Professora e coreógrafa quer apoio para manter projeto de inclusão social e arte

Publicado em 18 de abril de 2012 às 11h18
Atualizado em 18 de abril de 2012 às 11h19

Quem prestigiou o Desfile Winter Fashion, realizado no último sábado (14), no Thermas dos Laranjais, pode assistir à uma coreografia de jazz que chamou a atenção pela arte e beleza.

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Era mais uma apresentação da Companhia de Dança Arte N’Alma, da professora e coreógrafa Joyce Santos, que está em Olímpia há dois anos e vem desenvolvendo um trabalho que mescla inclusão social com arte, cultura e dança.

Nascida em Santos, Joyce tem formação invejável: Formada em Bailarina de Ballet Clássico pela Academia de Ballet Valderez, em Santos, Bacharel e Licenciada em Dança pela Universidade Santa Cecília dos Bandeirantes, em Santos e Pós Graduada em Jogos Cooperativos pela Universidade Unimonte também de Santos.

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Já atuou como acompanhante da Corte Carnavalesca de Santos, professora do grupo de passistas mirim do Mangueira do amanhã (RJ), consagrada melhor coreógrafa do Mercosul, componente da Cia. Carlinhos de Jesus, bailarina do grupo Raça Cia de Dança (SP), bailarina do grupo Roseli Rodrigues, bailarina do grupo Brasil Samba Show, representando o Brasil na Itália; bailarina do grupo Arte Jovem – Raça Cia de Dança (SP), e bailarina do grupo Ballet Valderez.

Leciona aulas na Prefeitura de Olímpia e atua como professora de Jazz/Ballet na academia Ella’s Fitness. Coreografou todo o espetáculo em dezembro/2011 –  “Ateliê de Ilusões” que a Prefeitura de Olímpia realizou juntamente com a coordenação da Assistência Social de Olímpia.

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A professora Joyce não se cansa de trabalhar: atua também como coreógrafa de casamentos, formaturas, aniversários em geral, com coreografias de Jazz, balé, Dança de Salão, Tango e outros gêneros.

Além disso, ela possui um Projeto Social de Dança com crianças e adolescentes carentes, atuando no papel de professora, coreógrafa e presidente desta companhia. Porém, nem tudo são flores para Joyce, onde também existem grandes dificuldades em continuar com este projeto social. “Hoje nossa maior dificuldade em continuar com o projeto Social é conseguir patrocinadores que invistam na companhia, pois a Arte da Dança em Olímpia como o Jazz/Balé ainda precisa ser difundida, e apreciada por todos”, afirma Joyce.

Ela revela que levar uma Companhia de Dança para participar de uma competição “é  tarefa muito difícil, onde é necessário possuir condições financeiras para comprar figurino, alimentação, transporte, e outras despesas”.

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Joyce tem esperança de não ter de interromper o que vem fazendo: “Não gostaria de deixar este projeto terminar, onde vejo futuras  bailarinas e bailarinos brilhantes, que possuem  alto potencial artístico,  além da motivação e alegria que levam  nos olhos,  e com isto mantêm  a grande esperança de realização de seus sonhos,  e através deste trabalho não ficam nas ruas se envolvendo com uma série de problemas sociais”.

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