“Baianinho” é condenado a dois anos de prisão por furto ocorrido em 2012

Publicado em 29 de outubro de 2014 às 8h50
Atualizado em 04 de novembro de 2014 às 10h05

Um homem de 23 anos foi preso na manhã desta quarta-feira (29) pela Polícia Militar de Olímpia através de mandado de prisão expedido pelo juiz Eduardo Luiz de Abreu Costa, da Vara Criminal do Fórum local, acusado de furto qualificado (art. 155, parágrafo 4º).

Luciano Barros dos Santos, vulgo ‘Baianinho’, ficará recluso por dois anos, segundo a sentença. Consta segundo a sentença que “em 14 de setembro de 2012, em horário incerto, na Rua Jesus Claudino Pedroso nº 163, Santa Terezinha, nesta comarca e cidade de Olímpia, subtraiu, para si, coisa alheia móvel, consistente em R$ 130,00 (cento e trinta reais) e um (01) cartão bancário do Banco Caixa Econômica Federal, agência 0705, conta poupança 1300000646/1, que foi utilizado para sacar a quantia de R$ 1.000,00 (mil reais), bem como para transferir a importância de R$ 3.000,00 (três mil reais) para sua conta, bens pertencentes a João Paulo Alves de Souza”.

captura

Ele foi preso às 6h55 de hoje pelo cabo Kleber Lima e soldado Adaor, com apoio da viatura com cabo Rubens e soldado Vicentini, apresentado à delegada Maria Tereza Ferreira Vendramel, que ratificou a voz de prisão.

CORREÇÃO

O advogado Rafael Augusto de Oliveira Diniz enviou ao Diário a seguinte correção, em relação à essa informação:

Tendo em vista os fatos acontecidos no último dia 29 de Outubro de 2014, oportunidade em que foi expedido mandado de prisão contra o ora requerente, o Sr. Luciano Barros dos Santos, constando na página Diário de Olímpia que havia sido ratificada voz de prisão, bem como o mesmo recolhido a cadeia de Severínia/SP, vêm, respeitosamente, REQUERER a correção no tocante aos fatos em que consta que o requerente havia sido recolhido a Cadeia Pública de Severínia/SP, o que não é verdade.

O que de fato ocorreu, foi que o requerente que é primário e ostenta bons antecedentes criminais, estava cumprindo pena restritiva de direitos e diante do não cumprimento em razão da incompatibilidade de horários com o seu trabalho, já que é quem sustenta o lar, teve sua pena restritiva de direitos convertida em privativa de liberdade e expedido o mandado de prisão pela pena de 02 (dois) anos. Todavia, o mesmo não foi recolhido a qualquer cadeia, mas somente assinou termo de compromisso e foi liberado, oportunidade em que cumprirá o restante de sua pena em regime aberto, frise-se, tudo em razão de sua primariedade e bons antecedentes.

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