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Olímpia também adere à campanha de vacinação da 2ª dose contra o HPV

A segunda dose da vacina contra o vírus HPV, que protege contra o câncer do colo de útero, já está disponível, desde segunda-feira (1º), para ser aplicada em meninas de 11 a 13 anos. A aplicação da segunda dose, seis meses após a primeira, é essencial para a garantia da proteção contra o HPV até que essas meninas recebam a terceira dose, de reforço, daqui a cinco anos.

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Em Olímpia, a campanha foi realizada também nas escolas da rede de ensino, onde os profissionais de saúde agendaram datas de vacinação em cada escola.

Para a segunda dose, o processo não será diferente, iniciando a vacinação nas escolas em data ainda não definida, mas no decorrer deste mês de setembro. Quem não tomou a primeira dose, por motivos de não ter idade na primeira parte da campanha ou por outros motivos, poderá tomar a primeira dose nesta fase também, na própria escola ou procurando uma unidade de saúde próxima à residência.

A primeira dose foi aplicada em campanha realizada em março deste ano, quando o Ministério da Saúde inseriu a vacina no calendário vacinal anual.

“A vacina contra o HPV é uma oportunidade única para essas meninas, que no futuro poderá salvar muitas mulheres do gravíssimo câncer de colo de útero. Por conta deste fato, é importante que os pais tenham em consciência que eles estarão investindo em um futuro melhor para suas filhas. O câncer do colo de útero mata, é a terceira doença que mais mata as mulheres no mundo, e estamos trabalhando em todas as formas preventivas possíveis, por isso, se você tem filhas entre 11 e 13 anos, ou que já tomaram a primeira dose, fiquem atentos às datas que serão posteriormente divulgadas e autorizem a vacinação”, informou Jaqueline Marília Pereira Barbosa da Silva, chefe do setor de Vigilância Epidemiológica de Olímpia.

Concluído o esquema vacinal, a adolescente estará livre de desenvolver câncer de colo do útero, terceiro tumor mais frequente na população feminina, atrás do câncer de mama e do colo retal, e a terceira causa de morte de mulheres por câncer no Brasil, segundo o Ministério da Saúde (MS).

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