Mulher é presa por embriaguez ao volante, desacato e resistência, em Severínia

Publicado em 13 de julho de 2015 às 12h36
Atualizado em 13 de julho de 2015 às 15h54

Uma mulher de 30 anos, moradora de Severínia, responderá em liberdade por embriaguez ao volante, desacato e resistência ao flagrante dos policiais cabo Antunes e soldado Alessi, na madrugada desta segunda-feira (13), no centro daquela cidade.

ELISANGELA-DOS-SANTOS-PEREIRA

Durante patrulhamento, os PMs se depararam com o veículo Fiat Stilo, cor preta, placas EAB-3091, que foi abordado e, ao ser solicitada a documentação de praxe, do veículo verificou-se que era dirigido pela adolescente M.E.M.C., 17, mas antes tentou despistar os PMs afirmando que a documentação estava em sua casa, confirmando que tem carteira nacional de habilitação (CNH). Daí, se apresentou Elisângela dos Santos Pereira, 30, com forte odor etílico, muito falante, olhos vermelhos, e alegou ser proprietária do Fiat, apresentando a sua CNH e, ao alegar que iria pegar o documento do veículo, acionou a ignição, fugindo bruscamente em alta velocidade.

Ela foi acompanhada pela viatura policial, sendo abordada defronte à sua residência. Elisângela entrou em sua casa, pegou os documentos do veículo, que estavam vencidos.

Ao comunicá-la de que o veículo seria apreendido, ofendeu os pois com palavras de baixo calão, como ‘vão t… no…c.’, ‘policiais de m…’, ‘não vão prender o meu carro’. Diante do desacato, foi dada voz de prisão para Elisângela e, quando eles a estavam conduzindo para o interior da viatura, ela resistiu, novamente, motivo que levou os PMs a usarem de força física moderada, necessária para contê-la, bem como o uso de algemas.

Devido a ela se debater muito e chutar o vidro traseiro da viatura, para evitar que se machucasse com gravidade e danificasse a viatura, os policiais se deslocaram até à Delegacia de Polícia Civil, segurando-a no ‘contra-peso’ da viatura.

Quando mais calma, Elisângela foi convidada a realizar o teste do bafômetro, que se recusou, sendo então encaminhada ao hospital local, onde a médica Laís J. Criada atestou que o seu estado psicomotor encontrava-se comprometido em face da ingestão de bebida alcoólica, sendo reiterada a voz de prisão por embriaguez ao volante.

A motorista foi apresentada à autoridade policial, que ratificou a voz de prisão e após a lavratura dos autos arbitrou fiança no valor de R$ 1.500, que foi paga e liberada para responder aos crimes em liberdade.

Foram tomadas as medidas administrativas pertinentes a este caso.

A VERSÃO DE ELISÂNGELA

Na redação do Diário, Elisângela disse que o veículo estava de fato trafegando com a menor, e ela no banco traseiro, quando foram abordados. Ele pediu o documento da menor, que não foi apresentado. Segundo ela, a menor e o veículo foram liberados, e ato contínuo os PMs foram à sua casa, alegando que os documentos estavam em atraso e que seria apreendido. Não houve a fuga, como foi registrado no B.O.

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Ela se recusou a prender o carro, e foi quando ele, segundo ela, “invadiu a casa, tomou as chaves dela e levou o carro, mesmo sendo apresentados os recibos de que o veículo estava em dia, foi quando foi algemada alegando que houve desacato”, mas nega que tenha feito tal coisa.

Agora, com esses fatos, Elisângela afirma que está com advogados para corrigir o que ela considera como fato inverídico de que sofreu.

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