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De 64 lotes do Distrito Industrial-3, só restam 11 para a última licitação

O Distrito Industrial-3 de Olímpia, lançado pelo prefeito Geninho Zuliani (DEM), já comercializou 53 lotes, sendo nove deles vendidos na última licitação realizada na dias atrás.

Dos 64 lotes colocados à venda, restam somente 11 para a última licitação. Foram vendidos os lotes 2, 3, 4 e 5 da Quadra “D”, e os lotes 2-A, 2-B, 2-C, 3-A e 3-B da Quadra “E”, de dez colocados em licitação.

De acordo com o presidente da ACIO e diretor de Indústria e Comércio, Flávio Vedovato Arantes, a comercialização destes terrenos pode gerar aos cofres públicos, até R$ 3,5 milhões, sendo que em recebimento de caução já são R$ 150 mil faturados junto aos compradores dos 53 lotes. Ele lembra que quem comprou lotes no DI só vai começar a pagar daqui a um ano.

Até o momento, seis compradores já assinaram o contrato de compra e venda no Gabinete. Paulatinamente, todos os empresários serão recebidos por Geninho, que “faz questão de acompanhar de perto o progresso de mais esta ação governamental de fundamental importância para o município e seu empresariado”, segundo ele mesmo afirma.

Na quarta-feira (3), estiveram no Gabinete os empresários Rubens Aparecido Lopes de Faria, da Transfaria Transporte de Cargas Olímpia Ltda., e Osvaldo Alves Moita, da Constrular Materiais de Construção.

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O primeiro adquiriu o lote 7 e parte do lote 1, na Quadra “D”, e o segundo, o lote 8 e parte do lote 1, também na Quadra “D” e mudarão parte de suas empresas localizadas no Jardim São José e Jardim Santa Ifigênia, respectivamente, para o DI-III, “tão logo seja possível”, conforme disseram.

“Assim que liberar para construção, vamos fazer a documentação e já começar”, disse Rubens Faria. Ele disse também não ter calculado o valor do investimento a ser feito ali, mas que construirá um barracão de 200 metros quadrados, onde pretende acomodar seus cinco caminhões atuais, e outros cinco que planeja comprar, além do setor de manutenção, depósito, setor de peças, de pneus e escritório.

Disse que está “muito contente” com esta aquisição, que “veio bem na hora que precisava”, já que estava tentando um empréstimo via BNDES para comprar um lote. “Estou muito contente com esta possibilidade de crescimento”, afirmou. A empresa de Faria possui atualmente cinco funcionários, que devem chegar a 10 após a mudança.

Osvaldo Alves Moita, o “Branco”, da Constrular Materiais de Construção, vai instalar seu depósito de pedra, areia, pisos e outros materiais para construção, deixando no endereço atual apenas a loja. “O Distrito Industrial veio bem a calhar para mim”, comemora. Ele diz querer se mudar o mais breve possível. E pretende investir inicialmente, em torno de R$ 50 mil no barracão “bem feitinho” que pretende construir.

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“Assim que liberar para construção já começo. Este ano já vou estar lá. Eu procurava uma área, fui atrás de um lote, mas estava difícil, tinha que financiar. Mas, apareceu o lote do Distrito e me ajudou muito”. “Branco” disse que pretende contratar mais dois ou três funcionários. “Estou muito contente, é uma boa medida do Governo Municipal”, finalizou.

“Esta é uma das séries de benefícios que o município está concedendo ao empresariado local, embasado em Lei aprovada na Câmara”, explica o presidente da ACIO. “Estes benefícios são necessários a fim de fazermos com que o empresário se fixe no município, haja vista a guerra fiscal na região (para atrair empresas). E o que queremos é que eles se fixem e gerem emprego na cidade”, segundo Flávio Vedovato.

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