Morre o “quase olimpiense” ator global Elias Gleizer

Publicado em 16 de maio de 2015 às 14h42
Atualizado em 16 de maio de 2015 às 14h44

O ator da Rede Globo Elias Gleizer morreu aos 81 anos neste sábado (16), no Rio. Há cinco anos, ele se encontrou com o prefeito Geninho Zuliani (foto), a sua mãe Cida Zuliani, e com o Diário de Olímpia, em uma premiação que o prefeito olimpiense estava recebendo (e ele também), e revelou que o seu pai mascateava em a Olímpia e até já morou na  Rua São João.

  

Ele estava internado no Hospital Copa D’Or desde 6 de maio e morreu por falência circulatória em decorrência de um trauma. Ele sofreu uma queda e o quadro se agravou.

Não há informações sobre o velório. Uma irmã do ator que mora em São Paulo está a caminho do Rio para acertar os detalhes.

Elias nasceu em 4 de janeiro de 1934, em São Paulo, filho de imigrantes judeus poloneses, de pai sapateiro e mãe dona de casa.

Ele trabalhou no teatro e no cinema, mas consagrou-se na televisão. A carreira de ator começou no fim dos anos 1950, na extinta TV Tupi. O papel mais recente de Elias Gleizer em novelas foi em “Boogie Oogie”, de 2014. O ator também atuou em dezenas de produções, incluindo as novelas “Tempos Modernos”, “Caminho das Índias”, “Pé na Jaca”, “Sinha Moça”, “Sonho Meu”, entre outras.

Bruno Gagliasso, que contracenou com Gleizer em “Caminho das Índias”, publicou uma homenagem ao ator e escreveu: “Meu avô querido….. Chegou a hora de descansar!” – G1

MOROU NA RUA SÃO JOÃO
Elias Gleizer (nome artístico de Elicz Glejzer), ao tomar conhecimento da presença do prefeito de Olímpia, procurou pelo Blog: “Me apresente este prefeito que, com orgulho, vi citado para receber este troféu quando recebi o convite. Me bateu uma enorme saudade de Olímpia”.

  

Já com Geninho e sua mãe, Aparecida Zamperlini Zuliani, o ator, que na época fazia sucesso na novela global ‘Passione’, disse que sente-se “orgulhoso de ver um prefeito tão jovem, com uma família bonita e, pelo que vejo, atuante; Olímpia era a cidade onde meu pai mascateava, ganhava a vida, tinha a estação ferroviária, um pequeno hotel, e eu ia muitas vezes com ele, morei na rua São João”.

Convidado a rever Olímpia, Elias Gleizer não perdeu tempo: “Basta me convidar. Se convidarem, estarei lá com certeza”. É claro que o convite foi feito.  Infelizmente, não deu certo.

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