Quermesse do Educandário no último final de semana foi um sucesso, diz presidente

Publicado em 11 de março de 2015 às 11h58
Atualizado em 11 de março de 2015 às 12h44

A quermesse realizada pela diretoria do Educandário Frei Roque Biscioni nas noites de sexta-feira (6) e sábado (7), no salão de festas da Comunidade São Benedito, foi um sucesso, segundo o diretor Belmiro Jesus Cristofoli, o Miro. Tudo o que foi auferido em lucros será revertido, prioritariamente, para a conclusão das obras de construção de muro em redor do Educandário.

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“O Educandário passou por momentos turbulentos, mas o sucesso da quermesse, por exemplo, é a resposta à credibilidade que nós estamos conseguindo resgatar. Cada entidade tem a sua importância, e essa não é diferente, ela tem que existir e se fortalecer. Mas, apesar das muitas dificuldades, estamos nos reerguendo”, declarou Miro.

O Educandário olimpiense, projeto lançado pelo frei Eduardo Nitack anos atrás, hoje possui 210 pessoas cadastradas, de diferentes idades, para diferentes tipos de atendimentos, desde o social até o artístico. “Hoje nós estamos com um serviço de atendimento que alcança 60 a 80 pessoas por dia”, complementa Belmiro Cristofoli.

“Ainda não vamos conseguir fazer todas as melhorias necessárias. Estamos na fase de quitação (de dívidas contraídas para as obras atuais). O muro nós vamos conseguir quitar, mas ainda vai faltar o portão”, explica.

O público que participou da quermesse, nas duas noites, foi o esperado, segundo ele. Isso deixou a diretoria otimista quanto às ações futuras. O grande público provocou movimentação em excesso dos voluntários, “mas atendemos a todos com amor e carinho”.

“A importância do evento para o Educandário se pode medir pela nossa ousadia. Além do desafio do nosso dia-a-dia na entidade, fomos em busca de fazer o muro. É uma necessidade, o muro é necessário, e um dia, mais cedo ou mais tarde, íamos ter que fazer. Então nós ousamos, e ele está quase pronto”, observa o presidente do “Roque Biscioni”.

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“Nós agradecemos a todos que colaboram, seja com R$ 5, seja com R$ 10, porque qualquer ajuda é importante. E uma pessoa que nos ajudou muito foi o Ailton (Silva) da Construtora, que é o nosso padrinho, e o Júlio, da Construfort, que forneceu a mão de obra, enquanto o Ailton entrou com o material”, explicou.

Perguntado se tanto esforço vale a pena, Belmiro Cristofoli disse que “vale muito a pena”, embora tenha o desgaste do dia-a-dia, a correria. “A entidade cobra muito de quem está à frente, às vezes passamos por momentos difíceis, mas temos que olhar lá na frente porque o resultado é bom”, diz.

Ele disse que além das pessoas que foram contribuir durante as duas noites, há outras pessoas que colaboram com produtos e dinheiro, como o restaurante Deco e o dono de supermercados Iquegami, dois que, segundo “Miro”, “foram os que mais ajudaram”.

Ele aproveitou para agradecer seus parceiros de diretoria, entre eles a Sonia e o Enivaldo, além de lembrar o finado Batata, morto recentemente, e que também fazia parte da diretoria, o Frei Eduardo, vice-presidente, Jucimar e os integrantes do Conselho. “Alguns não puderam estar aqui, mas ajudaram de outra maneira”, finalizou.

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