AOS AMIGOS E COLABORADORES, CUIDADO COM CORRESPONDÊNCIA DA AFPMO

Publicado em 28 de abril de 2010 às 14h49
Atualizado em 28 de abril de 2010 às 19h33

Durante esta terça-feira (27), fui surpreendido com a informação de que, por ordem do presidente, mantido por liminares, da AFPMO (Associação dos Funcionários da Prefeitura), colaboradores do Blog estão recebendo ‘notificações judiciais por mototaxistas’ cujo teor investiga a relação comercial deles com o Blog do Concon.

E que está se espalhando que, como ex-servidor da Prefeitura, ‘devo e não pago’ determinada quantia àquela entidade. Vamos aos fatos:

1. DA DÍVIDA – Devo, sim, porém não a quantia que querem cobrar. Criminosamente, foi-me subtraído (para não escrever o termo correto) o acerto de quando trabalhava na Prefeitura com a ‘desculpa’ de amortizar a dívida. O vereador José Elias Morais, Zé das Pedras, é testemunha do fato, uma vez que, sem dinheiro sequer para voltar para casa, no final do ano, foi me buscar na esquina dos Correios. Agora, a conta judicial vem acrescida dos mil reais que foram tomados de mim de forma criminosa, e que estou, no momento, juntando os documentos de minha rescisão para fazer busca no banco para qual conta foi parar aquele dinheiro. Daí, promoveram penhora de bens e está lá uma TV para ser entregue. Posteriormente, o advogado Márcio Diniz, amigo que muito prezo, tentou fazer o acordo descontando os mil reais que foram subtraídos (como eu quero escrever a palavra correta!!!) naquela rescisão, mas é claro que não aceitei: a TV está lá, é deles. Dever, eu devo. Só vou pagar o que realmente devo e não a mais, entendeu? Ah… e nem sempre  bom falar em dívidas, quando se tem o rabo preso com contas, essas sim, altamente questionáveis.

2. DA PERSEGUIÇÃO – Desde quando ainda trabalhava em rádio e jornal, o presidente da tal entidade, que está lá mantido por força de medidas e liminares, tamanho é o seu amor pela entidade, sempre metido em confusões (haja vista a sentença magnífica de seu condenamento em primeira instância noticiada dias atrás neste blog, onde a juíza com todas as letras o classifica como ‘sem freios morais e sociais, acostumado a desonrar pessoas’, além de agredí-las com taco de basebol, vive sempre nas manchetes e eu, como bom profissional há 30 anos, tenha ou não diploma, porque hoje não é preciso, e nem foi preciso em outubro de 1980 quando meti na cadeia os malandros do DETRAN paulista que vendiam CNH, tenho o dever de expor. Daí, a sua perseguição e recente agressão, inclusive por parte de sua filha, devidamente flagrada pela PM e conduzida para a delegacia. Desta e de outras agressões, movo três processos para, quem sabe, a juíza confirmar o que já fundamentou anteriormente e desta vez a pena vir como realmente ele merece.

3. DO BLOG – Ledo engano, senhores. O Blog apenas leva o meu nome. É nome fantasia de outra pessoa, de confiança, que registrou o site em outro nome. Há um contrato de comodado para o uso do site e do nome, uma vez que, dentro de alguns dias, não mais será Blog do Concon e sim DIÁRIO DE OLÍMPIA.COM, uma empresa da qual apenas farei parte como colaborador, nada mais.

Daí, essas correspondências são nulas. Não atingem Antonio Leonardo Concon. Devem processar a pessoa que detém o site, mas que não comprou nenhuma agulha na AFPMO.  Todos sabem que não há ganho comercial. Em sua maioria, 90%, há apenas cortesias mútuas, algumas permutas.

Profissionalmente, dentro em breve, apenas integrar o novo DIÁRIO DE OLÍMPIA.COM que virá. Conheço tão bem os personagens e o dia a dia de Olímpia que não preciso estar aí, de corpo presente. No mundo virtual, onde a informação flui mais rápido, é onde vou ficar e trabalhar.

OBRIGADO A TODOS PELA COMPREENSÃO. NÃO ACEITEM CARTINHAS DE MOTOQUEIROS. ALÉM DO MAIS, O SITE NADA TEM A VER COM A PENDENGA NA AFPMO.

Abraços a todos.

Ao Dr. Márcio Diniz, advogado da AFPMO. Amigo, sei que advogados não escolhem clientes. Clientes escolhem advogados. O senhor faz  o seu papel. Aprendi com o advogado do casal Nardoni, que foi vítima de ataques da população enfurecida, que o advogado não defende o crime, apenas tenta amenizar a pena do bandido. Não é o seu caso. O senhor é competente, sabe o que faz. Me perdoe por alguma indelicadeza, mas não aguento mais ser perseguido por gente que não tem ‘freio moral e nem social’. Mas, um dia, a Justiça será feita. Aqui e Lá.

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2 comentários

  1. Luiz Augusto da Silva disse:

    Meu amigo e jornalista, Leonardo Concon. Boa tarde!

    Como bom cavalariano, nos quartéis aprendi bastante sobre freios cavalares.

    Quanto aos morais e sociais: “aprendemos” nos lares e nos estabelecimentos escolares.

    Vamos que vamos.

    Abraços cavalarianos.

    Luiz Augusto da Silva.