Quase 75 mil pessoas foram atendidas na UPA no ano passado, divulga Sílvia Forti

Publicado em 21 de fevereiro de 2014 às 17h38
Atualizado em 21 de fevereiro de 2014 às 17h44

A UPA – Unidade de Pronto Atendimento 24 horas de Olímpia atendeu, em 2013, 74.467 pessoas, uma média de 6.205 consultas por mês e 206 consultas por dia. Com dois clínicos gerais, um pediatra, enfermeiros, técnicos de enfermagem e toda parte administrativa, a UPA começou a atender em junho de 2012.

Silvia

A Portaria 2048 do Ministério da Saúde propõe a implantação nas unidades de atendimento às urgências do acolhimento e da triagem classificatória de risco. De acordo com esta Portaria, este processo deve ser realizado por profissional de saúde, de nível superior, mediante treinamento específico e utilização de protocolos pré-estabelecidos e tem por objetivo avaliar o grau de urgência das queixas dos clientes, colocando-os em ordem de prioridade para o atendimento.

O atendimento na UPA é dividido nas cores vermelho, amarelo, verde e azul. Ao chegar ao serviço de urgência (UPA) demandando necessidade aguda ou de urgência, o usuário é acolhido pelos funcionários da recepção e encaminhado para confecção da ficha de atendimento. Em 2013, o número de atendimento para a classificação vermelho foi de 282; amarelo, 1.163; verde, 12.186 e azul, 60.836, totalizando 74.467 atendimentos no ano de 2013.

Segundo a secretária de Saúde, Sílvia Forti Storti, mais do que uma previsão legal, “a classificação de risco é entendida como uma necessidade para melhor organizar o fluxo de clientes que procuram as portas de entrada de urgência e emergência, garantindo um atendimento resolutivo e humanizado àqueles em situações de sofrimento agudo ou crônico agudizado de qualquer natureza”.

De acordo com Newton Bortolan, Diretor de Divisão de Serviços de Saúde de Média e Alta Complexidades, “o atendimento aos portadores de quadros agudos, de natureza clínica, traumática ou psiquiátrica, deve ser prestado por todas as portas de entrada do SUS, ou seja, pelo conjunto das Unidades Básicas de Saúde e suas equipes da Estratégia de Saúde da Família, pela Unidade de Atendimento pré-hospitalar móvel e pela Unidade Hospitalar, possibilitando a resolução dos problemas de saúde dos clientes ou transportando-os responsavelmente a um serviço de saúde hierarquizado e regulado”.

Após a sua identificação em cores (veja acima), o usuário é encaminhado ao espaço destinado à Classificação de Risco onde é acolhido pelo técnico em enfermagem e enfermeiro que, utilizando informações da escuta qualificada e da tomada de dados vitais, se baseia no protocolo e classifica o usuário em: VERMELHO, emergência, será atendido imediatamente na sala de emergência; AMARELO, urgência, será atendido com prioridade sobre os clientes classificados como verde; VERDE, sem risco de morte imediato, somente será atendido após todos os clientes classificados como vermelho e amarelo; e AZUL, quadro crônico sem sofrimento agudo ou caso social, deverá ser preferencialmente encaminhado para atendimento em Unidade Básica de Saúde ou atendido pelo Serviço Social. Se desejar poderá ser atendido após todos os clientes classificados como vermelho, amarelo e verde.

“Nenhum cliente poderá ser dispensado sem ser atendido, ou seja, sem ser acolhido, classificado e encaminhado de forma responsável a uma Unidade de Saúde de referência”, conclui a secretária Silvia.

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