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Guarani pede as bênçãos divinas para safra mais produtiva e com menos queimadas

Celebrações religiosas serão realizadas ao longo das próximas semanas nas unidades industriais da Guarani para marcar o início da safra. Na unidade Cruz Alta, localizada em Olímpia, a celebração foi presidida na manhã de hoje, quinta-feira (27) pelo bispo de São José do Rio Preto, Dom Tomé Ferreira da Silva, além dos padres José, de Rio Preto, e Ivanaldo Mendonça, de Olímpia.

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Estiveram presentes, além da diretoria da Guarani, o prefeito de Olímpia Geninho Zuliani (DEM) e o presidente da Câmara Beto Puttini (PTB), o deputado estadual Itamar Borges (PMDB-SP), o 1º sargento de Comunicações do Exército Marco Aurélio Teixeira da Costa (chefe de instrução do Tiro de Guerra 02-025) e o empresário José Elias Morais, o Zé das Pedras.

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Por sinal, o chefe de instrução do TG manteve estreito contato com o novo presidente da Guarani, Alberto Pedrosa, inclusive de colaboração da empresa nas atividades do Exército em Olímpia. E, por sua vez, Pedrosa saudou o sargento ao final da missa, entre as autoridades citadas.

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O diretor-presidente da Guarani, Alberto Pedrosa, no fim da celebração fez alguns destaques, após cumprimentar os celebrantes da missa e os trabalhadores. Um deles é o de que a Guarani continua eliminando a queima da palha da cana-de-açúcar em suas sete unidades industriais na safra 2014/15, que se inicia na Companhia no próximo dia 1º de abril. A estimativa da Guarani é colher 98% da cana própria mecanicamente. Os outros 2% serão retirados do campo de forma manual, sem queima, por se tratar de terrenos inclinados.

Produtores paulistas de cana-de-açúcar têm até o final deste ano para cumprir o Protocolo Ambiental firmado entre a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e o setor em 2007. O documento prevê o fim da queima da palha da cana em áreas mecanizáveis em 2014. O prazo vai até 2017 para as áreas em que não é possível utilizar máquinas para colheita.

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A mecanização também se estende para o plantio da cana. No ciclo 2014/15, o plantio será 85% mecanizado na Guarani, isso representa um grande salto comparado à safra 2012/13 quando foi registrado índice de 34%.

“Técnicas de agricultura de precisão e investimentos na renovação de canaviais vão nos auxiliar a aumentar a produtividade da cana-de-açúcar. Nessa safra 2014/15 a empresa vai renovar 18 mil hectares de canavial”, afirma Alberto Pedrosa: “Ainda avaliamos o impacto da seca que atingiu nossa região produtora no início do ano, mas trabalhamos para superar as 19,7 milhões de toneladas processadas na safra anterior”.

Cogeração de energia elétrica

A safra 2014/15 também marca o avanço do projeto de ampliação da cogeração de energia limpa na Guarani. Autossuficiente em energia gerada a partir do bagaço da cana-de-açúcar, a Companhia estima comercializar mais de 1 milhão de MWh na atual safra, o que representa um aumento de 40% em relação à safra anterior.

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A empresa já faz testes para o aproveitamento da palha da cana para geração de energia.

Sobre a Guarani

A Guarani é uma das empresas líderes do setor de cana-de-açúcar do Brasil e destaca-se como a 3ª maior produtora de açúcar. Possui oito unidades industriais, sendo sete no Brasil, na região noroeste do Estado de São Paulo, e uma unidade em Moçambique. Na safra 2013/14, a Companhia processou 19,7 milhões de toneladas de cana-de-açúcar e produziu 1,6 milhão de toneladas de açúcar, 602 milhões de litros de etanol e 720 GWh de energia para a comercialização.

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A Guarani é parte do Grupo Tereos, quarto maior produtor de açúcar do mundo. Em abril de 2010, a Tereos Internacional e a Petrobras Biocombustível estabeleceram uma parceria estratégica e de longo prazo para consolidar a Guarani como um dos principais atores do setor sucroenergético.

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