma metódica, pois nossa região não é rica em água, temos os níveis de reservatórios e riachos no limite mínimo. Precisamos agir e economizar água”, disse Motta.

Segundo ele, ainda não existe falta de abastecimento em Olímpia pelo controle que o DAEMO Ambiental realiza de maneira eficiente no que tange o controle de abertura de registros e ao acompanhamento dos níveis dos reservatórios, porém, existe sim a possibilidade, caso a população também não faça sua parte.

A parte central da cidade de Olímpia é abastecida pela ETA – Estação de Tratamento de Água, que é abastecida pelo Ribeirão Olhos D’água, assim esta seria a região mais prejudicada. Em outros bairros existem poços profundos, mas que também estão operando com o limite mínimo de água. “É preciso que a população nos ajude, volto a salientar, a água está acabando nas profundezas da mesma forma que nos leitos dos rios”.

Motta destaca que mundialmente os cuidados são os mesmos: desligar a torneira enquanto escova os dentes, tomar banhos rápidos, não lavar calçadas e carros. “Ela vai fazer falta, por isso pedimos, rogamos para as pessoas economizarem” Ele diz que diversas reclamações dos munícipes quanto à pressão da agua nas torneiras, são problemas inerentes à escassez da água. E que diariamente são feitos reparos às redes, ou substituições, por Olímpia ter um sistema antigo.

Outra ação que será iniciada pelo DAEMO será a fiscalização. “Iremos começar a multar. Infelizmente não gostamos disso, mas teremos que tomar medidas preventivas e louvar os que usam a água conscientemente. Água é alimento”, finalizou.

P.S.: Estamos tentando há vários dias falar com o superintendente, mas sempre ‘está em reunião’. Cobramos a assessoria de imprensa, que nos enviou hoje este material.

DAEMO alerta sobre falta d´água em alguns bairros devido à manutenção da CPFL

A empresa pública DAEMO Ambiental Informa que nesta quarta-feira (15), das 8h às 17h30 haverá manutenção na rede elétrica programada pela CPFL (Companhia Paulista de Força e Luz).

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Devido a este fato, o abastecimento de água tratada ficará prejudicado durante todo o período da tarde e início da noite até que os reservatórios retornem às suas capacidades normais, nos seguintes bairros: Harmonia, Paulista, Cisoto, e São Domingos.

O DAEMO Ambiental solicita a compreensão de todos e pede também que a população economize água, não lavando carros ou calçadas.

Uso racional da água em Olimpia vira ‘case’ na França através da ETEC

Um trabalho que trata da importância da conscientização do consumo de água pelos turistas na cidade de Olímpia, desenvolvido pelos alunos João Vitor Bertaggia e Alberto Oliveira Junior, do ensino médio e do curso técnico em hospedagem, da ETEC de Olímpia, sobre Práticas Sustentáveis na Hotelaria, foi selecionado entre inúmeros trabalhos e representará o Brasil na Conferência de Estudantes e Professores, promovida pela ONG “GTTP” (Global Travel and Tourism Partnership, na capital francesa, no mês que vem.

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Segundo o estudo, caso a cidade tenha 100% da sua capacidade hoteleira ocupada, o consumo de água alcançaria cerca 2,5 milhões de litros por dia.

Trata-se de um programa educacional global que dá oportunidades de carreira aos alunos da área de turismo, além do intercâmbio cultural entre alunos de várias nacionalidades .

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Os alunos João Vitor e Alberto e o professor, que coordenou o trabalho, Lutfi El Jamel Neto, além de apresentarem o trabalho em Nice, na França, farão visita ao Principado de Mônaco no período de 21 a 26 de novembro.

Segundo o professor Lutfi, “este estudo visa racionalizar de forma consciente este consumo, principalmente levando em conta a situação hídrica de nossa região”.

Abastecimento de água volta ao normal no centro, garante Daemo

O serviço de impermeabilização dos dois decantadores na Estação de Tratamento de Água (ETA) da DAEMO Ambiental foi finalizado na última quinta-feira (21).

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O diretor da empresa Silcam Pintura e Revestimento Industrial, Ari Cândido, responsável pela impermeabilização dos decantadores, explicou que o decantador 2 já está pronto desde a última terça e o decantador 1 ficou pronto na quinta-feira a tarde.

Os decantadores passaram por esse processo de impermeabilização graças a inúmeros vazamentos apresentados no decantador 2 causando o desequilíbrio da estrutura dos tanques. Esse mesmo problema já havia acontecido há 4 anos, porém o problema voltou a acontecer.

Segundo o Superintendente da DAEMO Ambiental, Antonio Jorge Motta, o material utilizado para fazer a impermeabilização de forma eficiente era muito caro na época e como o problema voltou a acontecer e o material esta mais barato o serviço foi feito novamente.

O diretor da empresa Silcam disse que a garantia em todas as suas obras é de 8 anos, porém, a expectativa é que o problema de vazamento nos decantadores seja resolvido por pelo menos duas décadas.

Candido também falou da qualidade do produto que está sendo utilizado para impermeabilizar os decantadores. “A resina de poliuretano elastomérico é um produto importado que chegou ao Brasil em 2001 e está sendo a solução para vários Sistemas de abastecimentos de água e esgoto nos municípios do país e também em empresas privadas como a AMBEV”, afirma Cândido.

Depois da conclusão deste serviço de impermeabilização o próximo passo foi encher os dois tanques. Segundo o superintendente, demorou cerca de 10 horas para reabastecer os dois decantadores em sua plenitude.

Desde sexta-feira os moradores dos bairros abastecidos pela ETA, principalmente o centro da cidade, já está com a água incolor. “A água estava amarelada, pois carreava materiais que se depositam naturalmente nas redes subterrâneas de distribuição. Agora o problema foi sanado” finaliza Motta.

Daemo inicia campanha de uso consciente da água para evitar o racionamento

A autarquia Daemo Ambiental lança campanha para que os olimpienses economizem água. O objetivo, obviamente, é de conscientizar os cidadãos a evitarem o desperdício para que não seja necessário o racionamento no futuro, assim como já ocorre em várias cidades brasileiras.

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De acordo com o engenheiro Alaor Tosto do Amaral, superintendente do Daemo Ambiental, a campanha começa desde as crianças até os adultos: “Estamos colocando informações na conta de água, bem como faixas em toda a cidade, panfletos e spots em rádios locais. Também serão realizadas palestras nas escolas municipais para que as crianças saibam a importância de economizar água e possam transmitir aos seus pais, avós e vizinhos, pois as crianças são os maiores mensageiros. Estamos fazendo toda essa ação para evitar o racionamento, que já é uma realidade em vários locais do país. Queremos que o olimpiense economize água para que não tenhamos de racionar”, disse Alaor.

Olímpia possui hoje uma Estação de Tratamento de Água e mais 55 poços, além dos 300 poços particulares. “Todos esses poços estão sofrendo uma perca de vazão, devido a insuficiência de chuvas, com isso o lençol freático não está sendo abastecido adequadamente. No final de dezembro secou um poço na Cecap. E a maioria dos poços com profundidade de aproximadamente 250 metros, com vazão que variam de 10 a 20 metros cúbicos por hora, e estão quase todos pela metade da vazão. Fizemos a abertura de três poços em dezembro, e estamos planejando fazer a abertura de mais poços para suprir essa demanda, mas precisamos economizar água para não faltar”, acrescenta o superintendente.

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A autarquia pede para todos tomarem os seguintes cuidados: ao escovar os dentes e se barbear, manter a torneira fechada; fechar a torneira enquanto ensaboar as louças e talheres; usar a máquina de lavar roupas na capacidade máxima; na hora do banho, procurar se ensaboar com o chuveiro desligado e procurar tomar banho rápido; reutilizar a água sempre que possível; utilizar regador no lugar de mangueira para regar as plantas; usar vassoura para varrer o chão e não a água da mangueira; lavar o carro com balde ao invés de mangueira; entre outros cuidados.

AEAA traz palestra sobre outorga de recursos hídricos e promete novos eventos

A Associação dos Engenheiros, Arquitetos e Agrônomos da Região de Olímpia – AEAA, realizou ontem, quarta-feira (23), palestra sobre “Outorga de Recursos Hídricos”. Para o tema, foi convidado o engenheiro civil Luis Henrique Gomes, Mestre em Hidráulica e Saneamento, e Engenheiro do DAEE (Departamento Nacional de Água e Energia Elétrica).

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A intenção da AEAA, segundo esclareceu o diretor Fernando Covelo, foi esclarecer os seus profissionais, e demais interessados, em um tema ‘relevante para a realidade turística de Olímpia, assim como para melhor esclarecer a classe rural’.

De fato, Luís Henrique Gomes explicou a importância da Outorga de Direito de Uso ou Interferência em recursos hídricos para o gerenciamento do uso dos recursos hídricos no Estado; e deu especial ênfase ao cadastramento dos pequenos produtores no “Ato Declaratório”, instituído pelo DAEE no início de julho passado.

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Conforme esclareceu o palestrante, os recursos hídricos (águas superficiais e subterrâneas) constituem- se em bens públicos que toda pessoa física ou jurídica tem direito ao acesso e utilização, cabendo ao Poder Público a sua administração e controle. Se uma pessoa quiser fazer uso das águas de um rio, lago ou mesmo de águas subterrâneas, terá de solicitar uma autorização, concessão ou licença (Outorga) ao Poder Público. O uso mencionado refere-se, por exemplo, à captação de água para processo industrial ou irrigação, ao lançamento de efluentes industriais ou urbanos, ou ainda à construção de obras hidráulicas como barragens, canalizações de rios, execução de poços profundos etc.

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Segundo Luís Henrique, a outorga de direito de uso ou interferência de recursos hídricos é um ato administrativo, de autorização ou concessão, mediante o qual o Poder Público faculta ao outorgado fazer uso da água por determinado tempo, finalidade e condição expressa no respectivo ato. Constitui-se num instrumento da Política Estadual de Recursos Hídricos, essencial à compatibilização harmônica entre os anseios da sociedade e as responsabilidades e deveres que devem ser exercidas pelo Poder concedente, por isso é que o DAEE se preocupa em esclarecer a sociedade sobre a outorga de recursos hídricos.

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Ao final da palestra, perguntas para dúvidas ainda no ar e um coquetel oferecido pela AEAA.

“Vamos promover mais eventos dessa natureza, sempre trazendo temas atuais e interessantes”, disse Covelo.

GALERIA DE FOTOS

Clique na imagem abaixo para acessar as fotos deste evento:

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AEAA traz palestrante sobre outorga de recursos hídricos, quarta

A Associação dos Engenheiros, Arquitetos e Agrônomos da Região de Olímpia – AEAA, promove na quarta-feira (23) palestra sobre “Outorga de Recursos Hídricos”.

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Para o tema, foi convidado o engenheiro civil Luis Henrique Gomes, Mestre em Hidráulica e Saneamento, e Engenheiro do DAEE (Departamento Nacional de Água e Energia Elétrica).

Assuntos abordados: Legislação; Gerenciamento de Recursos Hídricos; Outorga de Recursos Hídricos; Atividades que necessitam de Outorga; Documentação e processos; e, Fiscalização / Multas.

É necessário confirmar presença (veja abaixo). O convite é assinado pelo presidente da AEAA, engenheiro Edvilson R.R. Garcia.

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Data: 23 de outubro de 2013
Horário: 20h
Local: Sindicato Rural de Olímpia
Praça Rui Barbosa- Centro – Olímpia – SP (ao lado Banco Bradesco)
Favor confirmar a sua presença até o dia 23/10/13 às 14h pelo telefone (17) 3279-8845 (com a Sra. Neusa) ou pelo e-mail: [email protected]

Superintendente do Daemo justifica reajuste de 8% da água com investimentos

O reajuste da tarifa de água vem sendo discutido durante toda a semana em Olímpia. Por isso, o superintendente do Daemo Ambiental, engenheiro Alaor Tosto do Amaral justifica o reajuste da tarifa, que subiu uma média de 8%, e revela os investimentos realizados pela autarquia.

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De acordo com Alaor, nos últimos quatro anos a administração do Daemo Ambiental e da Prefeitura de Olímpia vem realizando “intensos investimentos” no setor de água e esgoto no município, em parceria com os governos federal e estadual. “A cidade também vem crescendo com o turismo e uma das provas disso é a valorização dos imóveis. Em 2012, Olímpia recebeu mais de 1,3 milhão de turistas, uma média de 100 mil pessoas no mês”, assinala o superintendente.

Para que a cidade continue desenvolvendo e também os investimentos para o tratamento de 100% da água e esgoto continuem, foi necessário o aumento da tarifa, afirma Alaor. “Alguns serviços como o lixo e a água, a sociedade tem que absorver os custos dos mesmos, porque você não pode ficar deslocando verbas de outras áreas para subsidiar outros setores. Precisamos melhorar e investir nos serviços. Se você não tem dinheiro para investir, o processo vai deteriorando, foi o que aconteceu nesses 50 anos, onde os investimentos em manutenção preventiva foram insignificantes”, justifica.

A autarquia tem capacidade de investimento de aproximadamente R$ 1,1 milhão por ano. “Essa capacidade de investimento não está dando para dar manutenção preventiva e corretiva em uma rede que já tem 50 anos. Hoje o centro da cidade está muito velho e essa é a situação de grande parte da Região Oeste da cidade. Nós fizemos um projeto e para eliminar toda estrutura velha da região Oeste fica em aproximadamente R$ 30 milhões. A parte Leste já é mais nova, tem cerca de 30 anos. E na região Oeste é coisa de 50 anos. A situação da parte oeste é crítica, tanto que hoje temos uma média de três vazamentos de água por semana que nós temos que intervir. Se nós formos com investimento próprio, a Daemo e a Prefeitura não têm condições de trocar tudo em um ano. Esse projeto nós vamos correr atrás de dinheiro do PAC e de todos os programas que envolvem a parte de abastecimento de água dos municípios brasileiros para tentar buscar verba para resolver isso”, afirma.

“O Daemo Ambiental está investindo na reforma da ETA do Cachoeirinha, que vai dobrar a capacidade de produção de água do município com horizonte previsto de 20 anos; temos que pegar o esgoto tratado e levar a três quilômetros para frente onde está sendo feita a captação da ETA Cachoeirinha; tivemos que contratar uma empresa especializada em estação de tratamento de água; resolvemos o grande problema que existe com relação aos buracos causados pela chuva e por consertos da Daemo, adquirimos um caminhão e uma retroescavadeira para ajudar nos serviços da autarquia; também houve um aumento da folha de pagamento de 7% e temos que melhorar os lagos de tratamento do distrito de Ribeiro dos Santos”, disse Alaor.

Para o superintendente, o Daemo Ambiental está investindo para o futuro da cidade: “Para adquirir o selo da Estância Turística, temos que ter água e esgoto 100% tratados. Além disso, para continuar os investimentos precisamos de recursos. Dentro desse contexto, nós fizemos uma reestruturação tarifária, dando um aumento médio de 8%. A inflação foi de 7,22% até março e o aumento médio deu em torno de 8%. Em média, porque, só o custo operacional por consumidor é R$ 33 por mês”.

O superintendente ainda afirmou que a Daemo Ambiental não será vendida, como espalham os boateiros de plantão: “No próprio decreto nº 5.434 diz que ‘Considerando que a preservação da autarquia Daemo Ambiental como patrimônio municipal é reconhecidamente considerada como essencial pela comunidade, tendo a mesma se manifestado em passado recente, contrária a terceirização ou estatização dos seus serviços por razões anteriormente discutidas e esclarecidas’. Portanto, a Daemo não será vendida, por isso estamos investindo na autarquia para melhor atender aos munícipes”, conclui Alaor Tosto do Amaral.

Agora vai: terça, PAC de R$ 13,3 milhões. Dia 2, Água Limpa de R$ 21,5 milhões

Cem por cento de água e esgoto tratados e, melhor, para as próximas décadas – esta frase está próxima de se tornar realidade em Olímpia, que, aos 108 anos de história, ainda registra os parcos 30% de esgoto tratado e, diariamente, problemas na captação, tratamento e distribuição de água. Nesta terça-feira (22), o DOE (Diário Oficial do Estado) publica a licitação para os R$ 13,3 milhões do PAC 2 (Programa de Aceleração do Crescimento) para a água – e, no próximo dia 2 de junho – será a vez da publicação, também no DOE, dos R$ 21,5 milhões para o esgoto da cidade – um total de R$ 34,7 milhões liberados no governo do prefeito Geninho Zuliani (DEM).

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A licitação do PAC 2 para Olímpia também será republicada, na quarta-feira (23), no DOU (Díário Oficial da União). Em agosto do ano passado, em Rio Preto, o prefeito olimpiense assinou esse convênio diretamente com a presidenta Dilma Rousseff.

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Trata-se de projeto feito pelo DAEMO Ambiental (Departamento de Água e Esgoto) para captação, conclusão da Estação de Tratamento de Água (ETA), adutora, rede de distribuição, estação elevatória e reservatórios, para abastecer a cidade através do Rio Cachoeirinha, com seis quilômetros de adutora de água – tudo bancado pelo PAC –2.

“Agradeço, e muito, a competência da equipe do DAEMO, liderada pela superintendente Sandra Lima, ao secretário Walter Trindade, que foi comigo defender o projeto no Ministério das Cidades, em Brasília, e aos deputados federais do PT Devanir Ribeiro e Paulo Teixeira”, disse Geninho à época da liberação, em entrevista ao Diário de Olímpia.

A finalidade desse investimento é o de trazer água do Rio Cachoeirinha até a ETA, atrás do Jardim Campo Belo, “que o ex-prefeito José Carlos Moreira começou e não terminou, então o dinheiro servirá para levar a água do Rio Cachoeirinha até à ETA, terminar a própria ETA, e fazer mais seis quilômetros de adutora de água em volta da cidade”, explicou Geninho.

CRONOGRAMA DA OBRA

Segundo o projeto desenvolvido pelo DAEMO e aprovado pelo PAC-2, a obra levará 18 meses para ser construída, assim que a licitação definir quem irá realizá-la, obedecendo etapas e valores que irão sendo liberados pelo governo federal.

Primeiramente, será feita a captação e recalque no Rio Cachoeirinha, ao mesmo tempo em será construída a nova adutora de água bruta, ambos pelo prazo de seis meses, ao custo de R$ 1.371.838,14.

A partir do quatro mês, a nova ETA será construída e concluída dentro do cronograma até o 18° mês, ao custo de R$ 3.615.381,45.

Do sexto ao 13° mês, segundo o projeto, será construída a unidade de desaguamento de lodo, ao custo de R$ 1.301.260,32.

Do 11° mês até o final, serão construídos o reservatório enterrado de 2 mil metros cúbicos, a estação de recalque para o reservatório de 500 metros cúbicos e o reservatório elevado de 500 metros cúbicos, ao custo de R$ 1.966.304,24.

E, finalmente, a partir do sétimo mês, até o final da obra, será construída a linha de seis quilômetros da nova rede de água, ao custo de: R$ 3.274.885,44. Todas as etapas juntas: R$ 13,329,670.43.

ÁGUA LIMPA, DIA 2

Com a obra do Programa Água Limpa Olímpia não apenas terá resolvido o seu déficit de 70% de tratamento de esgoto, esquecido pelas gestões passadas, como também para os próximos 20 anos, e bem longe do Thermas dos Laranjais, enterrando de vez o conhecido ‘bostódromo’ do ex-prefeito do PMDB.

Trata-se maior convênio já assinado na história de Olímpia. E, simultaneamente com o PAC2, de longe é o mais significativo para a população, que passará a ter qualidade de vida assim que as obras forem entregues.

A diferença essencial entre a lagoa de Carneiro e o sistema compacto conquistado por Geninho é que, na lagoa, o tratamento praticamente natural, à luz do Sol, leva 21 dias, e tem forte cheiro; no compacto, em 24 horas, aliando o sistema natural com a química. O custo será minimizado com a ausência da manutenção obrigatória da lagoa tradicional a cada cinco anos, com lodo depositado em sua base. Melhor: a eficácia do sistema compacto é de 99%, e o da lagoa, 85%.

A Estação de Tratamento do Córrego dos Pretos, única existente na cidade e construída na gestão do ex-prefeito José Fernando Rizzatti (PSDB), hoje secretário municipal de Agricultura, será apenas para direcionar o esgoto para uma nova estação de tratamento a ser construída, no valor aproximado de R$ 700 mil, com função de recalque, totalmente automatizada.

Geninho assinará com Dilma os R$ 13,3 mi para 100% de abastecimento de água em Olímpia, na próxima sexta-feira, em Rio Preto

A presidenta Dilma Rousseff assinará, na próxima sexta-feira (19), juntamente com o prefeito Geninho Zuliani (DEM), de Olímpia, a liberação de R$ 13,3 milhões do PAC 2 (Programa de Aceleração do Crescimento), em São José do Rio Preto.

dilmageninho

A liberação ocorreu no dia 23 de dezembro passado, como um presente de Natal para Olímpia: a inclusão do projeto feito pelo DAEMO Ambiental (Departamento de Água e Esgoto) para captação, conclusão da Estação de Tratamento de Água (ETA), adutora, rede de distribuição, estação elevatória e reservatórios, para abastecer a cidade através do Rio Cachoeirinha, com seis quilômetros de adutora de água – tudo bancado pelo PAC –2. Leia mais…