Não erre o ano ao preencher cheques

Publicado em 01 de janeiro de 2010 às 14h45
Atualizado em 01 de janeiro de 2010 às 14h45

Cuidado: o ano é 2010 e não 2009

Cuidado: o ano é 2010 e não 2009

O cliente bancário deve estar atento, a partir de hoje, 1° de janeiro de 2010, ao datar o cheque que emitir, para evitar complicações em relação ao pagamento deste pelo banco sacado. É que, de acordo com o Banco Central, o documento tem prazo de validade. Com a mudança do calendário, a partir de hoje o documento deve ser datado com o ano de 2010, e não mais 2009, como era até ontem.

Segundo norma do Banco Central, o prazo de prescrição de um cheque é de 6 meses decorridos a partir do término do prazo de apresentação. O prazo de apresentação é de 30 dias, a contar da data de emissão, para os cheques emitidos na mesma praça do banco sacado, e de 60 dias para os cheques emitidos em outra praça.

Como é comum a confusão de datas na hora de preencher o cheque, a Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) orienta as instituições financeiras a aceitá-los, mesmo com data errada, até o fim deste mês. Mas os bancos não são obrigados a acatar essa recomendação. Se o emissor errar a data ao preencher o cheque, a orientação da Febraban é para não tentar corrigi-la.

O documento não deve ser remarcado porque os bancos não aceitam folhadas rasuradas, em qualquer época. Segundo a assessoria de imprensa da Febraban, em janeiro, os bancos devem verificar se os cheques são mesmo do ano passado ou se perderam a validade. Segurança A orientação da Febraban para que o consumidor utilize esse meio de pagamento com segurança é sempre emitir cheque nominal e cruzado.

Outra dica é, além das rasuras, evitar espaços vazios. É importante também não levar todo o talão de cheques, apenas a quantidade de folhas que pretende utilizar naquele dia. A entidade orienta ainda o consumidor a conferir os dados referentes ao nome, número da conta corrente, CPF e a quantidade de cheques do talonário ao receber um novo talão.

O consumidor não deve deixar requisições ou cheques assinados no talão e deve destruir os talões de contas inativas. Vale ressaltar que o cheque é uma ordem de pagamento à vista e que só deve ser dado quando se tem a certeza de que o credor irá depositá-lo na data combinada.

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1 comentário

  1. Luiz Augusto da Silva disse:

    Que neste ano tenhamos, também, muito dinheiro na conta, e cumprir as normas do Banco Central de acordo com o descrito neste artigo.

    Abraços

    Luiz Augusto da Silva – poeta

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