Guarani inicia safra nesta quarta esperando moer 13% mais cana-de-açúcar

A Usina Cruz Alta, da Guarani S.A., de Olímpia, realiza nesta quarta-feira, 9h, a missa de início de safra, sob a celebração do pároco Padre Ivanaldo Mendonça, da Igreja-Matriz de São José.

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A safra da cana-de-açúcar 2012/13 começa com algumas semanas de atraso. “Toda a região está sofrendo muito com a falta de chuvas, o que atrasou o desenvolvimento da cana”, explica o presidente da Guarani, Jacyr Costa Filho.

Como este Diário já noticiou na última sexta-feira (30), a Guarani S.A. inicia a safra 2012/13 com previsão de crescimento de 13% no processamento de cana-de-açúcar para produção de açúcar, etanol e energia. A expectativa é moer 18,3 milhões de toneladas da matéria-prima frente as 16,3 milhões de toneladas da safra 2011/12.

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Segundo Jacyr, o mix de produção – ou seja, qual o produto terá mais destaque (álcool ou etanol) – será definido

A Companhia, uma das empresas líderes do setor sucroenergético brasileiro, vai investir ainda, nesta safra, no plantio de 51 mil hectares de canaviais, sendo 33 mil hectares de renovação e 17 mil hectares de expansão.

“Estamos investindo na renovação e ampliação dos canaviais para recuperar parte da perda das últimas safras provocada pelas mudanças climáticas e aumentando a nossa produtividade para ter maior disponibilidade de matéria-prima e aumentar nossa competitividade.”, afirma Jaime Stupiello, Diretor Agrícola da Guarani.

Outro ponto positivo para a safra que se inicia é o aumento da colheita mecanizada. “Devemos chegar em 90% de mecanização na cana própria”, explica Jaime.

A Guarani é uma das empresas líderes do setor sucroenergético brasileiro. Seu principal negócio é a transformação da cana-de-açúcar em açúcar, etanol e energia, bem como a comercialização desses produtos.

A Guarani tem capacidade para processar: 20 milhões de toneladas de cana-de-açúcar e produzir 1,9 milhão de toneladas de açúcar, 860 mil m³ de etanol, além de capacidade de comercializar 400 GWh/ano de energia.

Seu modelo de negócio baseia-se na localização estratégica de suas plantas industriais; no abastecimento da matéria-prima a partir de produtores agrícolas; no foco em produtos de alto valor agregado e na competitividade de suas plantas  industriais.

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