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Comercialização de lotes por licitação no Distrito Industrial 3 é aprovada na Câmara

Foi aprovado na última sessão da Câmara Municipal (10), projeto de Lei do prefeito Geninho Zuliani (DEM), que dispõe sobre a comercialização de lotes no Distrito Industrial III. Na oportunidade, Flávio Vedovato, presidente da ACIO – Associação Comercial e Industrial e diretor de indústria e comércio, explicou sobre o projeto e tirou todas as dúvidas dos edis.

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De acordo com Flávio, a área do Distrito Industrial foi adquirida em 2007 e é um processo que vem de longa data se arrastando. “A Secretaria de Agricultura iniciou em 2009. De 2011 para 2012 alterou o cronograma funcional, criou a Diretoria de Comercio e Indústria até para fomentar ainda mais a economia do município. As ações do projeto inicial do Distrito Industrial eram com 27 lotes, depois alterou, nós colocamos um projeto em pauta com o Prefeito Geninho e foi aprovado com toda equipe técnica de engenharia e urbanismo e foi para 66 lotes, até porque o perfil do empreendedor na área industrial do município são de lotes menores”, contou Flávio, que ainda explicou sobre as leis que regem o distrito: “O Distrito agrega a lei 106 de 2011 e 3745 de 2013 que é PDO e a Lei de Uso e Ocupação do Solo, que é Plano Diretor do município. Esse projeto específico trata da alienação e comercialização desse patrimônio público que vai de encontro com a Lei de Licitação e o Prefeito Geninho, junto com o Secretário Dirceu Bertoco e a Diretoria de Comércio e Indústria, alinhavou todo um processo para minimizar custos ao empreendedor, ou seja, flexibilizar o prazo no máximo em 60 vezes com todas as outorgas da Cetesp e infraestrutura. Ainda falta uns 15% de asfalto, as guias estão todas prontas, redes de água e esgoto também e a parte elétrica já está para se findar, então 90% de toda infraestrutura técnica do distrito já está apta, o processo licitatório já pode ser contemplado”.

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Os terrenos serão comercializados através de licitação. “Todos os terrenos serão vendidos por licitação, então a avaliação não é pelo poder aquisitivo de cada empreendedor e sim pela Planta Genérica do município, que é em tono de R$ 100 o metro quadrado”, disse Flávio.

De acordo com o diretor, a indústria olimpiense está estagnada desde 2005. “O poder público tem que ouvir o empresariado, saber quais são as dificuldades do setor. Porém quando se trata de um patrimônio publico vamos esbarrando em certas dificuldades. Na sessão da Câmara nós explicamos, a pedido do vereador Beto Puttini, todas as dúvidas dos vereadores e pedimos agilidade em nome da Associação Comercial, de todos os empresários do setor, para que os vereadores tenham consciência das ações, pra que não impeçam o progresso e desenvolvimento do setor industrial de Olímpia que precisa dessa ação com urgência”, concluiu Flávio Vedovato.

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