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O ranking de candidatos na eleição de 5 de outubro

De acordo com a Justiça Eleitoral nas eleições de outubro o eleitor poderá escolher entre 11 candidatos à presidência da república: Aécio Neves (PSDB), Dilma Rousseff (PT), Marina Silva (PSB), Eduardo Jorge (PV), Eymael (PSDC), Levy Fidelix (PRTB), Luciana Genro (PSOL), Mauro Iasi (PCB), Pastor Everaldo (PSC), Rui Costa Pimenta (PCO) e Zé Maria (PSTU).

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Para governo do Estado são 8 candidatos: Geraldo Alckmin (PSDB), Gilberto Natalini (PV), Laércio Benko (PHS), Maringoni (PSOL), Padilha (PT), Raimundo Sena (PCO), Paulo Skaf (PMDB) e Wagner Farias (PCB).

Senador por São Paulo são 8: Ana Luiza (PSTU), Edmilson Costa (PCB), Eduardo Suplicy (PT), Fernando Lucas (PRP), Gilberto Kassab (PSD), José Serra (PSDB), Juraci Garcia (PCO) e Kaka Wera (PV).

VAGAS: Para o senado, o Estado de São Paulo tem uma vaga disponível.  Para deputado federal são 70 e para Assembleia Paulista os candidatos disputam 94 vagas.

Em todo Estado são 31.648.266 eleitores para uma população de 43.663.669 pessoas.

Fonte: Diário de Barretos

Um comentário em “O ranking de candidatos na eleição de 5 de outubro”

  1. As pequenas, porém, dominantes elites das classes de ruralistas (INCLUINDO CONGRESSISTAS), concessionários das mídias de comunicação (INCLUINDO CONGRESSISTAS), dos banqueiros / EMPRESÁRIOS (INCLUINDO CONGRESSISTAS) e até teólogos ressentidos (INCLUINDO CONGRESSISTAS), detentoras das maiores fortunas no Brasil, nossa Pátria, rejeitam qualquer possibilidade de regulação nas suas dinâmicas de atuação no mercado financeiro (sonegação/ REFORMA TRIBUTÁRIA), na imprensa (corrupção da opinião pública; enquanto distorção de fatos e construção articulada de comentários com objetivo de gerar instabilidades em setores da economia, política e mídias/ REGULAÇÃO POR LEI COMPLEMENTAR COMO HÁ NOS EUA e UE), e, do transbordo impressionante de recursos financeiros de doações às suas instituições religiosas que, (QUE NA PRÁTICA TÊM DONO) e, que, além disso, se locupletam gerando não conformidades com a legislação fiscal de divisas, matem-se sobejamente livres de qualquer comprometimento social ou com o fisco alegando, em tese, no marketing político, que fazem obras sociais com recursos próprios caracterizando distorções das meritocracias nas suas ambiências de controle ideológico sem dar transparência às suas atividades arrecadatórias; não aceitam reformas e eficiências na conclusão das leis complementares fundamentais para as mudanças reclamadas nas ruas a partir de JUNHO/2013 no despertar, do povo brasileiro.
    Essas mesmas elites se concentram e causam grandes contradições e incoerências nos cenários políticos das regiões sudeste e sul e nas suas principais capitais. Só o pensamento de Sergio Arouca: “A reforma sanitária brasileira não nasce de um simples processo gerencial, tecnocrático ou burocrático. Nasce da defesa de valores como a democracia direta, o controle social, a universalização de direitos, a humanização da assistência, tendo como concepção o fato de que o cidadão não é cliente, não é usuário, mas é sujeito. A reforma sanitária brasileira é um projeto civilizatório” deveria ser suficiente para que o paulistano comum, simples cidadão, compreendesse a importância de optar entre um médico capitalista e outro socialista com experiência de ministro, mas, a subserviência e a tendência de obedecer ao patrão (SENHOR DA ELITE DOMINANTE) ainda cala o grito amargurado no peito do retirante, como no filme: “O mordomo da casa branca”; valendo a mesma lógica, nas outras capitais mais ricas.
    Essa eleição demonstra claramente a falência do projeto da social democracia neoliberal do PSDB; EX-PMDB, novos ventríloquos, das elites empresariais. Diante desse fracasso eleitoral na campanha nacional, se percebe que só há folego eleitoral na capital paulistana, majoritariamente de servidores públicos terceirizados, operários e empregados do setor de serviços (TERCIÁRIO), e, também majoritariamente, assalariados receosos de sonhar e dar seu grito de liberdade sem risco de perder o salário, que, possa justificar essa contradição de estar o PSDB com vantagem eleitoral com tantos investimentos (BILHÕES) do governo federal que são mal administrados na saúde, segurança pública e segurança dos recursos hídricos, com a responsabilização, das indústrias poluidoras.
    Os próximos anos serão difíceis na Europa e na América. O Brasil terá a necessidade de não se envolver com amadores na sua gestão doméstica e muito menos abrir o cofre do Estado Brasileiro (ARRECADAÇÃO DE IMPOSTOS) e entrega-lo nas mãos dos banqueiros ou de seus lobistas no congresso. É inadiável olharmos para o futuro de forma mais humana e fraterna, principalmente, se essa crise internacional se agravar com as guerras sujas do capitalismo ianque e dos bretões, como sempre. Precisaremos, pois, de um Estado mais humano e socialista e menos capitalista devotado ao lucro sem o fundamentalismo cubano. O Brasil está no caminho certo! Vamos avançar nas mudanças, e, para isso, não podemos apostar na utopia de um sistema de “consciência virtual por rede”, que a saúde se resolve com o pragmatismo capitalista dos neoreformistas da era PSDB, e, muito menos que o congresso fará reformas com os velhos nomes da banda podre do PMDB e dos partidos liberais de centro-esquerda (RURALISTAS, BANQUEIRO, EMPRESÁRIOS, CONC. DA COMUNICAÇÃO) como PSD, DEM, PSDB que são os mais poderosos e retrógrados que rejeitam as reformas e o imposto único.

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