Geninho garante que Rodrigo Garcia assume nesta quinta o comando do DEM no Estado

4624647191_967d9a0647O Democratas deve referendar hoje o nome dos deputados federais Rodrigo Garcia e Jorge Tadeu Mudalen como presidentes dos diretórios estadual e da cidade de São Paulo, respectivamente.

“Até ontem estava tudo certo, muito confiante de que ele seria indicado. Teve conversa muito séria com o Agripino”, disse o prefeito de Olímpia, Geninho Zuliani (DEM), apoiador do deputado federal, que também permanece no DEM, contrariando convite feito pelo prefeito de São Paulo.

As negociações pelo controle do partido no Estado de São Paulo e na Capital se arrastam desde que o prefeito paulistano, Gilberto Kassab, anunciou sua saída do DEM e fundação de um novo partido, o PSD.

Depois de dizer que acompanharia Kassab rumo ao novo partido, Rodrigo recuou e decidiu ficar no DEM, tendo em vista a possibilidade de assumir o controle do partido no Estado.

Apesar do rompimento anunciado pelo próprio Rodrigo das relações políticas e empresariais com Kassab, a ligação histórica entre ambos era um dos entraves para sua condução à presidência do DEM em São Paulo.

Se assumir o DEM, o nome de Rodrigo ganha força para pleitear secretaria no governo do Estado e até para a disputa pela Prefeitura de São Paulo em 2012. Rodrigo não quis comentar o assunto. Rodrigo e Mudalen, junto com Alexandre Leite e Eli Correa Filho, são os deputados eleitos pelo DEM que permanecem no partido.

Anunciaram que vão acompanhar Kassab Junji Abe e Guilherme Campos, além dos suplentes Eleuses Paiva e Walter Ihoshi. O DEM perdeu outros quadros importantes, como a senadora Kátia Abreu, o vice-governador de São Paulo, Afif Domingos, os governadores do Amazonas, Omar Aziz, e de Santa Catarina, Raimundo Colombo, além de dezenas de deputados federais e estaduais.

Ato

Na próxima quarta-feira, dia 13, Kassab reunirá seus aliados em Brasília para assinatura da ata de fundação do PSD. É o primeiro documento jurídico para a formalização da legenda junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Este documento de criação do PSD deve ter 101 assinaturas de eleitores de 1/3 dos Estados em apoio à criação da nova legenda, a ser registrado em um cartório de registro de títulos de documentos de Brasília como “associação jurídica”, como exige a legislação eleitoral.

Para conseguir o registro definitivo, o partido terá de recolher assinaturas de aproximadamente 500 mil pessoas em pelo menos nove Estados. A oficialização deve acontecer até outubro, a um ano das eleições municipais. (Diarioweb)

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