Morte de mototaxista no bairro Laranjeira é um mistério que a Polícia investiga

Publicado em 01 de maio de 2014 às 14h19
Atualizado em 01 de maio de 2014 às 14h40

ATUALIZADO – A morte do mototaxista Paulo Ricardo dos Santos, 36, conhecido como Bolê, na noite de ontem, quarta-feira (30), véspera deste feriado de 1º de Maio, no bairro rural Laranjeiras, ainda não foi esclarecida. Sequer se levou facada ou tiros, conforme anunciado anteriormente.

mototaxista-morto

O corpo foi para o Instituto Médico Legal (IML) de Barretos, onde será periciado com melhor técnica. Aparentemente, está com uma facada nas costas, mas há perfuração nas nádegas que a Polícia suspeita que seja tiro, afinal o corpo tem perfurações no peito, tórax e, como já citado, nas nádegas, provavelmente de arma branca.

Muito conhecido e respeitado em sua profissão, Bolê deixa esposa e filha. Ele era funcionário do Rato Mototáxi. O corpo foi encontrado por um pescador que logo avisou a PM, era um corpo deitado ‘em decúbito ventral com a face voltada para baixo’, o que, inicialmente, dificultou a identificação até que a perícia chegasse, na manhã de hoje.

Suspeita-se de emboscada, já que há informações de que a chamada para aquele bairro rural, distante do centro urbano, foi para ele. Ele era o penúltimo da fila na empresa, de um total de seis. A ligação, voz masculina, pediu com urgência, especificamente o Bolê, alegando que estava atrasado para o trabalho. Era umas 19h de ontem. Estranhamente, quem está atrasado para o trabalho pede o primeiro da fila, mesmo assim, a atendente da empresa liberou Bolê.

Há informações de que Bolê vinha sendo ameaçado.

A relação de todos os celulares que ligaram ontem à noite para a empresa foi entregue para a Polícia Civil, que agora investiga, através de inquérito policial que, oportunamente, poderá desvendar o autor, ou autores, e o motivo da morte. O Boletim de Ocorrência foi registrado às 6h de hoje (1º), como crime de Latrocínio, já que motocicleta utilizada pela vítima, uma Honda CG 150, ano 2012, cor preta, placa EWY-6302, de Olímpia, ainda não foi encontrada. Mas, com o corpo estavam o seu dinheiro, R$ 274,75 e um celular, já apreendidos para averiguações.

No local, preservando o corpo, os policiais militares Cabo Faccio e soldado Anderson. O delegado titular Marcelo Pupo de Paula apura o caso.

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