Tudo pronto para o 47º Fefol. Confira grupos inéditos, bebidas, parque e muito mais

Olímpia retoma com total credibilidade a fama de ser a ‘Capital Nacional do Folclore’ a partir desta sexta-feira (22) quando a Praça de Atividades Folclóricas que leva o nome de seu criador, falecido folclorólogo professor José Sant’anna, está praticamente pronta para abrigar o 47º Festival de Folclore de Olímpia que, de amanhã, a abertura oficial (23), até o dia 31, desfilarão nos dois palcos 66 grupos de 16 Estados brasileiros, num total de 1,8 mil pessoas.

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Hoje, sexta (22), será uma pré-estreia com três grupos parafolclóricos – Godap – Grupo Olimpiense de Danças Parafolclóricas Cidade Menina Moça; Associação Cultural Anastasis – Artes Cênicas e Solidariedade; e Grupo Parafolclórico Frutos do Terra – e, a atração principal: o cantor e compositor Jair Rodrigues (foto), a partir das 20h, entrada franca.

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Dos 66 grupos, pelo menos 15 são inéditos, segundo informações da Coordenadora dos Festivais, Maria Aparecida (Cidinha) de Araújo Manzolli, podendo haver alterações, como sempre ocorrem nos eventos. Há grupos, inclusive, que chegam sem avisar e outros que desistem, também sem prévio aviso.

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Na tarde de hoje, arena e palcos estavam sendo cobertos, integrantes de grupos folclóricos e parafolclóricos que começam a chegar, especialmente do Estado homenageado , o Rio Grande do Norte, montam o pavilhão exclusivo com muito artesanato, pinturas, esculturas e novidades. E, ao centro, o galo branco símbolo do RN.

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GRUPOS INÉDITOS

São 15, até o momento, a contabilidade de grupos inéditos que estarão presentes no 47º Fefol: um de Alagoas: Grupo de Expressões Parafolclóricas e Folclóricas Flor da Serra; dois do Ceará: Associação Cultural Maracatu Az de Ouro, e Associação Cultural do Sítio Logradouro Grupo Maria Bonita; três do Pará: Grupo de Expressões Folclóricas Caboclo Marajoara; Grupo de Projeção Folclórica Kuarup e Grupo de Manifestações Culturais Nayará; um do Rio Grande do Sul: DTG Pai João; sete do Rio Grande do Norte: Grupo Folclórico Caboclinhos; Grupo Folclórico Boi Calemba Pintadinho; Grupo do Rei de Congo do Mestre Bebé de Major Sales; Grupo Folclórico Pastoril Estrela do Mar; Companhia de Dança e Cultura Popular Potiguar Macambirais; e Balé de Cultura Popular Governador Mário Covas; um de São Paulo: Repente Paulista (Zé Antonio e Vagner); um da Bahia, Grupo Folclórico Lindroamor Axé; e um de Santa Catarina: Grupo Folclórico Filhos da Terra.

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BEBIDAS E PARQUE

O secretário Humberto José Puttini (Cultura, Turismo, Esportes e Lazer), que é um colaborador da gestão da Comissão Executiva do Fefol, confirmou os preços de cerveja, refrigerante e água, que podem ser cobrados no interior do Recinto durante os dias de festa.

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“Não podem cobrar mais do que esses valores”, alerta Beto. A marca escolhida foi a Brahma. A lata de cerveja poderá ser cobrada, no máximo, em R$ 3,50; refrigerante (Guaraná Antarctica, Sukita, Pepsi e Soda), R$ 3, e água R$ 2.

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O parque para esta edição está maior, com mais de 20 brinquedos, sendo dois inéditos: Montanha Russa e o Bicho da Seda. O gerente Tiago Messias Ranieri revela que vieram dois parques, o Londri Park e o Diversões Brasília, trazendo mais de 20 brinquedos.

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“O parque está sempre inovando e faz questão de acompanhar o Festival do Folclore desde as primeiras edições, e este ano os brinquedos vieram em maior número”, destaca o gerente do Parque.

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O preço unitário será de R$ 5 por brinquedo, mas a vantagem será na aquisição do pacote com três: R$ 10.

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BARRACAS: 90% DE FORA

O Recinto contará com cerca de 80 barracas, inclusive uma de ervas medicinais, preservando a tradição da medicina popular. Segundo o coordenador da área de estandes do Fefol, 90% são de comerciantes de outras cidades e até Estados. Segundo ele, “são poucos os comerciantes de Olímpia que prestigiam o nosso Festival, gostaria muito que fosse o contrário, ou seja, o espaço sendo locado para os olimpienses e, a menor parte, para os de fora”.

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Carlos lembra que a locação dos espaços é uma das principais rendas para a manutenção do Festival e estranha: “Não consigo entender como alguém vem de fora, com despesas de transporte do estande, famílias e empregados, material de trabalho, alimentação, hospedagem e ainda consegue ter lucro, e este fato não é notado pelos comerciantes da cidade, e com outro detalhe: alguns chegam ao ponto de locar para este ano e reserva para a edição seguinte do Fefol”.

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Segundo o presidente da Comissão Executiva do Fefol, Paulo Duarte, a procura pelos estandes comerciais “foi maior do que o espaço disponível, demonstrando, assim, a viabilidade econômica do uso comercial dentro do Recinto durante o Festival”.

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TRANSMISSÃO AO VIVO

Pela sexta vez na história, o Festival Nacional do Folclore de Olímpia será transmitido AO VIVO para todo o planeta através da internet. As transmissões que se iniciam já na abertura de sábado (23), serão geradas no horário das apresentações de palco, dando assim a oportunidade ao internauta acompanhar as danças exibidas no 47º Festival do Folclore de Olímpia.

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Durante a transmissão, o internauta poderá interagir com as apresentações e enviar mensagens através de um espaço reservado dentro do site. Uma equipe de técnicos já está preparando o sistema para que não haja interrupções durante as danças.

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Outros sites também farão a transmissão em cadeia, espalhando ainda mais as emoções do nosso festival. São eles: Portal da Prefeitura (www.olimpia.sp.gov.br), GuiaOlímpia (www.guiaolimpia.com), Blog do Concon (www.leonardoconcon.com.br), OlímpiaNaBalada (www.olimpianabalada.com) e Top Vídeo (www.topvideo.pro.br).

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Fique Ligado! De 23 a 31 de Agosto, acesse www.folcloreolimpia.com.br e
acompanhe o 47º Fefol AO VIVO de qualquer parte do planeta.

MAIS FOTOS DE HOJE

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7 comentários em “Tudo pronto para o 47º Fefol. Confira grupos inéditos, bebidas, parque e muito mais”

  1. Parabéns pela matéria, e parabéns à Comissão Organizadora. A impressão que tenho é de que a cada ano o Festival está cada vez mais organizado. Espero que seja um sucesso.
    Mas não posso deixar de manifestar meu descontentamento com os preços das bebidas a serem praticados dentro do Recinto: R$3 reais um refrigerante e R$3,50 uma cerveja????? Ainda bem que “não podem cobrar mais do que destes valores”, não é mesmo, Beto…!? E a naturalidade com que se fala isto também é de se admirar!
    Com a lata de cerveja Brahma a R$1,49 no mercado e, com certeza nas distribuidoras, daria muito bem pra praticar um preço bem menor, não acham…?
    Simplificando o raciocínio: a distribuidora de bebidas poderia muito bem vender a cerveja para os baraqueiros a R$1,50, já que este é o preço praticado pelo mercado, já com o lucro da distribuidora, e os barraqueiros venderiam no máximo a R$2,50. Pela quantidade que é vendida, com certeza o lucro da distribuidora estaria garantido. Se esta distribuidora de Bebedouro não se interessasse, outra se interessaria, mesmo que não fosse da Brahma (Crystal é mais barata, e muito consumida em Olímpia…!).
    Apesar de vivermos no capitalismo, repassar a cerveja ao barraqueiro, por R$2,60, é colocar mais de 100% de lucro sobre o preço de custo pago ao fabricante.
    Alguém já pensou em perguntar aos barraqueiros o que eles acharam do preço das bebidas? Pois é, eu perguntei para vários, e todos estão MUITO insatisfeitos… Imaginem o consumidor…!
    Alguém aí se lembra de quando os barraqueiros tinham liberdade de comprar bebidas diretamente do distribuidor que melhor lhe conviesse? Pois é, eu lembro… O que acontecia era que as pessoas consumiam mais, e amanheciam no Recinto… Tenho fotos de 1994, 1995 que mostram a galera se divertindo, enquanto o dia amanhecia… E olha que Olímpia era essencialmente agrícola, e as pessoas passavam boa parte do ano, sem dinheiro…
    O preço do estacionamento foi fixado pela Prefeitura no mesmo valor do ano passado. Não poderia ter acontecido PELO MENOS a mesma coisa com as bebidas?
    R$3,50 é o preço da cerveja praticado dentro do Thermas dos Laranjais! E lá o objetivo é explorar o turismo, cobrando por coisas num ambiente onde “o turista quer estar”…
    No Recinto, o objetivo é (ou deveria ser) divulgar o folclore brasileiro, onde os comerciantes podem cobrar por coisas num ambiente onde “nós queremos que o turista (ou visitante) esteja”…
    É bem diferente…!!!
    Estamos matando a galinha dos ovos de ouro…
    Sei que o que estou falando não vai surtir efeito, mas não poderia me calar mais um ano…
    Se alguém quiser tirar a prova, pegue uma prancheta (ou um Tablet/Smartphone) e faça uma enquete com os comerciantes e com os visitantes…
    Dou minha cara a tapa, se o resultado for diferente do que estou falando aqui…
    Finalizo dizendo que continuo satisfeito com o trabalho da Comissão Organizadora do Folclore, apenas com a ressalva sobre os preços das bebidas.
    Bom Folclore a todos…

  2. Parabéns pela matéria Concon, e parabéns ao Marcos Garcia pelo comentário, e concordo com ele, é um absurdo o preço das bebidas. Forte abraço.

  3. Concordo com o Barba na questão sobre o valor das bebidas, mas também acho um absurdo o valor de brinquedos e alimentos.
    Imaginem um pai de família que tenha 2 filhos, o quanto que ele não vai gastar por uma visita ao recinto com seus filhos, se fosse mais barato as coisas, ele ou permaneceria mais tempo dentro do recinto, ou retornaria em um outro dia.
    Nem todos tem condições de levarem suas famílias e com isso, mesmo que digam o contrário, o folclore vai perdendo o seu público.

  4. Prezado Luis Otávio, comentei sobre o valor das bebidas pois não tinha ido ao Recinto, ontem fui e me assustei com os preços dos alimentos/bebidas/parque, a festa, organização e segurança estão excelentes, porém está tudo muito caro. Um ótimo domingo à todos!

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