Gás de cozinha também pode faltar em Olímpia. Em outras cidades, já falta

Publicado em 09 de outubro de 2013 às 12h24
Atualizado em 09 de outubro de 2013 às 12h27

Problemas no fornecimento, por parte das grandes companhias, deixaram os estoques de gás de cozinha da região abaixo do normal. Em Olímpia, por exemplo, o Diário apurou que os botijões devem durar uma semana, ou, mais pessimistamente, até o final da semana.

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Olímpia se abastece do gás que vem, originalmente, de Ribeirão Preto (SP), mas as empresas locais apanham o produto em Rio Preto, onde também já falta o produto.

Em Fernandópolis (SP) o problema é maior, já que uma revenda, que atende quase 30 cidades, simplesmente não tem mais o produto.

O estoque nas revendas está baixo e deve durar no máximo uma semana. Segundo Éder Freitas, presidente da Associação dos Revendedores da região, o fornecimento está racionado. Hoje os comerciantes recebem apenas 30% do que pedem as companhias distribuidoras.

Para ele, o problema está em um carregamento de gás importado parado no porto de Santos há mais de duas semanas e que não tem previsão para ser liberado. “Isso tem causado escassez no produto e o desconto que a gente não pode oferecer no preço do gás e a indisposição com os clientes por causa da falta do produto”, diz Éder. (Com G1)

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