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Festa das Nações Etec 2014: confira os clipes das danças dos 7 países

Realizado no último final de semana, sexta (12) e sábado (13), a segunda edição da Festa das Nações da Etec de Olímpia atingiu o seu objetivo: reunir as diversas classes de aulas para apresentar a cultura de cada um dos sete países apresentados. Pela ordem, do último dia, da premiação, sábado: Rússia, México, Índia, Egito, Itália, Angola e Arábia Saudita.

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Foram vencedores, em terceiro lugar, Arábia Saudita; em segundo, Angola e, finalmente, em primeiro lugar, Índia.

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Confira os clipes gravados e editados pelo Diário de Olímpia. No primeiro dia, sexta (12), o Diário registrou mais de 800 fotografias, selecionando 524 em sua galeria do Flickr (acesse aqui). No segundo dia, como as danças se repetiram, sem novidades, o Diário decidiu gravar os principais movimentos para dar a exata noção da grandiosidade da apresentação de cada equipe. É um trabalho despojado, de boa vontade, uma experiência que será aperfeiçoada nas próximas edições.

Os alunos tiveram a orientação e e coreografia do professor Bruno Santiago. Na segunda e última noite, estiveram presentes alunos da Etec Coronel Raphael Brandão, de Barretos, que se apresentaram antes das danças concorrentes da Etec local.

ABERTURA

Para abrir a noite, a dança de abertura trouxe um pouco do folclore brasileiro, passando por todas as regiões e homenageando Olímpia, que este ano completou 50 anos como a Capital do Folclore Brasileiro.

Também fez parte da abertura, outros dois ritmos “calientes” que marcaram a história da dança no Brasil.

Sob a orientação e coreografia do professor Bruno Santiago, no palco, a abertura da 2ª Festa das Nações e as tradições regionais.

RÚSSIA

O 2º B trouxe para o palco a Rússia, sob orientação da professora Carol e coreografia de Joyce Santos. O tradicional Ballet de Repertório, O Lago dos Cisnes, é uma releitura de todo elegância e romantismo do ballet clássico. O Lago dos Cisnes foi criado em 1877 no Teatro de Bolshoi em Moscou.

Dando vasão à criatividade, os alunos fizeram um passeio pela dança dos Voleios das aldeias do oeste da Rússia, em uma demonstração de força e agilidade dos rapazes para as moçoilas desejadas.

O encerramento trouxe o exército de Cossacos, um povo nativo das estepes do sul do país, conhecido pela coragem, bravura e capacidade militar, transformando suas habilidades em uma dança alegre e ágil.

Alunos representaram o General Luís Henrique e a Camponesa Isadora, como apresentadores. Confiram o clipe:

MÉXICO

O 1º B apresentou um pouco das cores da nação latina vibrante e acolhedora que é o México, sob a orientação da Professora Thaísa Maziteli e coreografia da própria sala, no espetáculo intitulado “El Honor de ser Mejicano”, a honra de ser mexicano.

Tudo começa com os Mariachis, que representam com suas roupas, dança e música a cultura do país. Depois, El Chapulín Colorado, um super-herói desastrado, que salva as donzelas que estão em perigo.

Com El Baile de los Muertos (Dança dos Mortos): ao som da música “La Momia – Chocolate”, é encenada a celebração do dia dos mortos, que começa no dia 31 de outubro e termina no dia 2 de novembro, sendo esta a festa mexicana mais animada, pois segundo as suas crenças, os mortos voltam para visitar seus parentes e comer da boa comida.

El Chavo, o Chaves, personagem que completa 30 anos de exibição no Brasil e dispensa apresentações.

A música Viva Méjico, Viva o México, é uma das mais conhecidas; cantada em celebração ao Dia da Independência do país e representa o orgulho nacional.

Para firmar o intercâmbio cultural Brasil-México, os alunos Laura Marco e Sérgio incorporaram personagens da novela Rebeldes que marcou parte da infância e adolescência de muitos aqui presentes. O clipe:

ÍNDIA

O 3º A, sob a orientação da Professora Jocely e coreografia de Silas e Francine, vislumbraremos a Índia, país místico, de cultura milenar. Com o título “Dou as boas vindas ao Divino dentro de mim”, a dança mostrou a meditação usada para obter a paz interior. Toda a história foi idealizada por uma pessoa que supostamente está meditando, mas na sua mente seus pensamentos então a mil.

Os alunos encenarão o culto e a adoração aos deuses, destacando a deusa Shiva.

O Festival das Luzes, representado por velas, vem para dar entrada e purificar o culto que será realizado.

Os véus coloridos do Festival das Cores representam toda a vivacidade e alegria desse povo, sendo que, a dança agora é chamada de Bollywodiana, um novo gênero que todos devíamos conhecer.

Tipicamente indianos, os alunos João Víctor e Gabriela Amate apresentaram um pouco da cultura e tradição desta Índia tão fascinante, de trânsito caótico e costumes milenares. O clipe:

EGITO

O 3º B sob a orientação dos professores André Valner e Fabiana Bibian e a coreografia de Ariane e Ana Laura Queiroz apresentaram o Egito, considerado o berço da Dança do Ventre, a dança dos movimentos retos e precisos, apresentada, respectivamente em sete danças:

– A dança da rainha, representa o poder da mulher na figura de Cleópatra. A dança apresenta movimentos característicos do Egito, com ângulos e formas.

– O culto às sombras, representando a sensualidade e a persuasão da mulher mesmo às escuras.

– Com delicadeza, sensualidade e charme, o Véu revela a beleza dos movimentos.

– A Naja, símbolo do poder do Faraó, aparece sendo controlada e encantada por ele.

– Conhecida como a dança da fertilidade, a mulher busca enfeitiçar seu alvo através de seu corpo e do fogo da Luz das Velas.

– A dança com as múmias representa a descoberta dos segredos egípcios e suas técnicas de mumificação, com a mistura de ritmos Modernos e Antigos.

– Através da influência do Egito Antigo no Mundo Atual, a apresentação se conclui com o hit moderno inspirado nas tradições egípcias.

Com a participação de figuras do Egito Antigo e do Atual, a apresentação consiste na vinda de Cleópatra (representada pela aluna Thaís) ao presente e sua reação quanto aos acontecimentos atuais contados pelo atual Presidente do Egito (representado pelo aluno Kaike), o clipe:

ITÁLIA

Representando a Europa, o 1º ano do Ensino Médio Integrado ao Técnico em Informática, homenageou a Itália, sob a orientação do professor Dedylon Garcia e coreografia do professor Thiago Louzada, que mostraram toda a tradição, cultura e alegria deste povo latino com a coreodramaturgia de sua Viva Itália.

1- A abertura da Viva Itália inspira-se nos Sbanderiattori, embalados ao tradicionalismo dos tenores italianos interpretando a famosa canção e símbolo da arte italiana, Funiculi, funicula.

2- A Tarantela, que é a mais tradicional e conhecida manifestação cultural italiana, carrega consigo uma estória curiosa. O nome vem de Taranto, cidade da Itália onde são encontradas as tarântulas, aranhas venenosas.

3- Para finalizar, Viva Itália retratou o antigo costume familiar italiano numa coreodramaturgia nostálgica, saudosista, levando a mensagem de que tudo o que é bom e faz feliz, o ser humano deve preservar e rememorar sempre, assim como se faz com a velha e querida fotografia.

Antes da festa italiana invadir o palco, o aluno Rafael representou o artista Leonardo Da Vinci, e Ana Carolina, a Monalisa, apresentaram a Itália no palco:

ANGOLA

Representando a África, sob a orientação da professora Cidinha Boso e coreografia do professor Bruno Santiago, os alunos do 1º A destacaram um dos países colonizados por nossos patrícios, os portugueses, a Angola.

A partir de seis momentos, foi feito um passeio por rituais e cultura angolana:

1- O Ciclo da Vida a caça é um dos hábitos deste povo que inicia com o nascer do sol.

2- O Sansa Kroma: culto ao pássaro guardião das crianças nas aldeias africanas, retratado ao som dos tambores africanos, por meio dos movimentos dos braços e requebrados.

3- Com Waka-Waka: foi retratada a manifestação de oferendas aos deuses da chuva, terra e colheita pela sociedade rural africana.

4- Os Tambores que representam a lamentação, por meio do ritmo forte e rápido da música, focando os movimentos masculinos e a sensualidade feminina.

5- Ekamba: conhecido como samba, é praticado nos rituais africanos. Os movimentos são feitos em atos conjugais e revelam agonia ou felicidade.

6- Para finalizar, uma homenagem à Angola no Festival Internacional da Música do Sumbe, com uma mistura Brasil-Angola.

Para dar início à apresentação da Angola, os alunos João Vítor e Mariana:


ARÁBIA SAUDITA

Finalmente, as apresentações para pontuação com a turma do 2º A, sob a orientação do professor Rafael Borges e coreografia do Professor Bruno Santiago, os alunos representaram, com o título “Uma saudação em nome da alegria, um casamento e seus rituais”, um pouco da cultura árabe.

A apresentação está dividida em sete momentos a través das danças:

1- Do Véu: símbolo da mulher árabe, que expressa a liberdade, o carisma e a feminilidade.

2- Do Casamento Árabe: festa que combina cores, símbolos e danças envolventes.

3- Do Véu Leque: o noivo e os convidados homens dançam com leques, cujas cores representam o fogo.

4- Do Dabke: o noivo e os homens convidados representam o trabalho e a união da comunidade.

5- Das Taças: realizada em momentos festivos, esta dança misteriosa representa luz, vida e prosperidade.

6- Do Ventre: de origem egípcia, celebra, sensualmente, a fertilidade das mulheres.

7- Asa de Ívis: a dança que surgiu a partir dos rituais para a Deusa Ísis, senhora da magia e protetora das mulheres, que se transforma em um pássaro a fim de cantar suas lamentações.

Agora, os alunos Diego e Ana Alice fizeram a apresentação:


ENCERRAMENTO

Como última apresentação de dança, os alunos da Etec de Olímpia se reuniram para uma contagiante e vibrante confraternização artística:

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