Distritos de Ribeiro e Baguaçu receberão Estações de Tratamento de Esgoto

Publicado em 30 de janeiro de 2014 às 16h41
Atualizado em 30 de janeiro de 2014 às 16h47

A Prefeitura de Olímpia, em parceria com a empresa pública Daemo Ambiental, desenvolve esforços para a instalação de duas ETEs – Estação de Tratamento de Esgoto, uma em cada distrito – Baguaçu e Ribeiro dos Santos.

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Os projetos de instalação foram licitados, através da A.C. Topografia e Engenharia Ltda. Me, nos valores de R$ 65 mil para Ribeiro e R$ 66 mil para Baguaçu, e devem ser apresentados no DAEE–Departamento de Águas e Energia Elétrica do Estado de São Paulo.

“Sobre a lagoa de tratamento de Ribeiro dos Santos e Baguaçu, no ano passado, o prefeito Geninho conseguiu viabilizar a verba para a construção dessas lagoas de tratamento nesses dois distritos, e nos encomendou esse projeto. São estações de tratamento de esgotos com lagoas”, disse Antônio Jorge Motta, engenheiro civil e gestor técnico do Daemo Ambiental.

“O projeto de Ribeiro já foi licitado e foi entregue para poder ser orçado e enviado ao DAEE para dar sequência na viabilidade das verbas que vão ser destinadas, ainda não sabemos como será a licitação, se será pelo DAEE ou pela Prefeitura Municipal”, acrescentou.

O Distrito de Ribeiro tem uma lagoa de tratamento muito antiga, “são lagoas facultativas e anaeróbicas, e estão num local permitido por lei, mas quanto mais distante melhor para a população. Na ideia desse novo projeto, a ETE fica bem distante daquela represa, em torno de 4, 5 quilômetros, e irá atender 100% do tratamento do distrito de Ribeiro dos Santos”, explica o gestor técnico.

E, continua: “O Distrito de Baguaçu não menos importante também irá receber uma nova ETE. Na verdade é uma obra que a população não percebe, mas é de extrema importância para a saúde pública, o Prefeito não abre mão disso, apesar de se uma obra que pouca gente presta atenção”.

Segundo ele, “é investimento para uma população de 50 mil habitantes, nenhum munícipio desse porte teve investimento de tão grande monta, com investimentos que chegam perto de R$ 90 milhões desde o início da administração em 2009 até hoje”.

Antônio Mota finaliza: “São obras necessárias, dentro da lei e de acordo com todas as normas que regem a matéria. São escavações, lagoas encravadas, represas grandes, locais seguros, ambientalmente corretos, sem depredação de meio ambiente, seguindo as medidas de segurança sanitária”.

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